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CHUTEIRA NEWS: 3ª RODADA VI CHUTEIRA DE PRATA

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

Obrigado Senhor 5 x 3 Maciota’s

OBRIGADO SENHOR PASSA POR APAGÃO, MAS SEGURA VITÓRIA


Time do artilheiro Lucas Oliveira abriu 4 x 0 no primeiro tempo, mas relaxou e quase tomou o empate

Por Bruno Viotti

“Haja coração!”. A célebre frase de um certo narrador da Rede Globo vem bem a calhar ao analisar esta partida. De um lado, a equipe do Obrigado Senhor, que tentava se recuperar da derrota sofrida para o Rabeloska. Do outro, o Maciota’s, que procurava manter a série de vitórias e continuar brigando pela primeira posição.

O jogo começou e, o que parecia ser disputado, logo pendeu para um dos lados. Após dois ataques do Maciota’s com Alê, que tentou colocar a bola entre as pernas do zagueiro, e China, que foi bloqueado na hora da finalização, o Obrigado Senhor começou a dominar a partida.

Em diversas jogadas ofensivas, o time conseguiu tomar conta do meio campo e pressionar. Lucas Oliveira avançou e chutou rasteiro em cima do goleiro. Rafael recebeu no meio campo e mandou à direita de Cheik. Raphael recebeu na direita e cruzou, mas ninguém aproveitou a oportunidade.

Diante da pressão, a opção do Maciota’s era o contra-ataque. Jerry recuperou a bola no meio-campo, avançou e chutou, mas o goleiro Chalupe caiu para defender. No entanto, a tática não deu tanto resultado. Em cobrança de lateral, Raphael, do Obrigado Senhor, cabeceou na trave. Na sobra, Lucas Oliveira apenas empurrou para dentro do gol. 1 x 0.

Não demorou muito para o Obrigado Senhor aumentar a vantagem. Fê recebeu livre no meio-campo, ajeitou e soltou a bomba rasteira no canto direito de Cheik. 2 x 0!

O líder do campeonato até então tentou reação em chute de Lê, mas a bola foi por cima do gol. Já o domínio do Obrigado Senhor continuava evidente. Lucas Oliveira tentou chute cruzado e a bola foi para fora. Thales dominou passe e chutou colocado à direita do gol adversário.

O Maciota’s não se dava por vencido e tentava diminuir a todo custo. Primeiro com Jerry, que recebeu na esquerda e bateu no canto. Chalupe caiu e espalmou. Depois com Wagnão e China, mas ambos mandaram suas finalizações por cima do gol.

No entanto, efetivo mesmo foi Lucas Oliveira. O matador dominou a bola pela direita, arrumou ângulo e bateu cruzado, sem chances para o goleiro Cheik. 3 x 0 Obrigado Senhor!

O Maciota’s estava irreconhecível. Apesar de tentar, quem marcou foi o Obrigado Senhor novamente. No contra-ataque, Cabe recebeu livre pela direita e chutou no canto. 4 x 0 aos 23 minutos do primeiro tempo.

Após a conversa do intervalo, o Maciota’s acordou e começou a exercer pressão sobre o adversário. Wagnão tentou duas vezes, mas mandou ambas para fora. Loba também tentou após lançamento do goleiro Cheik e mandou por cima. Entretanto, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Com grande passe de Wagnão, Loba dominou e chutou rasteiro no canto direito de Chalupe. 4 x 1!

O domínio no segundo tempo passou a ser do Maciota’s, que foi com tudo para o ataque com Wagnão e Leo. No entanto, o segundo gol começou com o goleiro Cheik. Após realizar defesa, o goleiro armou contra-ataque e mandou a bola para Loba, que recebeu na direita e chutou cruzado, diminuindo ainda mais a diferença.

Com o ânimo exaltado do Maciota’s, a defesa do Obrigado Senhor já começava a temer. E não era sem motivo. Após confusão na área, a bola sobrou novamente para Loba, que chutou e fez seu terceiro na partida. 4 x 3 e a esperança de empate surgia mais forte do que nunca.

No entanto, quem marcou mesmo foi Kim, que mandou um belo chute rasteiro e fez o quinto do Obrigado Senhor. O gol foi um verdadeiro balde d’água fria no Maciota’s, que não encontrou mais ânimo para reagir.

Fim de jogo! Em uma partida dos extremos, o Obrigado Senhor dominou o primeiro tempo enquanto o Maciota’s dominou o segundo. Na próxima rodada, o Obrigado Senhor enfrenta o Xoras. Enquanto isso, o Maciota’s tenta recuperação contra o Elefantes Indomáveis.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

Acidus 2 x 2 É Verdadeee

ACIDUS PERDE A LIDERANÇA APÓS EMPATE COM É VERDADEEE


Equipe perdeu pontos importantes e agora é segunda colocada; EV se recupera

Por Tamires Paulino

Precisando vencer para se manter na liderança, a equipe do Acidus entrou em campo contra o É Verdadeee muito diferente do que se costuma ver: o craque da equipe errando a pontaria feio, a criação falhando, a distribuição nem se fala e, como em toda equipe que não joga muito bem, o zagueiro se destacando.

O começo, meio pegado, dava indícios de um jogo quente. Lançamentos para fora por parte do É Verdadeee e bobeiras da zaga pelo lado do Acidus levavam ambos a se atentarem às suas partes técnicas, prendendo o jogo no meio de campo.

Só aos 7 minutos essa situação mudaria: Fred tocou para Bruno, que fez o primeiro do É Verdadeee, para desespero dos ácidos, que a partir daí tentariam, num esquema coração na ponta da chuteira, empatar. Em lance seguinte, Caballero recebeu cruzamento dentro da área e, na hora do chute, foi travado. Ele acabou chutando o goleiro sem querer, mas pediu desculpas em seguida. Houve um pequeno desentendimento entre eles mas acabou tudo bem.

Aos 15 minutos, Fúria carregou a bola através do campo sem que ninguém conseguisse impedi-lo – o que só aconteceu quando ele mesmo chutou para fora, à direita do gol. A marcação no meio do Acidus não acompanhava e o EV ia mostrando suas garras

O Acidus investia pela esquerda, na maioria das vezes com Louiz após a saída de Flávio, machucado. O camisa 12 tentava aremates de fora da área, mas Reyna reinava absoluto e espalmava tudo que vinha. Porém, pouco antes do fim do primeiro tempo, embora não estivesse em tarde das mais inspiradas, o Acidus conseguiu o tão almejado empate: Cássio limpou todo o lance e tocou para Louiz completar forte no meio do gol. Aproveitando o gás que a equipe ganhou, aos 25 engataram um belo contra-ataque, mas o árbitro resolveu apitar o fim do primeiro tempo bem em meio ao corre-corre amarelo-limão, para desespero dos mesmos.

No segundo tempo, o jogo seria bem mais para o Acidus. Tanto que, após tanto desespero, Caballero finalmente, meio desengonçado em uma tentativa de vários meios de transporte (bicicleta, velotrol...) marcou o segundo para sua equipe na ponta esquerda da área.

O gol acalmou o Acidus, que tinha todo o contra-ataque para matar o jogo. Numa dessas chances, Caballero cruzou à área, Vitão recebeu no segundo pau, sem goleiro e ainda errou o gol. Pois é. Em outro lance, Caballero recebeu na frente e, de cara para o goleiro, foi a vez dele de chutar longe, longe... Isso sem contar que ele saiu livre na cara de Reyna e tentou driblar o grandalhão. Resultado: Reyna voou em seus pés e tomou-lhe a bola. Reyna fez o mesmo com Flávio: tentativa de drible e.. bote nele! Bola nas mãos do goleiro.

Assim foi que, de não querer matar o jogo, ou de Reyna impedir um 3 x 1 praticamente fatal, que toda a supremacia limão em campo naquele momento foi por água abaixo. Se Felipe pegou chute de Gavião cara a cara com a ponta dos pés, não houve perdão com Fred. Ele recebeu de costas para o gol, girou e bateu. O chute foi um tanto fraco, mas morreu nas redes após ainda tocar na trave rasteira. Era o empate, que levava à loucura o técnico Lucas no banco de reservas.

O jogo ficou nervoso, pois um gol era praticamente sinônimo de vitória, tanto que, em lance quase subsequente, King e Caballero dividiram um lance em disputa corporal. O defensor impedia que o atacante chegasse na bola com intermitentes empurrões, e isso que o árbitro não parava de gritar “Sem mãos, sem mãos”. Os lances de mão entre os dois não tardaram a causar irritação e um bate-boca que poderia levar facilmente a um cartãzinho para os dois. Os árbitros ficaram na conversa e souberam lidar com a situação.

O finalzinho do jogo ainda reservava mais um lance de perigo: Latrell subiu para tirar a bola do alcance de Caballero, mas fez isso com as mãos. Em cobrança de falta, o goleiro do É Verdadeee cresceu ao lado da barreira e levou a segunda bolada de falta no estômago. Ele pegou mais uma e acabava com a festa acidiana, que perde a liderança para o My Balls e tem pela frente nada menos que o CAV. Já o EV, que fez uma ótima partida, em seus altos e baixos, tenta manter a altura diante do Ras Time.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

Bucets 1 x 9 Ras Time

RAS MASSACRA BUCETS E SEGUE ARRANCADA RUMO À LIDERANÇA


Carrasco, Ritolê marcou cinco dos nove gols da vitória em sua estreia na competição

Por Tamires Paulino

O lanterna do Grupo B, Bucets, enfrentou o Ras Time e levou mais uma goleada. Parece que a equipe ainda não se encontrou no campeonato e corre alto risco de cair se não se apressar em vencer.

Tudo começou com Rernanes, o craque do Ras, que dessa vez ajudou bastante a equipe criando jogadas, diferentemente do habitual – concluí-las. Ele chutou de fora aos 3 minutos, mas o goleiro defendeu. Foi a primeira finalização da equipe. A partir daí, essa cena se repetiria várias vezes.

No próximo lance, a dupla Rernanes e Johnny tabelou até a entrada da área, mas Rernanes foi travado na hora do chute, o que não aconteceria no lance seguinte, quando ele conseguiu adentrar a área e marcou o primeiro gol do Ras. O empate, no entanto, não tardaria: o capitão Felipe Almeida deu um chute de longe e o goleirão Cipó acabou aceitando.

A tarde, porém, era mesmo da equipe adversária e, focando ainda mais, de Ritolê. O primeiro de seus cinco gols veio de um cruzamento recebido na entrada da área, pela direita. Ele dominou e chutou alto, no canto esquerdo.

A equipe do Bucets estava atordoada, perdida. Talvez pesava a eles o fato de ainda não terem pontuado no campeonato e estarem perdendo mais uma – que seria difícil de virar, vide o adversário tão bem estruturado. Corriam atrás de um empate, mas tinham sempre suas jogadas interceptadas, além de uma dificuldade pelo meio, que não conseguia criar boas jogadas – tanto é que o gol de empate partiu de um chute de fora da área. Bom, mas para a equipe do Ras, isso era vantagem. Antes do fim do primeiro tempo, Macaulin daria chute rasteiro ao gol e marcaria o terceiro.

No segundo tempo, a situação pioraria bem mais para a equipe vinho. Rernanes, inspirado, deu uma caneta no zagueiro em lance que acabaria fora do gol. Em seguida, ele mesmo chutaria do meio de campo, novamente em cima do goleiro.

Falando em protagonizar, Dennys, estreante do Ras e não o folclórico ex-manager do Bucets, foi o protagonista de lance curioso aos 12 minutos: deu um chute totalmente descompromissado direto do campo de defesa, sem direção alguma. A bola pegou um efeito inesperado e acertou a trave do Bucets, arrancando risos dos presentes. Nem ele acreditou.

De repente, o inspirado Ritolê adentrou a área duas vezes em lances bastante próximos e deu início à arrancada azul no placar marcando dois gols simples, sem grandes inovações. Não perca a conta: 5 x 1.

Aos 16 minutos, Rernanes dividiu pelo meio e tocou para Ritolê. Este cruzou para Dennys chutar em cima do goleiro em bela triangulação. Aliás, no time do Ras destacam-se as boas trocas de passes quase sempre certeiras ou que, no mínimo, levam perigo.

Os dois primeiros protagonistas daquela triangulação seriam os responsáveis pelos próximos dois gols, respectivamente. O primeiro aos 20 minutos, o segundo logo em seguida, aos 21 minutos. Neste, Ritolê fez de cavadinha no gol vazio, vindo pela lateral e sendo oportuno em lance veloz.

Para fechar o placar, Tchelo tocou para Macaulin, que mandou rasteiro para a meta adversária. O Ras continua sua alavancada rumo aos líderes do Grupo B, com 7 pontos e bom saldo de gols, enquanto o Bucets, o pior saldo de gols da competição, é o lanterna e enfrenta o Canhedo na próxima rodada. O Ras enfrenta o É Verdadeee.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

Só Canelas 0 x 4 Rabeloska

RABELOSKA GOLEIA E É LÍDER ISOLADO


Apesar da pressão do Só Canelas, time foi certeiro nas finalizações e contou com atuação impecável de Tássio, que pegou pênalti, para garantir a terceira vitória na competição

Por Bruno Viotti

Em rodada da Prata, nada melhor do que começar com um jogo do porte de Só Canelas – que vinha de goleada sobre o Diabos Negros – versus Rabeloska, campeão da Bronze. Era o jogo entre os dois favoritos do grupo. Em nesse duelo, o Rabeloska saiu bem na frente, aplicando goleada e se isolando na liderança.

No início, a impressão que ficou foi a de que seria um jogo cauteloso, com as duas equipes observando e estudando os movimentos adversários. Assim, quando os times finalmente resolveram arriscar, a primeira chance real de perigo foi do Só Canelas. Bruninho recebeu no meio e chutou rasteiro, à direita de Tássio.

O Rabeloska demorou para acordar. Enquanto isso, o Só Canelas pressionava. Dinho recebeu na direita, cortou para dentro mas chutou para fora. Em seguida, Bisnaga desarmou o adversário e concluiu por cima da meta de Tassio.

Na primeira jogada perigosa do Rabeloska, Ibraim dominou do lado esquerdo do campo e bateu cruzado. No entanto, a zaga estava atenta e interceptou o chute no meio do caminho.

O Só Canelas continuava melhor, uma vez que os mackenzistas erravam passes constantemente. Chico, que não tinha nada com isso, chutou forte e obrigou Tássio a espalmar. No escanteio, Bruninho concluiu, mas mandou em cima do goleiro adversário.

O jogo passou a ficar mais truncado. O Rabeloska tentava equilibrar o jogo e, como resultado, as zagas dos dois times mostraram trabalho, travando os atacantes em momentos precisos. Esse estilo de jogo fez bem ao Rabeloska, que foi perigoso com Cassinho. Ele limpou a jogada e chutou na trave esquerda de Johny. Entretanto, efetiva foi a dupla formada por Juva e Cassinho. O camisa 5 recebeu na direita, tirou do zagueiro e chutou. A bola desviou em Cassinho e enganou o goleiro Johny. 1 x 0, apesar de protestos adversários que afirmavam o toque de mão de Cassinho na jogada.

O Só Canelas sentiu o gol, mas ainda tentava o empate com alguns lances isolados de Devison. No entanto, a última chance do primeiro tempo foi do Rabeloska, com Drogbruno, que chutou forte, mas não contava com um desvio do zagueiro.

O segundo tempo começou com o Só Canelas disposto a repetir a pressão do início do jogo. Niel tentou pela primeira vez e fez Tássio trabalhar. Já na segunda tentativa, o mesmo Niel recebeu livre, driblou o goleiro e inexplicavelmente acertou a trave.

Como diz o velho ditado: “quem não faz, toma”. Drogbruno organizou a jogada ofensiva e, marcado, tocou para Juva fuzilar o gol de Johny. 2 x 0.

O Só Canelas não desistiu e tentou diminuir. Devison chutou por cima e Niel em cima do goleiro. Sobrou para Bisnaga criar a melhor chance para o primeiro gol de seu time após sofrer um pênalti. Entretanto, na cobrança, o mesmo Bisnaga cobrou e Tássio caiu para defender sem dar rebote. A torcida esbravejava com expressões que não podem ser utilizadas nesta matéria.

O Rabeloska, que não é bobo nem nada, partiu no contra-ataque com lançamento do goleiro Tássio. A bola chegou em Ibraim, que chutou para grande defesa de Johny. Se Johny estava do lado do Só Canelas, a sorte, por outro lado, parecia estar do lado oposto. No lance seguinte, Barata, do Rabeloska, deu belo passe para Dick Vigarista, que conseguiu tocar e tirar do goleiro para fazer o terceiro de seu time.

O Só Canelas já estava todo no ataque. O time não tinha mais nada a perder. Foi nesse momento que os espaços apareceram. Cassinho aproveitou, recebeu livre na esquerda e mandou um toquinho para tirar o goleiro da jogada e marcar o quarto do Rabeloska. Goleada!

O Só Canelas ainda tentou diminuir. No entanto, a grande atuação de Maradona, que jogou com seriedade, tirando tudo que chegava perto do gol do Rabeloska, impediu qualquer reação do time adversário.

Fim de jogo! O Rabeloska conseguiu manter a série de vitórias com uma goleada. Já a reação do Só Canelas foi freada. Na próxima rodada, o Rabeloska enfrenta o Joga 13. Já o Só Canelas tenta recuperação contra o agonizante Coringa.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

Joga 13 2 x 2 Diabos Negros

DIABOS NEGROS EMPATA COM GOL NO FINAL


Cadu marca duas vezes e salva time da derrota

Por Bruno Viotti

Joga 13 e Diabos Negros realizaram a segunda partida da terceira rodada do Grupo A do Chuteira de Prata. O primeiro vinha de derrota para o Xoras. Já o segundo buscava a redenção após ser goleado por 5 x 1 em jogo contra o Só Canelas. Uma partida em que o empate era ruim para os dois. E foi exatamente o que rolou.

O Diabos começou melhor. Após alguns momentos de cautela, Miluzzi recebeu e tocou para Mahdi, que tirou do goleiro mas acabou mandando na trave. O time estava melhor, mas não conseguia concluir devido à forte marcação exercida pela defesa adversária.

O Joga 13 também encontrava dificuldades para trocar passes e criar jogadas. Assim, jogo truncado e com muita marcação é sinônimo de? Sim, isso mesmo, muitas faltas e irregularidades.

O 13 equilibrou o jogo e foi para cima com Giba, que mandou cobrança de falta por cima do gol. Gago também tentou ao avançar pela direita e carimbar o zagueiro adversário. Já o Diabos Negros não demorou para responder com Cadu. Em jogada ofensiva, o camisa 9 cortou para dentro, mas pegou mal na bola quando foi finalizar e o chute passou longe.

O jogo era lá e cá. O 13 atacava com Zoio, Fino e Giba, mas o goleirão Marco não deixou o time adversário abrir o placar. Na primeira tentativa, defendeu chute rasteiro. Na segunda, abafou o lance dividindo com Fino. Já na terceira, após belo chute de Giba, realizou grande defesa e espalmou para a linha de fundo.

O Diabos Não deixava barato. Bóris e Rafael também tentaram tirar o placar do zero no primeiro tempo. O primeiro recebeu livre pela direita, fuzilou, mas mandou para fora. O segundo também chutou para fora, após ajeitada de Bóris. Vale destacar o belo lance protagonizado por Igor no meio de campo, ao aplicar um lençol em seu marcador.

No fim do primeiro tempo, Lucas, do Joga 13, driblou e avançou pela lateral, mas ninguém apareceu para finalizar. Passados 25 minutos, a impressão era de que o jogo não teria um placar com muitos gols, uma vez que os dois times não aproveitavam as oportunidades criadas.

O segundo tempo começou, mas os erros de passes continuavam. O equilíbrio também. Lucas e Daniel tentaram pelo 13, mas finalizaram para fora. Assim como Cadu, que brigou com zagueiro e, desequilibrado, também errou o alvo. O destaque ficou para Zuppo, que recebeu passe de Mahdi e chutou no pé da trave. Muralha caiu e realizou grande defesa.

No lance seguinte, finalmente o placar saiu do zero. Fino cobrou escanteio e Zoio completou com chute rasteiro, sem chances para Marco. O Diabos Negros então partiu para cima em busca do empate. O time começou a pressionar a saída de bola do 13 e as oportunidades foram surgindo. Matheus recuperou bola e chutou por cima do gol. No entanto, quem resolveu mesmo foi Cadu. Após cobrança de lateral, o camisa 9 cabeceou perto da trave direita e empatou aos 14 minutos, 1 x 1!

Era a vez do Joga 13 pressionar. Primeiro com Zoio, que recebeu pela esquerda e, marcado, chutou. O goleiro deu rebote e a zaga afastou. Na segunda chance, Giba dominou no meio, cortou para a direita, depois para a esquerda e chutou por cima do gol. Já na terceira, Daniel recebeu livre na área e mandou para a rede. 2 x 1 para o Joga 13!

O jogo estava no final e o Diabos Negros foi para o tudo ou nada. Em cobrança de falta, Zuppo mandou um balaço no travessão. Em jogada individual, Rafael passou pela marcação e mandou no canto esquerdo de Marco, que caiu para defender.

No entanto, sobrou para Cadu a glória de salvar seu time da derrota. Ele, que já havia feito o primeiro gol, recebeu lançamento do goleiro Marco, ajeitou e correu para o abraço. Era o gol de empate. 2 x 2 aos 24 minutos!

E não havia mais tempo para um desempate. Fim de jogo. Na próxima rodada, o Joga 13 encara o líder Rabeloska, enquanto o Diabos Negros joga contra o Camelo. Os dois pólos da tabela.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

My Balls 5 x 1 Canhedo Beppu

MY BALLS VENCE CANHEDO COM MAIS UMA BELA EXIBIÇÃO TÉCNICA


Time tem aproveitado bem a boa fase de seu setor criativo e aplica nova goleada

Por Tamires Paulino

O My Balls é daqueles times que vem quietinho, quietinho e conquista seu lugar. Foi assim na Bronze, stá sendo assim na Prata. Depois do mistério das saídas de Betoni e de Paulinho – este ficando de última hora – o time contratou mais bons jogadores e já colhe os frutos: após 3 rodadas, é o líder isolado do Grupo B. Na terceira vitória do time na competição, a vítima foi o Canhedo Beppu, com direito a show da dupla Nó e Ordilei.

Foi o primeiro deles, aliás, que logo no começo abriu o placar com um chute da lateral direita ao gol. Os destaques da equipe do My Balls têm sido a troca de passes e o lado criativo. O meio funciona muito bem criando as jogadas, e as conclusões quase sempre são certeiras. Quase sempre, afinal, já dizia o ditado mais que popular: errar é humano. Foi o que aconteceu em um dos lances, não muito depois do primeiro gol, quando Nó tocou para Ordilei, que foi à linha de fundo e cruzou para a área, rasteiro. Magrão, que estava livre na cara do gol, tentou chutar, mas furou. Acontece.

No entanto, não demoraria para que o placar fosse ampliado: Nó (sempre ele) lutou pelo meio, a bola sobrou para Paulinho, que tocou para Fernando Souto. Ele mesmo chutou ao gol e, embora o goleiro Papa tenha dado uma bela ponte, não conseguiu alcançar a bola, que a essa altura já estava na rede. 2 x 0.

A equipe do Canhedo, por outro lado, tentava sair de trás, não permanecer recuada, e atacava como podia, muito embora não tenha chegado à meta adversária tantas vezes assim. Portanto, restou-lhes apelar para a defesa do melhor jeito que pudessem. Foi em clima de “salve-se quem puder” que se desenrolou o seguinte lance: Ordilei recebeu passe na entrada da área e deu uma “paradinha”, enganando a zaga. Ele então tocou para Nó, livre. Ele mandou a bola para o gol, mas, para surpresa de todos, a mesma zaga – outrora enganada – conseguiu evitar o terceiro gol em cima da linha!

Pouco antes do fim do primeiro tempo os engenheiros pediram tempo. Tudo bem, recuperados, hora de voltar ao jogo: foi quando foram surpreendidos por mais um gol do My Balls, marcado por Paulinho. Alguns minutos depois o árbitro encerrava o primeiro tempo.

Logo no começo da segunda metade do jogo podia-se perceber que as coisas não mudariam. A equipe do My Balls rapidamente ratificou sua postura no jogo, com Lucas marcando o quarto gol após cruzamento da lateral direita direto no ângulo. Aos 8 minutos, a primeira grande chance de diminuir do Canhedo foi desperdiçada. Testa mandou na trave a bola em cobrança de falta.

Antes que sua equipe gastasse seu pedido de tempo, Ordilei utilizou-se de sua habilidade e veio carregando a bola pelo campo todo. Driblou dois marcadores que cismaram em atrapalhar seu caminho e continuou sua caminhada rumo ao objetivo. Entretanto, quando estava próximo de concluí-lo, Papa Burguer deu um carrinho certeiro na bola.

Seguindo-se a velha máxima do futebol de “quem não faz, leva”, Testa fez o gol se honra do Canhedo. Ele recebeu passe dominando “de chapa” – como se dizia antigamente – e chutou no canto, sem chance para o goleiro. 4 x 1.

O placar, contudo, não acabaria assim. Antes do fim, Nó ainda marcaria mais um, carregando até a entrada da área e chutando no canto do gol, alto demais para que o goleiro impedisse o quinto gol do My Balls. Aliás, o sexto gol só não saiu porque, após cruzamento de Lucas, Fernando Souto, mesmo sem goleiro, não colocou a bola para dentro.

O My Balls, agora líder isolado, enfrenta o Zenite, quarto colocado. Já o Canhedo, que ainda não marcou pontos na competição, joga contra o lanterna Bucets.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

Camelo 1 x 6 Elefantes Indomáveis

ELEFANTES GOLEIA E COMPROVA REAÇÃO


Em jogo movimentado e equilibrado, apesar do placar elástico, o Elefantes aproveitou as oportunidades e matou o Camelo ainda no primeiro tempo

Por Bruno Viotti

A última partida do Grupo A era um verdadeiro zoológico. De um lado, o time do Camelo, que buscava seus primeiros pontos na competição. De outro, o time do Elefantes Indomáveis, que vinha de vitória contra o Coringa.

O jogo começou e o Elefantes tratou de ir para o ataque. Em cobrança de falta, Thomas rolou a bola para Araújo, que mandou por cima da meta. O Camelo também mostrou seu poder ofensivo com o zagueiro Henrique, que tentou do meio e mandou para fora.

O primeiro gol da partida saiu dos pés de André. Após receber a bola na área, o atacante dominou e chutou no canto oposto ao do goleiro Suever. O Elefantes saía na frente com cinco minutos de jogo. Era pouco, pois no minuto seguinte, Douglas avançou pela lateral direita e acertou lindo chute no canto do goleiro adversário. Era o segundo gol do Elefantes em dois minutos.

O Camelo viu que a situação estava feia e foi ao ataque. Primeiramente com José, que dominou pelo lado direito e chutou por cima. Depois tentou com Araújo, que avançou pela esquerda, cortou para dentro e chutou cruzado para fora. No lance seguinte, o mesmo Araújo errou passe e o goleiro Suever teve que sair do gol para evitar a finalização do atacante adversário.

A pressão do Camelo continuava. Em escanteio, Araújo cobrou e Henrique cabeceou por cima. Entretanto, apesar das chances criadas, o time não foi efetivo. Assim, em bela troca de passes, Daniel deu uma assistência para Diego, que tirou do goleiro e fez o terceiro. A vaca ia pro brejo no Camelo...

O placar não demonstrava bem o que era o jogo. Apesar da diferença, a partida rolava equilibrada, com as duas equipes criando chances perigosas. No entanto, o dia parecia ser mesmo do Elefantes. A zaga do Camelo fez lambança e, após confusão, a bola sobrou para Diego na área. O camisa 9 aproveitou e fez o quarto de seu time na partida.

O Camelo não desistia. O time levou perigo em dois lances de Noal. Primeiro em uma cobrança de falta que desviou na barreira. Depois, o camisa 9 tentou um chute e foi prensado, mas mesmo assim levou perigo, uma vez que Chacha defendeu em dois tempos.

É... Mas o Elefantes não parava de jeito algum. Após receber belo passe na direita, André deu toquinho para encobrir o goleiro adversário e saiu para o abraço. 5 x 0.

O jogador mais perigoso do Camelo era Noal. O atacante tentava de todos os jeitos diminuir a diferença. Assim, em cobrança de lateral, ele subiu e cabeceou no canto esquerdo de Chacha, diminuindo o prejuízo. Havia tempo para reação? O Camelo tinha 25 minutos para buscar pelo menos o empate.

No segundo tempo, o jogo continuava igual. Apesar da diferença elástica, o Camelo não se intimidou e foi para cima com Noal, mas não obteve sucesso nas finalizações.

O Elefante, que apenas cozinhava o jogo esperando o apito final, ainda conseguiu criar uma jogada para fazer o sexto e finalizar o jogo. André recebeu na esquerda, driblou o goleiro e mandou para o fundo das redes.

O Camelo ainda tentou o segundo gol com Noal e Thiago, mas não conseguiu. O placar mostrava 6 x 1 no final da partida, mas quem estava lá viu um jogo disputado e com ótimas chances para os dois lados. Na próxima rodada, o Camelo encara o Diabos Negros. Já o Elefantes Indomáveis joga contra o Maciota’s.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

Zenite 4 x 1 Roleta Russa Olímpico

SURPRESA ZENITE DERRUBA OUTRO FAVORITO


Roletinha bem que lutou, e bastante, mas de novo o goleiro Léo Ballestero apareceu para salvar o time, que marcou no fim e decretou a vice-liderança à equipe

Por Vinicius Bento

Cotado como franco favorito para cair para Bronze, o Zenite vem mstrando que é de fato a grande surpresa da Prata neste semestre. Venceu o favorito CAV, vencia o Ras até o minuto final e desta vez passou o carro sobre o Roletinha.

O primeiro gol da partida foi uma verdadeira pintura. O pequenino Zé Bahia fez uma linda jogada pela ponta esquerda, passou pelo marcador com uma finta de cair o queixo e bateu de bico. Sem a menor chance para o goleiro Edu. 1 x 0.

O jogo estava semelhante ao confronto entre BDA e TNT: travada no meio de campo. Só mesmo uma jogada de carinho na pelota para que o espaço aparecesse. Quando ele apareceu para o Roleta, Brian recebeu frente ao gol e arriscou. Ele chutou no meio do gol, mas mesmo assim deu bastante trabalho, pois o arremate foi rasteiro.

O Roletinha começava a se soltar. Ceron se adiantou à defesa e, no primeiro pau, cabeceou bem. Lá no cantinho o arqueiro Léo Ballestero fez a defesa da tarde. Porém, água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Ceron, novamente ele, recebeu na ponta esquerda e bateu com força. A bola desviou e entrou no ângulo.

Enquanto as duas equipes se digladiavam, Zé Bahia e o capitão Pina faziam um duelo à parte, principalmente pela ponta direita do ataque de branco. Quando os dois se trombavam só faltava sair faísca. Era uma disputa digna de Super Campeões. O pequeno contra o gigante.

André, camisa 9, teve a chance de recolocar o Zenite na frente. O centroavante grandalhão recebeu a dois passos da área, mas finalizou muito mal de perna canhota. Segundos depois, fora da área, ele arrematou com muita força e obrigou o goleiro a fazer boa defesa.

André queria aparecer. Depois de bela jogada pela ponta esquerda, ele rolou para Lucas, o manager do time, que chegou com raiva, mas pegou fraco na bola. O primeiro tempo terminou com o marcador demonstrando igualdade. E quando a segunda etapa começou vimos uma dupla tentando emplacar o entrosamento de sempre: Folha e Brian. Os dois atacantes vinham buscando o gol desde a primeira etapa, entretanto a defesa do Zenite ia se saindo muito bem.

Manente, o meia do Roletinha, costumava falar, quando estava no Elefantes Indomáveis, que não era muito bom em fazer gol, mas ele quase deixou o dele. Arriscou de canhotinha de média distância e a bola tirou um fino inacreditável do travessão adversário. O Roletinha estava sendo mais time na segunda etapa.

Na primeira chance do Zenite na etapa final, André quase pegou rebote. Infelizmente o centroavante não conseguiu desviar, que poderia ter sido fatal. Pina, zagueiro clássico, com muita postura lembra o lendário capitão de 58: Bellini. Sempre bem postado, ele ia sofrendo para parar o ataque de branco. Porém, Léo Ballestero, arqueiro sensação da competição, também mostrava serviço. Ele fez uma defesa digna de capa do Lance!. Depois de arremate cruel para qualquer arqueiro, ele voou no terceiro andar e segurou a bola em dois tempos. Menino bom esse debaixo das traves, hein.

André já estava merecendo o seu. E ele conseguiu. Pela ponta esquerda o camisa 9 encheu o pé esquerdo e fez um gol da mesma posição que Ceron na primeira etapa. Muita festa e comemoração com dedo na boca. Foi a nível Arshavin ou mandou alguém calar a boca mesmo? Só o André sabe!

Catatau queria mais jogo. Acertou a trave e depois viu Folha cabecear com extremo perigo ao tentar encobrir Léo. Com desespero, este voltou para tentar a defesa e deu um tapinha salvador. No finalzinho da partida, antes do apagar das luzes, ainda tivemos mais dois gols, de Bruninho e Zé Bahia. Um deles pela ponta esquerda e outro pela ponta direita. Eram os tiros de misericórdia do surpreendente Zenite no Roletinha, que patina em sua campanha atual na Prata.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

Xoras 2 x 1 Coringa

RIC COMANDA VITÓRIA DO XORAS


Camisa 25 faz dois e afunda ainda mais o Coringa, que ruma firme e forte para voltar à Bronze

Por Bruno Viotti

Xoras e Coringa vinham em situações opostas. Para resumir, o Xoras em boa fase, já o Coringa... E no jogo da boa fase contra a má, deu a lógica: o Coringa perdeu outra e segue sem pontuar na Prata...

O jogo começou com muita marcação. Demorou para que as equipes conseguissem criar chances realmente efetivas. Assim, o primeiro lance de perigo aconteceu com Mingo, do Xoras, que chutou fraco e cruzado para fora. O Coringa tentou responder com Baggio, que arriscou de longe e obrigou o goleiro a espalmar.

O Xoras até fez certa pressão no início com Ric por duas vezes. Na primeira, interceptou passe e chutou por cima. Na segunda, recebeu passe na direita e chutou cruzado para fora. No entanto, o Coringa estava melhor organizado em campo. Tentava, mas parava na boa marcação do time adversário, principalmente com Matheo.

As oportunidades do Coringa eram criadas, em sua maioria, por Careca. Em três chances, o camisa 5 conseguiu levar perigo. Primeiramente, dominou no meio, avançou e chutou, acertando a trave. Depois, recebeu passe na direita e mandou um chute cruzado para fora. Em seguida, avançou pela direita e chutou, Sérgio defendeu e, na sobra, a zaga quase marcou contra, mas o zagueiro tirou pouco antes da linha.

O Coringa continuava a criar oportunidades, apesar dos erros de passes protagonizados por ambas as equipes. Alemão tentou de longe, mas chutou fraco e a bola ainda acabou desviando antes de sair. A resposta do Xoras veio com Mingo, que antecipou a zaga após cobrança de lateral, mas pegou mal e mandou para fora.

Com um primeiro tempo caracterizado por faltas, poucas oportunidades e muita marcação, o segundo tempo prometia ser melhor. Assim, o Coringa começou no ataque. Ligeiro tentou de cabeça após cobrança de lateral, mas mandou nas mãos do goleiro.

O Xoras tentava lançamentos longos e, muitas vezes, não obtinha sucesso. Até que a estrela do capitão apareceu. Em jogada pelo meio, Ric recebeu passe, caiu pela direita e chutou rasteiro e cruzado. 1 x 0 para o Xoras!

O Coringas tentou responder em chute de longe de Careca, mas a bola passou à esquerda do gol. No entanto, quem marcou foi o time do Xoras novamente. Ric – sim, ele de novo – chutou de média distância. Zappa fez o corta-luz e enganou o goleiro Élton. 2 x 0 e Coringa no fundo do poço.

Depois do gol, o Xoras continuou no ataque. Zappa recuperou a bola e chutou cruzado, mas o goleiro Élton defendeu com o pé. Em novo ataque, Zappa tentou de novo, mas Élton conseguiu segurar o chute rasteiro.

De tanto tentar o Coringa marcou. Em chute de Rafinha, a bola desviou e sobrou para Ligeiro, que completou para o fundo da rede. Com a esperança de um empate, o Coringa foi para cima. Porém, após uma discussão com xingamentos, o árbitro acabou dando cartão azul para Rafinha, do Coringa, e Alemão, do Xoras. Dessa forma, as equipes ficaram enfraquecidas e pouco fizeram até o final do jogo.

Com o resultado, o Xoras segue em busca da primeira colocação contra o Obrigado Senhor. Já o Coringa tentará sair do zero jogando contra o Só Canelas. Osso duro, hein...

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

CAV 10 x 1 Cachorro Velho

CAV CHUTA CACHORRO COM EFICIÊNCIA DA DUPLA DE ATACANTES


Em noite inspirada, Caio Fleischmann e Lele marcam, juntos, 8 gols e deixam Robertão nas nuvens

Por Tamires Paulino

Nada como um dia após o outro. Após perder para o Zenite na 1ª rodada, a tupe caveira parece ter acordado e visto que perder pontos nunca mais para quem almeja a Ouro na 1ª fase. Para tanto, o time parece ter entendido o recado da derrota – é bola na rede impiedosamente daqui em diante. Após golear o Bucets, foi a vez do Cachorro Velho, em má fase, somando a 3ª derrota em 3 jogos, experimentar a mordida do time que mais contrata no Chuteira.

Embora tenha sido o último jogo da tarde, com certeza não foi o menos importante. CAV e Cachorro Velho, duas importantes equipes do Chuteira se enfrentaram com a promessa de um grande jogo – como de fato o foi.

Corrido e bastante pegado tecnicamente, no começo o duelo deu-se grande parte no meio de campo. Demorou um pouco para que as jogadas criadas passassem pelos zagueiros atentos ou não fossem interceptadas ainda pelo meio. No entanto, quando isso aconteceu... Haja gol!

O primeiro deles saiu dos pés de Lele, com o clássico chute cruzado da lateral direita. A marcação do Cachorro estava – como sempre – em cima, praticamente individual, como é a marca da equipe. Não era possível dizer que o jogo teria placar tão surpreendente, pelo contrário, imaginava-se algo bem mais equilibrado. Infelizmente para a equipe da PUC, essa surpresa tinha nome e sobrenome: Caio Fleischmann.

O camisa 10 do CAV fez o seu primeiro (e segundo de sua equipe) do meio de campo, chutando no meio do gol. Pouco depois, faria o terceiro com um chute rasteiro, também no meio da meta. 3 x 0.

Após tamanha arrancada, não era de se estranhar que a equipe do Cachorro Velho sentisse os gols. No segundo tempo, ainda ameaçaram alguns lances – como quando Rafão driblou seu marcador na entrada da área, mas chutou em cima do goleiro; ou quando Raphinha cobrou bem uma falta ensaiada, mas Giggio mandou a bola (bem) pra fora – entretanto, eles não obtiveram sucesso. Exceto por um lance. Em lance de velocidade, Giggio girou para se livrar do marcador, tocou para Raphinha e este fez o gol em chute cruzado, aos 9 minutos da segunda metade da partida. A partir daí, realmente só daria CAV.

Menos de um minuto depois, Marcel aproveitou rebote de chute na trave e fez o quarto. Aos 11, Caio Fleischmann veio em velocidade e chutou cruzado, o goleiro ainda encostou nela, mas não o suficiente para evitar o gol. Depois, seguidamente, Lele marcaria mais dois com ajuda do garçom Caio, que marcaria o oitavo logo em seguida. Lele aumentaria mais ainda e, para fechar a conta e passar a régua, o estreante Lucas Barbosa marcaria o décimo tento.

Todos os gols foram muito, muito rápidos. O ritmo frenético imposto à partida pela equipe da Vila foi repentino, mas bastante eficiente. Descobriram alguma falha – e aperceberam-se do abatimento adversário – na saída de bola e, mal esta acontecia, lá estava mais um gol a partir do toque rápido de bola – por isso a falta de descrição apropriada dos gols. Seria repetir 5 vezes a mesma coisa.

Com bastante confiança após duas belas goleadas, o CAV chega cheio de moral para encarar o Acidus, que perdeu a liderança na última rodada. Já o Cachorro (que só não é o lanterna por ter o saldo de gol “menos pior” que o Bucets) enfrenta o Roletinha, que após golear o Canhedo tomou uma petecada do Zenite e briga no meio da tabela.

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