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CHUTEIRA NEWS: 4ª RODADA DA SÉRIE BRONZE

I CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA

XTJ 8 x 2 S. D. Hangover

XTJ ATROPELA HANGOVER E APROXIMA-SE DOS LÍDERES


Com show de Kaká, time de amarelo passa como um trator sobre o adversário

Por Vinicius Bento

Logo no comecinho os dois times estavam apostando na bola aérea. Na primeira chance do Hangover, a defesa salvou uma cabeçada em cima da linha. Na primeira jogada de perigo do XTJ, a bola tirou tinta da trave adversária.

Poucos minutos após a grande chance, Bolacha, camisa quatro do XTJ, acertou uma pancada de meia distância e a bola explodiu no travessão. Sem dar tempo para a outra equipe respirar, Kaká finalizou do meio da rua. A bola foi rasteira, mas, encoberto pelos jogares na sua frente, o goleirão Alan aceitou o peru. O XTJ abria o que seria um extenso placar até o fim do jogo. 1 x 0.

Depois disso o jogo deu uma esfriada. O XTJ tinha bem mais posse de bola e mantinha-se no campo de ataque. O Hangover parecia um pouco nervoso. Seus jogadores erravam passes simples, muitas vezes de poucos metros. Mesmo assim algumas boas chances apareciam, como a que Luizinho desperdiçou. Cara a cara com o goleiro Caipira, ele finalizou torto de perna canhota e jogou a bola longe do gol.

Como quem não faz toma, menos de 2 minutos depois Kaká fez mais um. Ele recebeu passe de Maska e finalizou rasteiro. 2 x 0. O terceiro não foi de Kaká, mas passou por ele. Ele tocou para Caio, que deixou para Magu, sozinho de baixo do gol, empurrar para dentro. Não tinha mais nem goleiro a sua frente. 3 x 0 e já no primeiro tempo a vaca começava a deitar.

O XTJ continuava no ataque. Dessa vez foi Bruno Costa que arriscou. No contra-ataque, o meia das canetas chegou cara a cara com o goleiro, mas, ansioso, precipitou-se e finalizou de perna canhota. A bola explodiu no goleiro, que a jogou para escanteio.

Não satisfeito com o placar já amplo, Grelo fez mais um depois de uma tabela. Na hora da conclusão ele bateu por baixo do goleiro Alan, que definitivamente não estava em uma tarde feliz. Antes que o Hangover saísse com a bola o árbitro encerrou a primeira etapa.

Na segunda metade a enxurrada de gols continuou. Caio recebeu lançamento da defesa, ganhou na velocidade dos adversários e, sozinho com o goleiro, teve frieza para marcar. Não perca a conta: 5 x 0.

Impecável na partida, Kaká fez mais um lindo gol para o seu time. Depois de chegar cara a cara com o goleiro (e que facilidade os jogadores do XTJ chegavam na cara do goleiro), ele só deu um toque por cima. Golaço.

Quando o Hangover tentava alguma coisa, o goleiro Jhonny estava se saindo muito bem. Depois de finalização espetacular de Maska, o goleiro voou no ângulo e salvou o que seria o gol de honra.

Maska tentou tanto que uma hora tinha de dar certo. Disparado o melhor jogador do seu time, o pequenino diminuiu a vantagem do marcador. Tentando ainda fazer seu time respirar, Paulinho Gama enfiou o pé nela. Chute cruzado, da esquerda para a direita. O goleiro até esticou o braço, mas sem resultado. 6 x 2.

Menos de cinco minutos depois, Bolacha rolou a bola no meio da área para Kaká fazer mais um na partida e terminar de aguar o chopp do Hangover. Que nada! Foi Bolacha quem teve o papel de algoz, fechando a goleada em 8 x 2.

I CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA

Carrossel Cevadês 2 x 2 Bonde dos Abelhas

BDA E CARROSSEL CONFIRMAM O EQUILÍBRIO: EMPATE MERECIDO


Equipes buscaram a vitória, mas prevaleceu a igualdade, e o resultado acabou sendo justo; William (BDA) e Gui Rezende(Carrossel) fizeram os gols

Por Douglas Almasi Santos

De um lado, o Carrossel Cevadês com 6 pontos na tábua de classificação; do outro, o BDA com a mesma pontuação. E o resultado, no fim da partida, não poderia ser outro: um justo empate. Os times apresentaram desfalques antes do início do jogo. Ragazzo, pelos lados do Carrossel, ficará fora da fase de classificação, - pelo menos mais um mês de ausência dos gramados - fruto de uma fratura no pé direito. A previsão dos médicos é que o ‘matador’ só volte na fase final da série Bronze.

Já o BDA estava com um sério problema: a improvisação do craque Cris Copolla no gol, uma vez que o goleiro titular não compareceu ao embate. Além disso, a equipe só dispunha de dois atletas na reserva, ao passo que o Carrossel possuía um time completo de suplentes para revezar. Todavia, quem esperava um Carrossel avassalador, viu um BDA valente, copeiro, às vezes defensivo por conta da situação de jogo, que lutou do começo ao fim.

Com a bola rolando, o Carrossel fez a primeira boa jogada, quando em um passe errado da zaga do BDA, Melaré interceptou e soltou a bomba para defesa de Copolla. E apostando na defesa, para sair rápido aos contra-ataques, o BDA largou em vantagem: Pedro Pina recebeu passe na ponta direita e chutou cruzado, a bola passou por baixo das pernas do goleiro Roland, e Willian, em baixo da trave, só teve o trabalho de empurrar às redes.

Com a abertura do marcador, o BDA quase ampliou em seguida, em forte chute de André Luiz, que Roland colocou a escanteio. Depois da tentativa, o BDA recuou, e o Carrossel passou a sufocar o adversário. Guilherme Nunes teve duas chances seguidas, uma em cobrança de falta que passou longe do gol, e outra em bom chute para boa defesa de Coppola. O improvisado guarda-metas do BDA ainda fez ótima intervenção, ao parar cabeçada de Fábio Ragazzo, espalmando à linha de fundo.

A pressão do Carrossel era intensa, e a insistência surtiu efeito: cobrança de lateral, Poletto dominou e chutou forte, Coppola espalmou de forma sensacional, mas no rebote, Gui Rezende, oportunista, chutou prensado com a zaga para empatar. Roland, ao tentar afastar uma cobrança de lateral, acabou machucando o pulso e teve que ser atendido no gramado, mas sem sequelas.

O jogo era de um BDA defensivo, por conta dos desfalques, contra um Carrossel ofensivo, porém, com a pontaria descalibrada. No fim da etapa primeira, o BDA chegou com mais perigo, uma vez com Willian para defesa de Roland, e outras duas vezes com André Luís, sendo a mais bonita em um chute da entrada da área que acertou a trave. Roland, antes do intervalo, ainda machucaria o pescoço, mas também sem gravidade.

No segundo tempo, o mesmo filme visto na etapa inicial, com o Carrossel pressionando, e o BDA, valente, defendendo-se. Pelo lado esquerdo da quadra, Poletto encheu o pé, que Coppola espalmou. Já sem Roland, e com presença de Henrique na meta, o Carrossel escapou de levar mais um gol, uma vez que o goleiro fez boa defesa à meia altura, em chute de André Luís. O camisa 5 do BDA era um dos destaques do jogo até o momento, mas cometeu uma infantilidade: levou cartão azul ao reclamar da arbitragem, prejudicando sua equipe.

Quem agradeceu foi o Carrossel, que aproveitou a brecha na exclusão do craque do BDA para virar o jogo: toque da direita, e Gui Rezende, mais uma vez com oportunismo, chutou para fazer a alegria da sua nova namorada e do seu time. Com a vantagem, o Carrossel tinha tudo para deslanchar, mas foi o BDA quem cresceu, e chegou à igualdade novamente com Willian, que livre de cabeça, escorou cobrança de lateral e comemorou muito.

Caio também perdeu a cabeça e discutiu com o árbitro, levando o cartão azul, e desfalcando o Carrossel. No fim, Fábio Ragazzo parou em Coppola, decretando o empate entre BDA e Carrossel: 2 a 2. André Luiz ainda estava inconformado com a atuação de um dos árbitros: “Assim não dá, toda vez ele nos prejudica, já são dois jogos seguidos que ele falha”, revoltou-se o camisa 5.

O capitão do Carrossel, Marco Aurélio, disse que “o jogo foi disputado” e “o resultado foi justo”. “Teve alguns bate-bocas durante a partida, mas no fim, o equilíbrio prevaleceu”, comentou.

I CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA

Maciota´s 2 x 0 Real Vuvuzelas

MACIOTA´S JOGA PARA O GASTO E VENCE O VUVUZELAS


Equipe jogou o suficiente para calar as Vuvuzelas que queriam incomodá-los

Por Douglas Almasi Santos
Colaboração Renato Ferraz

O Maciota’s confirmou o bom momento que atravessa e venceu o Real Vuvuzelas por 2 a 0. Jogando de forma objetiva, a equipe foi superior ao adversário, chegou à terceira vitória na competição e, de quebra, assumiu a vice-liderança da Série Bronze. Já o Vuvuzelas, mais uma vez, decepcionou seus torcedores e sofreu novo revés, ocupando a antepenúltima posição do certame.

O clima na quadra 8 começava a ficar cada vez mais escuro, uma vez que o tempo na capital paulista indicava chuva para as próximas horas. O duelo foi marcado por muitos torcedores presentes, apoiando suas respectivas equipes. Um atraso por parte dos árbitros proporcionou o retardamento da partida. Problemas extracampos resolvidos, a partida começou com muita marcação e pouca criatividade nos ataques.

Quem tomou a iniciativa foi o Vuvuzelas, que, com Samuel chutando, obrigou Fê a fazer boa defesa. A resposta do Maciota’s foi imediata: Alex recebeu passe e arriscou o chute, que levou perigo à meta de Caio. Até o presente instante, muita movimentação em quadra, com as equipes apostando na marcação no meio de campo como fórmula para neutralizarem os perigos adversários. Porém, faltava objetividade aos dois times.

Quando colocou a bola no chão, e teve mais vontade, o Maciota’s largou em vantagem: Jerry avançou pelo flanco, levou a pelota em diagonal ao meio e chutou para fazer 1 a 0 para o time. Com a vantagem, o Maciota’s continuou pressionando. Nova jogada pela lateral, dessa vez com André, ele bateu cruzado e carimbou a trave, quase marcando o segundo tento da equipe.

Ainda no primeiro tempo, Danilo fez grande jogada de linha de fundo e tocou à área, mas nenhum jogador do Maciota’s chegou a tempo de pôr o pé na bola e empurrar ao gol. Com esse lance, a etapa primeira se encerrou, com a promessa de um segundo tempo melhor ainda. Na volta do intervalo, o jogo continuava equilibrado.

O Vuvuzelas iniciou atacando com André, que arriscou bom chute, mas Fê espalmou a escanteio. A partir desse instante, o Maciota’s valeu-se de uma técnica superior, e sufocou o adversário. Jerry recebeu passe e chutou com muito perigo. Em seguida, Caio saiu de forma arrojada no pé do atacante do Maciota’s, evitando mais um gol.

E com a pressão, não tardou ao time chegar ao segundo tento: ataque perigoso, após bate e rebate entre os atacantes e zagueiros, Felipe chutou para marcar e sair para comemorar. Com vantagem de dois gols, o Maciota’s passou a vibrar mais, algo que até então não havia ocorrido. O time passou a tocar a bola, esperando o apito dos árbitros. Fim de jogo e novo triunfo do Maciota’s.

A próxima rodada será de extrema importância às duas equipes. Enquanto o Vuvuzelas terá o “confronto da morte” contra o S. D. Hangover, valendo uma sorte melhor a quem vencer, o Maciota’s fará confronto direto pela liderança contra o TNT.

I CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA

Os Mostarda 8 x 5 Império Celeste

EM UMA REAÇÃO ESPETACULAR, OS MOSTARDA VIRA SOBRE O IMPÉRIO


Time perdia por 5 a 3, porém marcou cinco gols seguidos e impediu o Império de fazer seus primeiros pontos

Por Douglas Almasi Santos
Colaboração Renato Ferraz

O Os Mostarda confirmou a boa fase e venceu a segunda partida consecutiva no torneio, ao bater o Império Celeste. O time, que iniciou a competição com duas derrotas apertadas, fez a alegria de seus torcedores, e chegaram aos 6 pontos na tábua de classificação. Já o Império sofreu seu 4º revés seguido, e amarga a última posição na série Bronze.

O jogo começou com o Império atacando, visando o gol logo no início. Quevas sofreu falta e fez a cobrança, bem defendida por Polito. O Mostarda respondeu com Stefan, que arriscando de fora da área, levou perigo à meta de Gabriel. A partida, até então, estava sendo muito disputada, inclusive, com número excessivo de faltas para ambos os lados.

Mesmo equilibrado, não tardou a sair primeiro gol. E o Império largou na frente. Zukauskas recebeu bom passe, tirou do goleiro Polito, e com categoria tocou para fazer um bonito gol. Mas o Mostarda respondeu em lance seguinte: troca de passes entre os jogadores, a bola foi cruzada duas vezes na área, mas ninguém completou, porém, no terceiro cruzamento, apareceu o pé de Bruninho, que finalizou e saiu para o abraço.

O embate esquentava, e o Império respondeu de forma rápida: Guedes conduziu a bola pelo meio, trouxe ao pé direito e chutou forte para pôr o lanterna do certame em vantagem novamente. E parecia que a saga negativa do time terminaria na tarde de sábado na quadra 8. Cobrança de falta à equipe, Guedes encheu o pé, a bola desviou na trajetória e entrou. Segundo gol do camisa 7 no jogo, terceiro do Império.

Atrás no marcador, só restava ao Mostarda se lançar ao ataque, e foi o que o time fez. Cadú Mantovani, arriscando de fora da área, fez um golaço e descontou para o time. E em cobrança de falta, Stefan guardou o gol de empate. Duelo emocionante, para o delírio do torcedor presente.

O Império, mesmo ficando em vantagem, e depois sofrendo gols de empate, não se abateu. A equipe se soltou, e chegou a abrir dois gols de vantagem. Guedes, endiabrado, marcou mais duas vezes: primeiro, arriscou chute de longe e se deu bem, marcando o 4º gol do time; depois, recebeu passe e guardou mais um, anotando seu quarto tento, o 5º do Império.

Quando tudo levava à primeira vitória do único time que não somou pontos na competição ainda, o Mostarda renasceu, e começou uma reação espetacular. Stefan recebeu bom passe, entrou sozinho na área, e chutou para descontar. Os chutes de longa distância estavam funcionando na quadra 8, e dessa vez, foi o camisa 10 Cadú Mantovani que arriscou e se deu bem, empatando a partida.

E a reação do Mostarda não parou por aí: Biel foi acionado e fez um bonito gol, virando o marcador. Incrédulos, os jogadores do Império não acreditavam no poder de reação do adversário, e viu suas chances de sair com a primeira vitória na competição se esvair em lance que gerou polêmica, quando Bruninho marcou, e os atletas do Império reclamaram demais da arbitragem. Com o excesso nas reclamações, Quevas acabou excluído do jogo.

Sem forças para reagir, o Império sofreria mais um gol, dessa vez marcado por Flavinho, que deu números finais ao embate: vitória do Os Mostarda por 8 a 5, e a sexta posição à equipe, entrando na zona de classificação. Já o Império Celeste terá, contra o Bonde dos Abelhas, chance de marcar seus primeiros pontos na série Bronze.

I CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA

TNT 2 x 1 Diabos Negros

COQUEIRO SEGURA DIABOS E ASSEGURA OS 100% DE APROVEITAMENTO AO TNT


Goleiro foi fundamental no quarto triunfo seguido do time, que ruma tranquilo à classificação

Por Douglas Almasi Santos
Colaboração Renato Ferraz

O TNT chegou à quarta partida sem saber o que é perder pontos. Dessa vez, a vítima foi o Diabos Negros, e lidera a série Bronze com 12 pontos. Mas, ao invés de tranquilidade, o time sofreu para manter a ponta, e só conseguiu o triunfo garças à inspiração do goleiro Coqueiro. Já o Diabos endureceu a partida, vendeu caro a derrota, mas teve que se contentar com a segunda derrota seguida no certame.

Mesmo com poucos torcedores, e com uma garoa fina que caía na zona Oeste de São Paulo, o jogo começou corrido. E logo de cara, já houve um lance esquisito: o Diabos cobrou o lateral, a bola desviou durante o trajeto e entrou, mas os árbitros não validaram o gol. O TNT respondeu com Luis Pane: ele avançou pelo meio e chutou forte para monstruosa defesa de Marco, salvando o time de sofrer o primeiro gol.

Com o jogo bem disputado, cada lance jogado levava perigo ao adversário. Mais Diabos Negros, Cadu Santo arriscou bonito chute, mas a bola subiu e saiu à linha de fundo. O TNT, valendo-se da falha do goleiro Marco, abriu a contagem: Passareli arriscou de longe e o arqueiro do Diabos aceitou. No fim da etapa primeira, o time quase ampliou, novamente com Passareli, que desperdiçou boa chance chutando para fora.

Em vantagem, o TNT voltou do intervalo disposto a liquidar com as chances do Diabos. Em cobrança de lateral, Miluzzi tentou afastar, mas acabou jogando contra o próprio patrimônio, marcando gol contra ao TNT. Mas na saída rápida, o Diabos foi esperto e dirimiu o prejuízo através de Walter, anotando o primeiro gol do time.

Sem muito a perder, o Diabos se lançou ao ataque, enquanto o TNT apostava nas jogadas de contra-ataque. Começava a surgir a figura do goleiro Coqueiro. O guarda-metas do TNT cresceu na hora certa, defendendo chutes importantes, e fazendo boas intervenções, inclusive, com os pés.

Coqueiro fez defesas importantes, fechando o gol do TNT. Ele parou o bom ataque do Diabos com, pelo menos, três defesas seguidas. Os jogadores do TNT se defendiam da forma que podiam, mas recuar dessa maneira poderia ser fatal. Porém, no fim, o time suportou a pressão adversária, e faturou mais três pontos no certame.

Com o triunfo, o TNT segue 100% na série Bronze, e vai encarar o Maciota’s na próxima rodada, embate que vai valer a liderança do grupo. Já o Diabos Negros permanece com 4 pontos, na 7º colocação, e terá chances de se recuperar ante o Carrossel Cevadês, em confronto que promete muito.
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