EM JOGO APERTADO, INVICTUS CONSEGUE PRIMEIRA VITÓRIA
Conjunto fez a diferença diante do Pé de Pano e Invictus, enfim venceu a primeira no campeonato, apesar dos três gols de Matheus
Por Bruno Viotti
“Sábado de sol, aluguei um caminhão”....Epa, música errada para descrever o dia da quarta rodada, a qual começou, sob um céu escuro, com um confronto de titãs – ou quase isso – disputado do início ao fim com muita disposição. De um lado, o Invictus, que de “invictos” não tinha nada. Contava com um empate e duas derrotas no torneio. Do outro, o Pé de Pano, que tinha uma vitória, mas brigava no meio da tabela.
Quem esperava um futebol ofensivo do Invictus no início do primeiro tempo quebrou a cara, pois os jogadores encontravam certa dificuldade para sair jogando. Desta forma, a primeira chance aconteceu com Dadá, em um chute rasteiro de longa distância que foi para fora. O Invictus respondeu, de certa forma, com Lucas P, que cobrou falta por cima da barreira e do gol.
A chance criada não foi suficiente para diminuir o ímpeto do Pé de Pano. Tavogus mandou belo passe por cima para a conclusão de Matheus, que mandou para fora. O próprio Tavogus também conseguiu seus minutos de fama após belo chute colocado, que acabou acertando o travessão. O Invictus ainda contou com a sorte ao ver o árbitro anular um gol do Pé de Pano, após reversão de lateral. Entretanto, o gol saiu logo depois. Em cobrança de lateral – ironia do destino – a bola sobrou para Dadá, que bateu para frente e Matheus completou para o gol. O placar estava aberto e o Pé de Pano estava na frente!
Foi então que o Invictus resolveu sair para o jogo. Lucas P. recebeu marcado após lateral, girou e mandou para fora. No lance seguinte, Douglas roubou a bola no meio, avançou e chutou à esquerda do goleiro Ricardo.
Canova, goleiro do Invictus, também teve trabalho em ataques realizados por Dadá e Lucas Polachini. O primeiro aproveitou bobeada da zaga rival e chutou rasteiro, obrigando o goleiro a defender com a perna. Já o segundo recebeu na esquerda e bateu cruzado, mas Henrique estava atento ao lance e fez a defesa.
Em um jogo disputado, qualquer jogador poderia marcar. Foi o que aconteceu em jogada ofensiva do Invictus. Lucas P. brigou contra dois zagueiros perto da área. Douglas apareceu de trás, dominou e fuzilou Ricardo, empatando a peleja.
A vontade do Pé de Pano não parecia menor. Dadá criava as principais chances de perigo, mas parava nas mãos do goleiro adversário ou na falta de pontaria. Pelo Invictus, Bento e Brunão levaram perigo à meta adversária com chutes próximos ao gol. Entretanto, quem brilhou foi Kirk. Após receber a bola no meio, o camisa 10 girou e mandou um belo voleio para virar o jogo.
O Pé de Pano foi para cima com Raphael, que arriscou de longe e a bola acertou o travessão. O Invictus também foi ao ataque com Ragazzo e Douglas. O primeiro limpou a jogada no meio, mas chutou nas mãos do goleiro. Já o segundo recebeu na direita em velocidade e mandou para fora.
No segundo tempo, o jogo continuava parelho. Rafinha e Bruninho quase marcaram para o Pé de Pano, mas a sorte parecia estar do lado dos Invictus. Em cobrança de lateral de Bento na área, Lucas P. subiu mais do que a zaga e cabeceou no canto oposto ao do goleiro, marcando o terceiro do Invictus no jogo.
Lá e cá. As oportunidades surgiam, mas a pontaria não era o melhor atributo dos jogadores. O Pé de Pano não desistiu e continuou a realizar um jogo de iguais com o Invictus. Peba tentou duas vezes. Na primeira, chutou no meio do gol e, na segunda, mandou por cima do alvo. Assim, quem fez foi Matheus. Após cruzamento de Lucas, Matheus aproveitou de primeira e diminuiu o placar.
O jogo ficou mais tenso do que nunca. Empate não era bom resultado para ninguém. As chances apareciam, mas os jogadores pareciam ansiosos na hora da finalização. Até que, em bela jogada, Rocha recebeu na esquerda, driblou o marcador e avançou até encher o pé e mandar a bola no canto de Ricardo. Gol! Era o alívio que o Invictus precisava.
O Pé de Pano ainda conseguiu diminuir com Matheus. Após receber passe de Dadá, o camisa 17 avançou pela direita em velocidade e chutou tirando do goleiro, decretando o placar final da partida. 4 x 3 para o Invictus e muita festa do time vencedor.
Com a primeira vitória no grupo, o Invictus empata em pontos com o Pé de Pano e fica próximo de entrar na zona de classificação para a próxima fase. Já o Pé de Pano fica longe da disputa pelo topo.
Na próxima rodada, o Invictus enfrenta a Inter de Limão. Já o Pé de Pano encara o Bacaninha, em confronto de seis pontos para entrar no G-8.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Toque Me Voy 4 x 3 Elite
TOQUE ME VOY VENCE OUTRA E JÁ SONHA COM LIDERANÇA
Elite pressiona todo o primeiro tempo, mas sofre virada no fim do jogo. Com vitória, Toque Me Voy chega à vice-liderança e já pensa numa possível “decisão” contra líder Mercenários
Por Carlos Eduardo Sâmia
Em uma partida emocionante, a equipe do Toque Me Voy venceu o Elite de virada nos minutos finais. Embora a primeira etapa tenha sido totalmente dominada pelo Elite, o Toque Me Voy conseguiu a superioridade no segundo tempo graças às atuações de Benício - melhor jogador em campo - e Robson.
Logo no primeiro minuto, o Elite já assustou o rival. Fábio Ambrósio tocou para Rafael Sanha, que isolou. Em uma das únicas chances de gol do Toque Me Voy na primeira etapa, Silas chutou cruzado para o goleiro Thiago espalmar. O Elite voltou a atacar aos 5 minutos, e com muito perigo: Barbosa arriscou de longe e a redonda passou raspando a trave. No lance seguinte, Ferreira cortou pra esquerda e chutou forte, acertando a trave de Danilo.
O Elite não deixava o adversário respirar. Aos 7 minutos, Rafael Sanha dominou, girou e mandou por cima do gol. Aos 8, a equipe do Toque parou para reclamar de falta. Mas Rafael Sanha não quis nem saber: aproveitou-se da situação e chutou próximo à trave esquerda do goleiro Danilo. Em seguida, Barbosa chutou forte de longe, obrigando o arqueiro a fazer boa defesa.
Depois da pressão do Elite, o jogo ficou morno, com muitos passes errados de ambos os lados. Mas o Toque Me Voy ainda precisava tomar muito cuidado com as investidas adversárias. Juan, aos 19 minutos, mesmo meio desequilibrado, mandou uma bomba na trave. Na sequência, o primeiro gol da partida: Barbosa cobrou lateral e Fábio Ambrósio encobriu o goleiro, de cabeça. Ainda deu tempo de mais uma finalização de Juan, aos 23 minutos, mas o goleiro Danilo espalmou para fora.
No segundo tempo, a reviravolta. Apesar de um começo ainda convincente do Elite, o Toque Me Voy se recuperou nos últimos 15 minutos. Rafa Marques chutou para defesa de Danilo, com os pés, no primeiro minuto desta etapa. Em contra-ataque aos 4 minutos, Guilherme chutou, mas a bola pegou na trave e saiu à direita do gol. Foi aí após este lance que o Toque Me Voy começou a reagir: Benício, de longe, arriscou e o goleiro fez a defesa em dois tempos. Aos 7 minutos, Rudge errou a saída de bola. Benício aproveitou, driblou o goleiro, mas caiu na hora de finalizar. O árbitro não marcou nada.
Aos 12 minutos, teve início uma sequência de gols incríveis. Renê cobrou o lateral e Benício pegou de sem pulo, empatando a peleja. No mesmo minuto, Juan chutou uma bomba em linha reta. A bola desviou na zaga e entrou no ângulo. Era o segundo do Elite. Dois minutos depois, Willian tocou para Fabinho, que lançou para Renê. O camisa 21 só empurrou para o fundo das redes. Aos 15, Juan roubou a bola e passou para Guilherme devolver de calcanhar. Ele recebeu e aproveitou que o gol estava livre e colocou o Elite de novo na frente.
Aos 21 e 22, os golpes finais do jogo, ambos do Toque Me Voy. Primeiro, Benício bateu com efeito, de fora, fazendo com que a bola entrasse no canto para empatar. Em seguida, o gol da virada: após roubar a bola, Willian passou para Robson dar números finais ao jogo: 4 x 3.
Após o jogo, muita vibração por parte dos jogadores do Toque Me Voy, que chega à segunda colocação no campeonato e encosta no Mercenários. Na próxima rodada, a esquadra encara o Real Vuvuzelas para manter a boa fase nesse início de Chuteira de Bronze. O Elite, por sua vez, permanece com apenas 1 ponto e tentará se reabilitar no embate contra o DPGamos.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Não Guento Mais 2 x 3 Bonde dos Abelhas
REZA E DETERMINAÇÃO GARANTEM INVENCIBILIDADE AO BDA
NGM abriu vantagem de dois gols, mas não segurou e sofreu a virada no segundo tempo. Bonde segue como líder absoluto e 100% do grupo
Por Bruno Viotti
As horas passavam e o céu ficava cada vez mais escuro. Sinal de que a chuva, já prevista, poderia chegar a qualquer momento. Foi neste cenário que NGM e BDA se enfrentaram na segunda partida do grupo. O primeiro precisava da vitória para encostar na liderança. Já os abelhudos procuravam manter a invencibilidade. Para isso, realizaram uma reza coletiva antes do pontapé inicial. Será que ajudou?
O árbitro apitou e quem partiu para o ataque foi o NGM. O primeiro lance de perigo foi protagonizado por Edmar, que recebeu passe na esquerda e chutou mascado. No entanto, Di foi ligeiro e caiu para fazer a defesa. O BDA também tentou marcar logo no início, mas a defesa adversária conseguiu bloquear dois chutes consecutivos.
Após erro no recuo de bola do BDA, Memé interceptou o passe e chutou. Di conseguiu defender, mas, no rebote, o camisa 8 apareceu novamente para estrear o marcador. O BDA partiu para cima em busca do empate. Bruno partiu pela direita e acertou um balaço na trave direita de Fernando Farillo. Kavanha também tentou deixar o seu, mas foi barrado na hora do chute. Na cobrança de escanteio, Vi recebeu e mandou por cima do gol.
Após o gol, o NGM passou a jogar na retranca. Contudo, isso não significa que o time deixou de levar perigo ao adversário. Nego tocou para Edmar no meio, que chutou e obrigou o goleiro Fernando a espalmar como pôde. Na cobrança de escanteio, a bola passou rente ao gol. Para o azar da equipe, ninguém estava em posição de cabecear.
Com o decorrer do primeiro tempo, o BDA começou a exercer certa pressão sobre o adversário. Camarão, Kavanha e Bruno tentaram igualar o placar a todo custo. O primeiro tentou um chute de longe, mas a zaga conseguiu afastar no meio do caminho. O segundo dominou na esquerda após cobrança de lateral e bateu cruzado, o que obrigou o goleiro adversário a defender com as pernas. Já o último recebeu passe na direita e acabou chutando para fora.
“Quem não faz, toma”, já dizia o velho ditado. Em ataque do NGM, Bruno Cesar pegou rebote no meio e chutou rasteiro. Edmar entrou na frente e acabou atrapalhando o goleiro, que viu a bola entrar. O gol foi muito comemorado. O árbitro, todavia, deu o gol para Bruno Cesar.
O BDA fez um esforço final no primeiro tempo. Porém, Cris Copolla e Kavanha não foram felizes na hora de finalizar as oportunidades que criaram. Cris passou pela marcação e chutou por cima. Já Kavanha dominou após cobrança de lateral, fez o girou, mas mandou à direita de Fernando. Efetivo mesmo foi Vi, que após receber lançamento da defesa, arrumou espaço ao se livrar da marcação, girou e bateu cruzado, reduzindo a diferença do placar.
Lamentável foi a expulsão do técnico do BDA aos 24 minutos do primeiro tempo. Segundo o árbitro e a súmula, o técnico Dé reclamou sobre o tempo parado para atendimento a um jogador caído. No entanto, o jogador que estava no chão era de seu próprio time, e foi isso que o árbitro disse ao técnico. Logo em seguida, Dé respondeu utilizando uma expressão impublicável, o que causou sua expulsão.
No segundo tempo, o quadro do embate era o mesmo. BDA pressionava e NGM tentava sair nos contra-ataques. Guarulhos, dos Abelhas, cobrou falta por cima logo no início. Bruno Cesar, do NGM fez o mesmo após cobrança de lateral. Contudo, Guarulhos estava destinado a empatar a peleja: após receber na direita, o camisa 15 limpou a jogada e mandou um tijolo de longe, que venceu o goleiro Fernando e deixou tudo igual.
Com o fim da vantagem, o NGM tentou equilibrar o jogo. Memé interceptou passe no meio-campo e chutou no ângulo. Di foi buscar e espalmou. Totó também arriscou, mas mandou por cima após receber no meio. O destaque ficou para o goleiro Fernando Farillo, que conseguiu fazer uma série incrível de defesas.
Porém, o goleiro não era intransponível. Foi aí que Bruno apareceu para brilhar. Maca avançou pelo meio e chutou forte. Fernando defendeu, mas, no rebote, Bruno estava lá para definir o placar e decretar a vitória do BDA!
O NGM passou a correr atrás do resultado e deixou o jogo bem disputado no final. Era lá e cá, mas os atacantes não acertavam a pontaria. E quando acertavam, os dois goleirões estavam presentes para impedir qualquer alteração no placar.
Com o apito final, o BDA comemorou bastante a vitória, bem como a manutenção da invencibilidade e da liderança. Já o NGM saiu de campo com a impressão de que poderia ter conquistado pontos no confronto. Na próxima rodada, o BDA enfrenta o Basicus. O NGM, por sua vez, busca recuperação contra o Condor’s.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Roleta Russa Clássico 3 x 2 TNT
COM GOLS RELÂMPAGOS, ROLETA VIRA E GARANTE TRÊS PONTOS
Roleta Clássico tem ótimo desempenho nesse início de campeonato e já é vice-líder ao lado do Condor´s; TNT, em compensação, é lanterna sem pontuar
Por Bruno Viotti
Roleta Russa Clássico e TNT entraram em campo na hora da chuva para disputar o quarto jogo do dia. Os Soviéticos… digo, os Russos buscavam a vitória para colar na liderança. Se fora da quadra o frio era cruel, dentro dela o jogo começou fervendo. Logo após o apito inicial, enquanto todos procuravam abrigo da chuva, Giu marcou um gol relâmpago em belo chute e abriu o placar para o Roleta.
O TNT foi pego de surpresa, mas não se abateu. Para conseguir o empate, foi para cima com Luiz Pane e Slash. Primeiramente, Luiz recebeu passe na direita e tentou forçar passagem, mas fez falta. Depois, chutou praticamente do meio-campo e mandou por cima após limpar a jogada. Slash também desperdiçou sua oportunidade ao chutar para fora após receber passe na cobrança de lateral.
O Roleta não recuou e arriscou com Affelay de longe, que bateu no canto e obrigou Chicão a cair e espalmar. Entretanto, efetivo foi Dudu, do TNT. O camisa 9 aproveitou uma confusão da zaga e chutou cruzado para empatar a peleja aos 6 minutos do primeiro tempo.
O time de Dudu ficou animado com o gol e queria a virada a qualquer custo. Igor foi perigoso em sua tentativa: após avançar pela esquerda, o camisa 7 chutou forte e cruzado, mas Machado defendeu com as pernas. Porém, o goleirão do Roleta não conseguiu segurar o chute de Luiz Pane, que recebeu na entrada da área e mandou um toquinho para tirar do goleiro e virar o placar.
O Roleta sentiu o peso da desvantagem e tratou de correr atrás do prejuízo. Em cobrança de falta, Giu rolou e Nick chutou forte, mas a zaga tirou no meio do caminho. No lance seguinte, foi a vez de Rafinha oferecer perigo ao arco do TNT. Porém, o atacante foi interceptado pela zaga na hora do chute.
O time atacava, mas não conseguia concluir com êxito. A pressão continuou com Affelay, que, por duas vezes, parou no goleiro Chicão. Na primeira chance, o camisa 17 chutou e o goleiro defendeu após desvio no meio do caminho. Já na segunda tentativa, Chicão estava atento ao lance para barrar o toque de calcanhar do jogador.
Os contra-ataques armados pela equipe do TNT conseguiam responder à altura. Primeiro com Dudu, que recebeu na direita e mandou para fora. Depois com Igor, que avançou em velocidade, tirou do goleiro, mas foi desequilibrado pela marcação – o que fez com que seu chute raspasse na trave.
Na última tentativa do primeiro tempo, Baru cobrou lateral para Giu chutar no colo de Chicão. No rebote, o próprio Giu aproveitou para mandar uma “meia-bicicleta” para fora.
No segundo tempo, o Roleta repetiu o roteiro. No primeiro lance de perigo, Giu cobrou lateral que encontrou Guga. O camisa 36 emendou um lindo voleio e deixou tudo igual.
O jogo tornou-se parelho. Qualquer erro seria decisivo. O TNT tentou primeiro com Cabelo, que chutou forte após bela troca de passes e obrigou o goleiro adversário a espalmar. No escanteio, o próprio camisa 14 cabeceou por cima. Já do outro lado, Guga e Slash fizeram Chicão trabalhar. O primeiro avançou em velocidade e chutou forte para o goleiro espalmar. Já o xará do ex-guitarrista do Guns N’ Roses chutou forte no canto e viu o goleirão realizar grande defesa.
Com o jogo lá e cá, era evidente que um detalhe definiria a peleja. E foi o que aconteceu: em jogada ofensiva de Guga, o camisa 36 dividiu com o goleiro e conseguiu escanteio para o time. Na cobrança, Cem cruzou e Giu cabeceou para o gol, virando o jogo a favor do Roleta.
O TNT ainda tentou o empate com Luiz Pane em cobrança de falta, Slash em cabeçada para fora, e Sugos, que foi bloqueado na hora da finalização. No entanto, o apito do juiz logo soou, marcando mais uma derrota na conta do TNT.
O Roleta Russa Clássico conseguiu sua terceira vitória na temporada e alcançou a terceira posição na tabela, empatado com o Condor´s em pontos, só perdendo no saldo de gols. Na próxima rodada, a equipe enfrenta o TCM. O TNT, por sua vez, continua em último, com quatro derrotas em quatro jogos disputados, e precisa bater o Derrubada para se recuperar.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Allianza Sagrado 3 x 3 Xarope Também Joga
ÉDER FECHA O GOL E GARANTE PONTO AO ALLIANZA
Goleiro faz pelo menos cinco milagres e segura empate contra o Xarope Também Joga
Por Carlos Eduardo Sâmia
Foi um jogo praticamente de um time só. Com belas atuações de Caio e André, o XTJ começou na frente do placar e ditou o ritmo do duelo, mas cedeu o empate e só não fez mais porque no gol do Allianza estava Éder – a muralha humana.
O goleiro começou a trabalhar logo cedo. Aos 3 minutos, Kaká chutou meia altura para linda defesa. Aos 10, Caio chutou de bico e a bola foi para fora. Dois minutos depois, saiu o primeiro gol do jogo. Após bate-rebate, a equipe do XTJ deu grande sorte: a bola parou nos pés de Caio, que só teve o trabalho de empurrar para as redes.
Falta para o XTJ aos 10 minutos. Bolacha bateu bem, mas Éder fez grande defesa. No rebote, Bolacha tentou mais uma vez, de cabeça, obrigando Éder a operar um milagre. Só o XTJ jogava, e aos 14 veio o segundo, quando o camisa 10 do Allianza, Cesinha, fez lambança e saiu jogando errado. Kaká aproveitou a bobeira e ampliou o marcador.
Com 16 jogados, Vini mandou uma bomba precisa no ângulo. Todavia, o inspirado arqueiro do Allianza saltou e rebateu o balaço. Kaká pegou sobra de um bate-rebate aos 17 minutos e mandou para fora. O jogo ficou muito pegado e, em alguns momentos, faltoso. Consequentemente, eram muitas as reclamações e cartões amarelos aplicados para ambos os lados. Ainda deu tempo do Allianza aparecer pela primeira vez no jogo. Aos 23 minutos, bola na trave do goleiro Kraudio. A redonda voltou bem nos pés de Cesinha, que chutou bonito para diminuir a vantagem.
O segundo tempo precisava ser bem diferente para o Allianza. Não era possível prever até quando o goleiro Éder poderia suportar a pressão. A primeira oportunidade clara de gol ainda foi do Xarope Também Joga. Flavito raspou de cabeça, mas o camisa 20 fez outra boa defesa. Em seguida, o Allianza fez a sua segunda finalização, novamente com muita competência: Cesinha chutou de longe aos 6 minutos. A bola desviou no defensor do XTJ e enganou o goleiro Kraudio, empatando a peleja.
O XTJ tentou ficar novamente à frente do placar quando, aos 9 minutos, Kaká pegou de sem pulo. Éder, mais uma vez, salvou o Allianza. No minuto seguinte, contudo, não teve jeito: em contra-ataque fulminante do XTJ, André passou para Kaká, que só teve o trabalho de empurrar para as redes e colocar o Xarope de novo na frente. Com 3 x 2 no placar, o XTJ se segurava como podia, muitas vezes com faltas.
Na terceira chance de gol do Allianza na partida, o terceiro gol da equipe – que teve 100% de aproveitamento nas finalizações. Danilinho, aos 17, arriscou de muito longe. O goleiro Kráudio, contudo, aceitou o petardo. Aos 22 minutos, surge a última chance de gol da partida: André recebeu passe de Kaká e ficou cara a cara com Éder. Melhor para o goleiro, que não teve dificuldades em barrar o atacante e segurou o empate para o Allianza Sagrada.
O Xarope Também Joga vai para a quinta rodada na sétima colocação, com 5 pontos, e encara Os Mostarda. Uma posição atrás vem o Allianza Sagrado, com 4 pontos, que precisa vencer o Irado’s para chegar na zona de classificação das fases finais do torneio.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Império Celeste 2 x 2 Só Quem Sabe
EM JOGO MORNO, IMPÉRIO E SQS ACABAM NO EMPATE
Empate mantém equipes no meio da tabela
Por Carlos Eduardo Gatto Sâmia
Império e SQS empataram em um jogo que foi marcado pela volta do capitão Tessarin, camisa 8 da equipe do SQS, que não jogava desde o primeiro semestre. Pelo lado do Império, Zukauskas e Zen até que tentaram, mas não conseguiram tirar o placar da igualdade. Foi um jogo lá e cá, mas que começou muito truncado.
Passes errados, ligações diretas e desarmes de ambas as partes tomavam conta dos primeiros 10 minutos de jogo. Tanto é que a primeira chance clara foi acontecer apenas aos 7 minutos de jogo, com Vinny, que mandou de cabeça pra fora. Aos 12, o Império chegou pela primeira vez e com muito perigo. Zukauskas chutou cruzado e a bola bateu na trave.
Os dois times continuavam em uma série de desarmes e as chances claras de gol eram muito poucas. Aos 15 minutos, Marquesl mandou para Serjão, que, de cabeça, obrigou o goleiro Maqueda a trabalhar pela primeira vez no embate. Cinco minutos depois foi a vez de Arthur trabalhar, quando Guedes, também de cabeça, mandou no alto para o goleiro executar um verdadeiro milagre.
Aos 21, finalmente alguém conseguiu ser eficiente o bastante para abrir o marcador. Foi Zen quem fez o primeiro do jogo e do Império Celeste. Mas como o jogo estava muito equilibrado, o empate do SQS no lance seguinte não foi nenhuma surpresa. Serjão chutou de esquerda, cruzado, igualando o placar.
Cada time ainda teve uma chance de sair da primeira etapa na frente. Aos 23 Marquesl tentou de bico, mas a bola subiu demais. Aos 24, foi a vez de Zukauskas chutar cruzado para Daniel completar. Todavia, o camisa 21 não chegou a tempo de mandar para o fundo das redes.
A etapa mudou, mas o quadro da partida era o mesmo: chances desperdiçadas pelas duas esquadras. Apesar do SQS começar melhor, a primeira oportunidade desta etapa foi do Império Celeste. Daniel mandou de cabeça por cima do gol. Em seguida, o Só Quem Sabe teve uma série de chances. A primeira delas foi com Marquesl, aos 3 minutos: o camisa 22 recebeu passe de Serjão, mas pegou mal e mandou pra fora. Aos 8, Mezadri dividiu com o goleiro. A bola espirrou e desviou na trave, quase anotando o segundo da equipe.
Dois minutos depois, Serjão cortou para dentro e chutou bem, dando trabalho para o goleirão Maqueda. Depois de tanto tentar, o SQS conseguiu virar o jogo. Aos 11, Mezadri cobrou o escanteio e Serjão testou a redonda para dentro do gol. Mesmo com um gol de vantagem, o SQS continuava tentava ampliar o marcador. Mezadri lançou novamente para Serjão ficar cara a cara com Maqueda. Melhor para o arqueiro, que evitou o gol com relativa facilidade. Mezadri ainda tentou aos 16, chutando colocado, mas Maqueda fez linda defesa.
Foi nesse momento que o Império resolveu aparecer no jogo. Aos 19, Guedes mandou de longe pra fora. No lance seguinte, o empate: Zukauskas chutou e a bola desviou na zaga, enganando o goleiro Arthur. A última chance ainda foi do Império Celeste, aos 24 minutos, quando Rodolfo ficou cara a cara com Arthur, mas bateu mal.
Na próxima rodada, o Império Celeste encara o Futsampa, que não compareceu à partida contra o Irado’s e precisa da vitória para sair da pontuação negativa. Já o Só Quem Sabe, que está em quarto no campeonato, pega o líder Mercenários.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
DPGamos 4 x 3 Real Vuvuzelas
DPGAMOS MARCA NO FIM E BATE REAL VUVUZELAS
Ex-Irado´s Paulo Gama fez o quarto gol da equipe aos 23 do segundo tempo, sacramentando a vitória e impedindo que DP tivesse novo empate na competição
Por Carlos Eduardo Sâmia
O confronto entre Real Vuvuzelas e DPGamos foi um dos destaques da quarta rodada do Chuteira de Bronze. A equipe do Real Vuvuzelas se mantinha à frente no placar, mas o DPGamos, incansável, buscava o empate. Nos últimos minutos da partida, Paulo Gama, camisa 12 da equipe vermelha, colocou a equipe pela primeira vez em vantagem no jogo e deu números finais à partida.
O começo foi muito equilibrado, com as duas equipes buscando oportunidades de gol. Depois de muitos passes errados de ambas as partes, Rafinha executou a primeira finalização do jogo. Após receber passe de Marco, o camisa 10 bateu firme e obrigou Valentin à fazer a defesa com os pés, aos 5 minutos de jogo. No lance seguinte, Erlon tentou descontar de bico, mas mandou pra fora. Marco, também de bico, desperdiçou a chance de abrir o placar logo em seguida. Aos 8 minutos de jogo, Ale errou a saída de bola. Fernando Russo aproveitou e só tirou do goleiro para fazer 1 x 0 Real Vuvuzelas.
Aos 14, Zeca mandou para João, que só desviou do goleiro para deixar tudo igual no marcador. Os dois artilheiros do jogo discutiram minutos depois, e ambos receberam o cartão amarelo. Após o lance, o DPGamos seguiu no campo de ataque, mas não criou jogadas relevantes.
Foi então que Fernando Russo apareceu mais uma vez. Depois de um bate-rebate na área, aos 22 minutos, o camisa 9 pegou de primeira e botou o Real de novo na frente. O gol serviu como alerta para o DPGamos, que voltou mais ativo na etapa final e praticamente comandou todas as ações nos últimos vinte e cinco minutos.
A pressão começou cedo. Aos 2 minutos, Fernando tentou cruzar direto para o gol, mas Rafa Alencar tirou praticamente em cima da linha. No minuto seguinte, Zeca disputou com Dimy e a bola passou raspando a trave. Na sequência, a bola sobrou limpa para Felipe, dentro da área, encher o pé e deixar tudo igual de novo.
O goleiro Valentin fazia boas defesas e aguentou até os 9 minutos, quando Fernando Russo fez linda jogada, passou por dois e anotou mais um para o Vuvuzelas. O jogo seguiu mais pegado e com muitas faltas. Aos 16 minutos, Rafinha teve a chance de ampliar o marcador, mas mandou na rede pelo lado de fora. Aos 19, teve início o show de Paulo Gama. Em falta para o DPGamos na linha da área, Clebão rolou para o camisa 12, que jogou pelo lado da barreira, empatando o jogo pela terceira vez.
Faltando dois minutos para o fim, Paulo Gama ganhou a divida com o goleiro Dimy e só empurrou para as redes para fazer o quarto gol da equipe no jogo, colocando o DPGamos pela primeira vez à frente no marcador. O DPGamos tentou fazer o quinto no último lance de jogo: Valentin fez ligação direta com o ataque, João dominou, mas o goleiro Dimy fez a defesa com os pés.
Com a vitória, o DPGamos chega aos 8 pontos. Na próxima rodada, o adversário da trupe é o Elite. Já pelo lado do Real Vuvuzelas, que após início arrasador vem derrapando, a equipe permanece com 6 pontos e enfrenta na quinta rodada o Toque Me Voy, vice-líder do campeonato.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Bacaninha 4 x 3 Inter de Limão
BACANINHA DERROTA INTER E SAI DO ZERO
Em jogo com placar elástico e chuva incômoda, Marcos e João fizeram a diferença e garantiram os primeiros pontos para os tintos
Por Bruno Viotti
Quem lê rapidamente pode pensar que estamos na Itália para acompanhar mais uma exibição da Inter de Milão no Calcio. Errado, caro leitor. Estamos no Chuteira para relatar os lances da disputa entre Inter de Limão, que precisava da vitória para continuar a perseguição aos líderes, e Bacaninha, que buscava seu primeiro ponto na competição.
A princípio, o dia não parecia ser favorável aos bacanas. Nos primeiros momentos de jogo, Fernandinho chutou de longa distância e abriu o placar para o Inter. O gol surpreendeu até mesmo o repórter, que buscava abrigo para proteger seu caderno de anotações da chuva.
Dado o segundo pontapé no meio do campo, notou-se grande disputa entre as equipes, com chances para os dois lados. O que acabou virando rotina nos jogos do Chuteira de Bronze, pois não há mais jogo fácil nesta liga.
O Bacaninha foi para cima com Marcio por duas vezes. Na primeira, chutou e contou com o desvio para quase enganar o goleiro Ulisses. Já na segunda, passou por dois marcadores e tentou levar o goleiro junto, mas adiantou demais a bola. Marcos, por sua vez, foi lá e fez. O camisa 9 chutou fraco após a cobrança de lateral. No entanto, a visão do goleiro estava encoberta por muitos jogadores na área, o que auxiliou na concretização do gol.
O Inter de Limão também foi ao ataque com Rapha Bernardes e Fernandinho. Um cobrou falta na barreira e o outro dominou, girou e chutou rasteiro para fora. O Bacaninha respondeu com Marcio, ao receber na direita e mandar por cima.
Fernandinho continuava a ser a principal arma ofensiva dos cítricos. O camisa 10 criou mais duas chances, mas não foi feliz na conclusão. Na primeira, recebeu passe no meio e chutou no meio do gol para defesa de Kiko. Na segunda, cobrou falta por cima do gol.
Já o Bacaninha distribuía mais as jogadas. Em cobrança de falta, João bateu na barreira. Em seguida, após bobeira da zaga, Marcelão roubou a bola e chutou por cima do gol. Sobrou novamente para Marcos a tarefa de mudar o quadro da peleja: ao receber passe de Marcio, o centroavante tentou driblar, mas não conseguiu finalizar. Porém, a bola voltou para ele, que chutou mascado e acabou enganando o goleiro adversário. Era a virada do Bacaninha.
O Inter precisava correr atrás do resultado e foi para cima com Fernandinho – sempre ele – e GPS. O camisa 10 recebeu no meio, girou e chutou no meio do gol para a defesa de Kiko. Já o camisa 17 chutou com efeito do campo de defesa. A bola viajou e bateu na trave direita do goleiro adversário, que só ficou olhando. Seria um golaço!
No segundo tempo, o jogo ficou truncado. Os dois times erraram diversos passes. Parecia até que a bola estava queimando nos pés dos jogadores, apesar da chuva. De qualquer forma, o Bacaninha voltou melhor e criou oportunidades com Pedro Velardo e Walter. O primeiro pecou ao mandar direto para fora. O segundo, por sua vez, desperdiçou um passe aveludado de Lelê ao chutar fraco no meio do gol.
Uma vez que estava truncada, a peleja tornou-se faltosa. Na falta para o Bacaninha, Felipe bateu cruzado e para fora. Já na cobrança de falta do Inter, Fernandinho chutou forte, a barreira abriu e o segundo gol dos cítricos aconteceu, igualando o placar.
Em nova cobrança de falta, Fernandinho tentou surpreender o goleiro Kiko ao chutar colocado, mas o arqueiro adversário estava atento e fez a defesa. Coube a João o desempate para o Bacaninha. Lelê avançou e chutou forte, Ulisses deu rebote e o camisa 5 aproveitou para chutar por cima do goleiro caído e marcar o terceiro de sua equipe.
O quarto gol do Bacaninha saiu em cobrança de falta. João rolou para Lelê, que chutou forte e definiu a partida. Em seguida, Lucas dominou a bola livre de marcação para diminuir a diferença no placar. Todavia, não havia tempo para um empate.
Em jogo disputado, o Bacaninha conseguiu seus primeiros pontos na competição e agora busca posições melhores na tabela. Na próxima rodada, enfrenta o Pé de Pano. Já o Inter de Limão continua com seis pontos e foi parar no meio da tabela. Os azedos precisam de uma vitória no próximo jogo contra o Invictus para tentar chegar ao topo do grupo.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Basicus 2 x 2 TCM
BASICUS E TCM EMPATAM E SEGUEM IGUAIS NA TABELA
Após pressão exercida no primeiro tempo, Basicus vê reação dos leiteiros
Por Bruno Viotti
O terceiro confronto do dia teve a presença das nuvens carregadas, velhas conhecidas dos frequentadores do Chuteira. Porém, quem presenciou a partida entre Basicus e TCM até esqueceu do frio e da possibilidade de chuva, uma vez que as duas equipes jogaram com muita vontade e criaram belas jogadas com um futebol bem jogado.
Após o apito inicial, o Basicus foi para cima de forma assustadora. A pressão que o time exerceu para cima do TCM foi incrível! Uma goleada parecia ser questão de tempo. O primeiro a tentar o gol foi Kinho, que avançou pela esquerda e foi interceptado. Logo em seguida, Bocha bateu de longe, mas o chute foi desviado no meio do caminho.
O TCM até criou uma oportunidade com Alemão em um chute do meio-campo que obrigou Roland a cair e espalmar. Porém, o dia parecia ser mesmo do Basicus. Fefê recebeu passe na direita, correu e chutou cruzado para abrir o placar e colocar seu time em vantagem.
A pressão do Basicus continuava. Puff, que jogou no sacrifício, cobrou lateral e, no rebote, chutou torto para fora. Fefê também criou duas oportunidades. Na primeira, chutou colocado e a bola bateu na trave direita. Na segunda, dominou a bola na lateral direita e chutou cruzado, mas Johnny estava lá para espalmar. Entretanto, o arqueiro não conseguiu segurar a finalização de Veneza após receber grande passe pelo alto de Kinho. O Basicus conseguia ampliar a vantagem em menos de cinco minutos.
Até aquele momento, o TCM priorizava a defesa de qualquer forma, mas o segundo gol adversário parece ter acordado o time, que levou perigo ao gol de Roland com um chute de Zé Roberto. Apesar da nova postura do TCM, o Basicus não deixou de atacar: Puff recebeu no meio e chutou para Johnny buscar a redonda no ângulo. Em cobrança de falta, Kinho bateu e a bola foi para fora após desvio. Logo em seguida, Fefê desperdiçou ao mandar um balaço para fora.
O TCM enfim encontrou-se em campo. Deixou de errar passes no meio e conseguiu atacar com mais precisão e frieza. Zé Roberto era a principal arma ofensiva do time. O camisa 10 tentou de todos os jeitos: primeiro chutou para defesa do goleiro após cobrança de lateral. Em seguida, chutou de primeira por cima na conclusão de um cruzamento. Apesar das tentativas frustradas, Zé não desistiu e, ao receber marcado na esquerda, foi derrubado pela zaga e sofreu pênalti. Matheus cobrou e diminuiu a vantagem no placar.
O jogo estava equilibrado. Fefê criou oportunidade, mas mandou por cima. Já do lado do TCM, Raphael tentou de longe e chutou rasteiro à esquerda do goleiro. Em seguida, Matheus recebeu no meio e bateu forte em direção ao arco de Roland. O goleiro defendeu e a bola saiu de forma perigosa.
No segundo tempo, o TCM voltou para campo melhor e passou a criar mais chances ofensivas. Nada mais natural, afinal, o time precisava correr atrás do resultado. Alemão recebeu lançamento longo e cabeceou por cima. Depois, Matheus dominou na direita e chutou forte na trave.
O Basicus não deixava barato e também ia para cima. Em cobrança de falta, Mario bateu e Johnny espalmou para que a zaga afastasse o perigo em seguida. Puff também tentou e mandou por cima após dividir com o goleiro adversário. Contudo, feliz foi Matheus do TCM, que conseguiu passar por dois marcadores e bater no canto esquerdo de Roland para igualar o placar.
O TCM seguiu como a melhor equipe em campo. O Basicus não se entregou facilmente e levou perigo ao gol adversário em alguns momentos. Todavia, o placar permaneceu o mesmo até o final.
Em uma bela exibição de futebol, TCM e Basicus ficaram no empate, mas os jogadores devem ter saído de campo satisfeitos com suas atuações. Os dois times estão empatados na tabela de classificação. Na próxima rodada, o Basicus enfrenta o invicto Bonde dos Abelhas. Já o TCM joga contra o Roleta Russa Clássico.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Os Mostarda 2 x 5 Mercenários
MERCENÁRIOS BATE MOSTARDA E MANTÉM 100% DE APROVEITAMENTO
Líder do Grupo A mata o embate no primeiro tempo em sua tática inspirada no exército alemão, a blitzkrieg
Por Carlos Eduardo Sâmia
No melhor jogo da quarta rodada pelo Grupo A do Chuteira de Bronze, a equipe do Mercenários colocou em prática a tática que fez do exército alemão na 2ª Guerra Mundial incialmente invencível e arrasador – a blitzkrieg. O termo em alemão explica a guerra relâmpago, ou, melhor dizendo em vocabulário futebolês, “sufocar o adversário no início e fazer gols para matar o jogo logo de cara”. Assim o time de Kazu, Dezinho e Guto fazem toda partida: o exército destroçado desta vez foi o d´Os Mostarda, que só teve como destaque seu camisa 10, Cadú.
Logo aos 2 minutos, Marquinho raspou de cabeça, mandando a redonda por cima do gol. O goleiro Allyson se aventurou em uma cobrança de falta no campo de ataque, mas a bola pegou na barreira. Aos 4 minutos, o Mercenários comprovou o bom início de jogo: Thiaguinho bateu forte e rasteiro e abriu o marcador. No lance seguinte, Diego fez linda jogada. Porém, pecou na hora de finalizar, chutando para fora.
Em seguida, os mostardianos ofereceram perigo pela primeira vez. Tatá mandou um balaço indefensável, mas a zaga mercenária tirou em cima da linha. O empate veio logo em seguida, aos 6 minutos, quando Cadú testou a redonda para o fundo das redes e deixou tudo igual.
Todavia, segundos depois, o banho de água fria: o goleiro Allyson, mais uma vez, foi à cobrança de falta. Ao invés de cobrá-la direto, fez com bola rolando, após jogada ensaiada, e bateu forte. A pelota bateu no travessão e entrou. Um golaço! Aos 11, os Mercenários já ampliavam o marcador. Guto tocou por baixo das pernas do goleiro Dolito e fez 3 x 1.
Bruninho teve a chance de diminuir a vantagem quando saiu cara a cara com Allyson, aos 18 minutos. No entanto, acabou chutando cruzado, lançando a bola para fora. Dezinho teve chance similar, obrigando Dolito a dar um salto elástico para salvar Os Mostarda do quarto gol. Tatá respondeu e quase fez o segundo de sua equipe no último lance da primeira etapa, aos 23 minutos, quando raspou de cabeça e acertou o travessão de Allyson.
Os Mostarda voltou com uma postura diferente, mais ativo que o adversário em campo. Tanto é que as duas primeiras oportunidades de gol desta etapa foram de Flavinho. Entretanto, Allyson espalmou as duas bombas do ofensor. Lê raspou de cabeça e Cadú fez o segundo dele no jogo: 3 x 2.
Foi então que o Mercenários resolveu liquidar a partida. Diego driblou o goleiro Polito, e, mesmo com o gol livre, mandou para fora. Dezinho logo tratou de redimir o companheiro: aos 9 minutos, ele recebeu de Renato e chutou muito forte, anotando o quarto da equipe. No minuto seguinte, o Mercenários tentou marcar 3 vezes, mas zaga amarela foi precisa em barrar as investidas. Em uma dessas finalizações, contudo, a redonda sobrou nos pés de Renato, que só a empurrou para dentro.
Com um 5 x 2 no placar, a trupe mostardiana teve uma última chance, mais uma vez com Kadú. O camisa 10 bateu falta e a bola pegou na trave. Antes que a partida terminasse, mais duas bolas na trave – ambas de autoria de Dezinho. Com a derrota, os Mostarda fica na décima posição e tentará a reabilitação contra o Xarope Também Joga. Já o Mercenários segue confortável na liderança e joga contra o Só Quem Sabe na próxima etapa.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Condor’s 3 x 1 Derrubada
CONDOR’S ABATE DERRUBADA E PERMANECE NA SEGUNDA POSIÇÃO
Comandado por Peli, Condor’s fez o dever de casa e garantiu boa vitória contra o Derrubada
Por Bruno Viotti
Condor’s e Derrubada protagonizaram a última partida do grupo e não decepcionaram. Apesar de não esbanjarem técnica, os dois times realizaram um confronto de iguais e demonstraram muita vontade de vencer. O Condor’s vinha empolgado após vitória contra o Bacaninha. Já o Derrubada contava com um empate emocionante contra o Invictus na última rodada.
Felizmente, a chuva deu uma trégua aos apreciadores do bom futebol apresentado no Chuteira. Assim, após o apito inicial, o time do Derrubada foi para cima com seu craque, Joezinho, que avançou pela direita, mas adiantou demais a bola. Logo depois, arriscou em uma cobrança de falta e mandou na barreira.
O Condor’s reagiu muito bem a essas jogadas iniciais do adversário. Peli recebeu na esquerda, girou, se livrou da marcação e, quase sem ângulo, chutou cruzado para abrir o placar.
Após o lance, o jogo mostrou-se equilibrado. Jack, do Derrubada, chutou de longe e obrigou o goleiro Ivan Carlos a realizar grande defesa. No entanto, o destaque ficou por conta de Peli. O camisa 11 infernizou a zaga adversária com jogada pela esquerda, na qual chutou para fora, e com uma investida ousada pela direita que terminou em um chute sem precisão para o alto. Gugu também perdeu a oportunidade de ampliar ao chutar por cima um passe de Neno.
Os camisas 10 dos times travavam um duelo à parte. De um lado, Joezinho fazia fila no meio campo em jogadas individuais. Do outro, Neno levava perigo em chute cruzado que saiu pela linha de fundo.
Em jogo disputado, o que sempre decide são os detalhes. O Condor’s poderia ter ampliado quando a zaga do Derrubada saiu errado. Pedrão interceptou o passe, mas pecou na finalização e mandou para fora.
O ritmo do jogo seguiu célere. Era quase um toma lá, dá cá. Assim, os times alternavam os ataques. Telles, do Derrubada, desperdiçou com uma importante cobrança de lateral ao finalizar para fora. Em seguida, Peli avançou pela direita e também errou o alvo. Joezinho e Neno também pretendiam alterar o placar. O primeiro tentou de longe, mas mandou nas mãos do goleiro. Já o segundo recebeu livre na esquerda e chutou para bela defesa do goleiro Henrique.
Joezinho continuou criando as principais jogadas ofensivas de sua equipe. Após cruzamento, o jogador tentou de voleio. Todavia, Ivan, afiado na partida, caiu e espalmou a redonda. O arqueiro ainda barrou com tranquilidade uma investida de Jack.
No segundo tempo, o Condor’s começou melhor. Pressionando a saída de bola adversária, o time conseguiu criar a primeira chance de perigo da parte final do jogo com Piu-piu. Contudo, este foi bloqueado após cabecear a bola. No restante da jogada, o camisa 17 caiu no chão e colocou a mão na pelota.
Em cobrança de falta para o Derrubada, Telles acabou mandando por cima. Em seguida, Diony armou contra-ataque, mas o zagueiro adversário impediu a finalização do jogador do Condor’s. Piu-piu tentou novamente ao receber passe na direita e chutar cruzado. Para a sorte do Derrubada, Henrique fechou o ângulo e espalmou.
Os times tiveram novas oportunidades em cobranças de falta. Primeiro com Neno, que acabou por chutar na barreira. Larsson também pecou na hora de cobrar e mandou em cima dos adversários. Porém, dessa vez, a jogada originou contra-ataque para o Condor’s, puxado mais uma vez por Diony, que adiantou demais a bola e não conseguiu concluir a jogada.
Em jogada de ataque do Derrubada, Joezinho arriscou de longe, mas mandou bem por cima. Logo em seguida, a bola saiu perto da área do Derrubada. Era lateral para o Condor’s. Na cobrança, Diony dominou, saiu da marcação e chutou no ângulo oposto. Um golaço para ampliar a vantagem.
Só que a alegria durou pouco. Em questão de pouco tempo, Larsson recebeu na área após cobrança de lateral e teve tempo para escolher o campo e fazer o gol do Derrubada para diminuir a diferença no resultado. Entretanto, rapidamente o Condor’s respondeu. Guinho chutou e Adriano completou para o fundo das redes fazendo o terceiro de seu time e praticamente definindo o jogo.
O Derrubada tentou correr atrás do resultado, mas pecou nas finalizações e o placar permaneceu o mesmo durante os poucos minutos restantes. Já no final da partida, Larsson tomou cartão azul e saiu de quadra esbravejando, pois alegou que sua expulsão foi injusta, uma vez que cometeu apenas duas faltas e foi amarelado nas duas – o que gerou o cartão azul.
Apesar dos pesares, o Condor’s conseguiu a vitória e mantém a vice-liderança do grupo. O time tentará colar no Bonde dos Abelhas na próxima rodada, ao enfrentar o NGM. Já o Derrubada continua sem vencer na competição e busca recuperação na próxima rodada, quando enfrentará o TNT.
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