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CHUTEIRA NEWS: 3ª RODADA SÉRIE BRONZE

I CHUTEIRA DE BRONZE: 3ª RODADA

Carrossel Cevadês 5 x 0 S. D. Hangover

CARROSSEL, MESMO SEM RAGAZZO, CONQUISTA SUA REABILITAÇÃO


Equipe derrota o S. D. Hangover e chega aos 6 pontos na Série Bronze; capitão Ragazzo, machucado, não jogou

Por Douglas Almasi Santos

O Carrossel Cevadês obteve a reabilitação na Série Bronze ao vencer S. D. Hangover por 5 a 0 pela 3ª rodada. A equipe de Ragazzo - que não jogou por conta de uma contusão no pé -, chegou à segunda vitória, alcançando a 3ª posição na tábua de classificação. Já o time comandado por Ceron ainda não venceu na competição, amargando duas derrotas e um empate até o momento.

Com os uniformes parecidos, nas cores laranja, coube ao Hangover utilizar os coletes servidos pela organização do torneio. Com o frio que pairava sobre a quadra 4, as equipes iniciaram o embate com muita disposição. O Carrossel começou melhor, atacando com Gui Rezende e com Marco Aurélio, chutando para fora com perigo.

O Hangover respondeu imediatamente: a zaga adversária saiu jogando errado, Paraguay foi esperto e chutou no canto, mas o goleiro Roland, como um gato, esticou-se todo para fazer a defesa. O mesmo Paraguay teve outra chance em cobrança de lateral, mas cabeceou por cima do gol. Gui Rezende respondeu, pela esquerda, avançando e chutando forte para boa defesa de Alan.

A abertura da contagem foi oriunda de um lance inusitado: cobrança de lateral ao Carrossel, a bola chegou a Poletto, que dominou e arriscou um chute que saiu torto, mas quando a bola se encaminhava à linha de fundo, apareceu o pé de Caio Ferreira para empurrar às redes, colocando sua equipe em vantagem.


Carrossel conversa em intervalo de jogo: com capitão Ragazzo machucado no banco, time fez sua melhor apresentação

Mesmo atrás no placar, o Hangover não se abateu e criou boa chance com Mazzacavalo; e, em um lance esquisito, quando Carioca chutou e o goleiro Roland rebateu para trás, a bola ganhou um efeito e acertou a trave, assustando o Carrossel. O jogo estava bastante igual, com chances claras de gols para ambas as equipes. Edu Sérpico, pela direita, chutou de bico para defesa de Alan. Com a partida se encaminhando ao intervalo, as equipes aceleraram o ritmo e só não fizeram mais gols porque ora os goleiros estavam inspirados, ora a pontaria dos times não estava calibrada.

Na etapa derradeira, o embate começou quente, com uma marcação mais dura por parte das zagas e uma maior preocupação com as ações no meio de campo. O Hangover teve chance de empate com Paraguay, que chutando no contrapé de Henrique (entrou no lugar de Roland) fez o goleiro trabalhar. Porém, em seguida, o Carrossel chegou após cobrança de lateral: Caio Ferreira achou o irmão do ‘matador’ Ragazzo, Fábio Ragazzo, na segunda trave, que de chapa ampliou a contagem.

Rapidamente o Carrossel tratou de liquidar a fatura: em lance seguinte ao segundo tento, Paraguay perdeu gol feito para o Hangover e, no contra-ataque, cruzamento e Caio Ferreira de carrinho fez 3 a 0. “Nós estávamos bem, até sair o primeiro gol deles, que foi sem querer. Depois levamos mais um e aí perdendo por um ou mais, não importa muito”, explicou o técnico do Hangover, Ceron, para justificar o placar elástico que a equipe sofreu.

Com a adversidade, não restava mais nada ao Hangover a não ser se lançar ao ataque. O time chegou com Fê pela direita, com Bruno Vicenzo não acertando seu chute da forma como queria, e com Fê novamente, que livre de marcação perdeu grande oportunidade, sendo parado pelo goleiro Henrique, que saiu abafando o chute do camisa 7 do Hangover.

Nos contra-ataques, o Carrossel era forte e perdeu inúmeras chances de fazer mais gols. O camisa 10 Caio teve duas chances de ouro, sendo que em uma delas ele avançou em velocidade e acertou caprichosamente o poste. “Bem que aquela bolinha na trave poderia ter entrado, não acha?”, lamentou-se Caio. No fim da partida, o Carrossel fez mais dois gols. Edu Sérpico foi derrubado dentro da área e os árbitros não tiveram dúvidas em apontar a marca da cal. O mesmo Sérpico cobrou no canto direito e fez. E em contra-ataque, Caio Ferreira, depois de duas tentativas, chutou para decretar a vitória do Carrossel, por 5 a 0.

“A vitória hoje foi do coletivo todo, com o grupo se doando por completo. Conforme ia cansando, ia pedindo para sair. Foi tudo perfeito”, comentou Caio após o triunfo. E ainda brincou com seu companheiro Ragazzo: “Não sei se ele é melhor como atacante ou como técnico, igual a hoje (risos)”, disse.

I CHUTEIRA DE BRONZE: 3ª RODADA

XTJ 7 x 3 Real Vuvuzelas

XTJ DERRUBA VUVUZELAS E EMBOLA CLASSIFICAÇÃO


Real Vuvuzelas até tenta, mas acaba sendo goleado pelo XTJ, que enfim mostrou consistência tática

Por Vinicius Bento

Diferente das típicas tardes de sábado, em que o sol é escaldante, Real Vuvuzelas e XTJ entraram em campo sob um vento forte e frio. Nada que mudasse o clima do jogo. Logo no comecinho Modesto ganhou da defesa do Vuvuzelas e finalizou com violência. A poucos metros do goleiro, a bola morreu no fundo das redes. Era o primeiro tento do jogo, 1 x 0 para os xaropes.

O XTJ havia entrado afiado em campo. Poucos minutos após o gol, Kaká acertou um lindo voleio de perna direita. A bola explodiu na trave, arrancando um grito do time de amarelo. Além de estar arriscando bem, o XTJ tinha dois jogadores de destaque nos instantes iniciais: Allan Bolacha e Modesto. Com muita força física, os dois jogadores dominavam os setores em que jogavam.

Seguindo a sina dos zagueiros artilheiros, Bolacha cobrou falta com violência. A bola passou no meio da barreira e morreu no ângulo. O goleiro do Vuvuzelas ainda tentou um golpe de vista, mas sem o menor resultado. 2 x 0.


Bolacha (camisa 4) e Rapha (camisa 5) disputam bola: os dois estiveram entre os melhores da partida

O Vuvuzelas resolveu arriscar mais. Em lance bastante polêmico, a bola bateu na mão de Galli. Considerando o lance como sendo sem intenção, a árbitra mandou a jogada seguir. Com um drible seco no goleiro, ele passou pelo arqueiro, mas na hora de finalizar perdeu o canto e arrematou para fora.

Em contra-ataque rápido Rapha Kfouri (que por sinal havia chegado atrasado) ganhou na velocidade e com frieza deu um tapa por baixo do goleiro. Infelizmente não deu nem tempo para comemorar, pois menos de um minuto depois Caio fez mais um e marcou 3 x 1. “Esse vai ser um dos jogos mais quentes da tarde! Vai render uma matéria grande!”, afirmava Daniel Fischer, aplaudindo o futebol dos dois times da Bronze, quem sabe futuros adversários semestre que vem (Prata ou Bronze, né?).

Em lance extremamente bizarro, a defesa do XTJ recuou para o goleiro Kraudio. De alguma maneira incompreensível ele deixou a bola passar. Ela bateu na trave (para a sorte dele) e voltou nos pés do atacante adversário (para o azar dele). Chutando tudo que via pela frente, Rapha fez o seu segundo gol, recolocando seu time no jogo.

O Real Vuvuzelas, aproveitando o bom momento, tentou empatar no final da primeira etapa com arremates de longa e média distância. Em falta, eles chegaram a carimbar a trave, mas mesmo assim a primeira etapa terminou com o XTJ na frente.

Na segunda etapa o XTJ começou assustando o time adversário. Grelo, com uma finalização violenta, acertou a rede do goleiro adversário. Infelizmente pelo lado de fora. Não querendo ficar atrás do marcador, Rafael Alencar arriscou de fora da área e balançou as redes adversárias, empatando a partida.

O ímpeto que o XTJ teve no começo da partida não existia mais. Talvez fosse pelo cansaço de ter de enfrentar 8 reservas do time adversário. Mesmo assim eles conseguiram fazer mais um. Após bate e rebate dentro da área do Vuvuzelas, Vini Corandin conseguiu o arremate quase que em cima da linha, colocando novamente o time de amarelo na frente do marcador.

Um fato curioso chamou a atenção na metade do segundo tempo. André Oliveira, do Real Vuvuzelas, chegou para a partida! Um dos melhores jogadores do time havia chegado praticamente para a sobremesa...

Após arrematar duas vezes, Kaká conseguiu fazer mais um para os xaropes e tranqüilizar o jogo. Para acabar com a moral adversária, Felipe Guedes acertou um lindo chute de primeira após a bola sobrar limpa na sua frente. Ela morreu no cantinho, sem chances para o goleiro. Não perca a conta: 6 x 3.

Antes do apagar das luzes, Caio transformou a partida em uma goleada. Injusto para um jogo que foi muito disputado. Após pegar rebote de dividida, ele só teve o trabalho de empurrar a bola para dentro. 7 x 3 e final de partida, com recuperação do XTJ na tabela.

I CHUTEIRA DE BRONZE: 3ª RODADA

Diabos Negros 2 x 5 Os Mostarda

MOSTARDA DESENCANTAM E VENCEM A PRIMEIRA


Gols bonitos temperam partida em que Mostarda mostra bom poder ofensivo e conquista primeira vitória

Por Gilver Tavares

O Diabos Negros começou atacando com uma cabeçada perigosa de Leal, que assustou Os Mostarda logo no início, mas a bola foi para fora. Porém, os amarelos descontaram com Stefan numa cobrança de falta inenarrável, tamanha a perfeição com que foi executada. Essa sim entrou. 1 x 0. Nem demorou muito para o empate. Leal, mais uma vez de cabeça, mas agora com força e no cantinho, deixou tudo igual. Os dois times disputavam a posse de bola, mas o decisivo mesmo era o melhor passe. E Os Mostarda mostrou que sabia o que estavam fazendo. Mesmo assim, o Diabos tinha jogadas rápidas que levavam perigo ao goleiro Polito. Em ligação direta da defesa ao ataque, Leal driblou Bruninho, passou para Marcel, que puxa para a direita e chutou. Polito, muito bem colocado, fez uma defesa excelente.

Stefan estava muito bem na partida, atacando e defendendo. Os Mostarda tentava chegar ao gol do Diabos com passes e tabelas, mas a defesa adversária estava bem no jogo, não só na defesa, mas também no ataque. Mas devagarzinho o Mostarda ia pegando mais na bola e voltando a dominar a partida. Juninho, d’Os Mostarda, chutou forte perto da área, fazendo o goleiro Marco trabalhar. A zaga de ambos os times não deixam passar nada, exceto chutes de longe, de vez em quando. Numa dessas tentativas de chute desesperado, Flavinho, sem piedade, soltou uma bola venenosa contra o gol do Diabos e marcou um lindo gol, quase tão bonito quanto o primeiro do seu companheiro Stefan. “Acho que esse gol que eu fiz desviou de leve e enganou o goleiro”, justificou Flavinho.

No segundo tempo, o Diabos Negros entrou dando o sangue, com mais posse de bola e atacando mais. Os mostardas demoraram para se encontrar no jogo. Contudo, quando se encontraram o efeito foi fulminante. No primeiro ataque do Mostardas, a bola sobrou para Mantovani, que chutou cruzado no canto esquerdo do goleiro e marcou o terceiro. Depois do gol o Mostarda voltou a dominar a partida. O gol foi o estopim para o pedido de tempo.

Na volta, Stefan roubou a bola de Marcel e tocou para Bruninho chutar forte de dentro da área e fazer. Era o dia de sorte de Bruninho, pois mais uma vez ele recebeu passe de Stefan e chutou no contrapé do goleiro pra fazer o quinto dos Mostardas. Diego descontou e descontou, fechando o placar em 5 a 2 para Os Mostarda.

I CHUTEIRA DE BRONZE: 3ª RODADA

TNT 5 x 2 Bonde dos Abelhas

TNT BATE BDA E É LÍDER ISOLADO


Sem melzinho na chupeta, Abelhas experimentam o gosto explosivo da derrota

Por Gilver Tavares

O jogo nem começara direito quando Daniel, numa bobeada do Bonde dos Abelhas, roubou a bola e marcou para o TNT, abrindo o placar. Os Abelhas nem tiveram chance de pegar na bola ainda e seu goleiro, Diego Garcia, já fez uma defesa difícil pegando um chute de Fernando.

A primeira chance do Bonde dos Abelhas veio com Pedro Pina, que chutou da entrada da área, mas isolou a bola. Seu colega Zanon se saiu melhor: seu chute pelo menos foi em direção ao gol, porém o goleiro Coqueiro estava lá para fazer a defesa. Cansado de olhar, o TNT avançou com Dudu, que passou para Rapha, livre, quase marcar. A bola passou raspando na trave. Para completar o festival de chutes, André Luiz, capitão do BDA, encheu o pé do meio da quadra e a bola explodiu no travessão. Não contente, André ainda pegou outro chute de longe que fez a bola passar lambendo a trave.

O BDA jogava melhor que o TNT, que joga sem objetividade. Os explosivos tentaram usar a mesma fórmula do adversário: Dudu arriscou chute de longe, mas a bola passou distante do gol. Mesmo com o Bonde dos Abelhas jogando melhor, o TNT conseguiu ampliar a vantagem com um gol de Luiz Pane, que, ligeiro como só ele, encontrou a bola no meio de uma confusão dentro da área e fez o seu. Em seguida, Dudu correu pela direita e chutou forte, marcando o terceiro do TNT.

No primeiro tempo a última chance do Bonde dos Abelhas foi em uma falta que Pane cobrou com força. A bola bateu em Coppola, do próprio TNT, tirando o goleiro da jogada, mas a bola passou tirando tinta da trave.

Dudu chegou na cara do gol, mas no pingo da bola Zanon heroicamente tirou a bola com uma bicicleta, evitando a finalização. Outro salvador dos Abelhas apareceu: Pedro Pina, num mergulho corajoso, tirou a bola que tinha endereço certo, Dudu.

Após lateral na medida, a bola parou na cabeça de Rapha, que não perdoou. Mais uma cobrança de lateral, agora a favor do Bonde, a bola caiu nos pés de Marcus, que desceu a lenha para cima do goleiro Coqueiro, diminuindo a diferença. Ferrari e André Luiz arriscam com chutes fortes para os Abelhas. Uma hora tem de dar certo e o camisa 5, André, descontou e colocou o Bonde de volta ao jogo.

No finalzinho, o TNT voltou a marcar, com Rapha, que arrebentou a rede fazendo o quarto gol do seu time na partida. Pane liquidou a fatura com seu chute firme na entrada da área e fez o quinto do TNT.

Após a partida, o BDA era só lamentação. “Não estamos rendendo o que deveríamos, o time tem mais pra mostrar”, disse o camisa 10, Marcus.

I CHUTEIRA DE BRONZE: 3ª RODADA

Maciota´s 5 x 1 Império Celeste

MACIOTA’S GANHA SEM COMPLICAÇÕES


Com dois gols sofridos logo de cara, Império Celeste não consegue reagir e amarga lanterna isolada

Por Gilver Tavares

“Pirrrrrrrrrrrrrrrr”. Mal apitava o árbitro o início do jogo e Dé, do Maciota’s, corria pela direita e chutava forte cruzado para fazer um golaço. No embalo do amigo, Jerry recebeu dentro da área para chutar e marcar, deixando o goleiro Gabriel louco da vida. Com o adversário abalado em campo por ter tomado dois gols logo de cara, o Maciota’s não perdoava, distribuía ataques e chutes perigosos e não deu chances os súditos do império.

A primeira chance do Império Celeste veio com Quevas, que chutou muito forte, mas a bola passou à direita do goleiro. Guedes também tentou, entretanto o goleiro fez boa defesa. O Maciota’s, cansado de olhar, atacou de novo com Dé. Ele recebeu a bola dentro da área e mandou uma bomba cruzada no gol, obrigando o goleiro Gabriel a se matar para defender. Porém, ele não pegou chute de Alex, que fez mais um para o Maciota’s.

Os dois times começaram a errar passes, e o jogo perdeu muito em qualidade. O nível do jogo baixou mais rápido que a temperatura da noite que se anunciava. Depois de muito tempo, já no segundo tempo, o Maciota’s resolveu acordar e partiu pra cima do Império Celeste. Mas Quevas, no contra-ataque, pegou o Maciota’s desprevenido e diminuiu.

Depois desse gol o jogo ficou tenso, os jogadores dando o sangue para vencer. Mesmo ganhando, o Maciota’s não vacilava e marcava bem. Dé fez o quarto e em seguida Wagnão pegou uma bomba de longe e fez o quinto, matando de vez o império. Na última jogada do jogo, Vina, do Império Celeste, cabeceou uma bola cruzada tirando o goleiro da jogada, mas Wagnão milagrosamente apareceu e tirou a bola, salvando seu time e decretando os 5 x 1 a favor do Maciota´s.
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