ALLIANZA ARRANCA EMPATE E GARANTE VAGA NAS OITAVAS
Por Felipe Vite
Com gols apenas no segundo tempo, Allianza esbarra nas defesas de Dimy, mas consegue empate e vaga nas oitavas de final
Inaugurando as atividades na quadra 6, confronto pelo Grupo A entre o já eliminado Real Vuvuzelas cumprindo tabela contra o Allianza Sagrado, que precisava de um simples empate para se classificar ou de uma derrota do Elite perante o Xarope Também Joga. Com os mesmos 13 pontos da equipe d’Os Mostarda, o Allianza mantinha três pontos de diferença para o Elite, o 9º colocado.
Logo no começo da partida, a esquadra do Allianza mostrou disposição e pressionou a saída de bola do Vuvuzelas. Em um primeiro tempo marcado pelas poucas chances de gol e pelas defesas de Dimy, o Allianza teve as principais chances. Alemão, do Allianza Sagrado, também conhecido por Birulei, ex-Bucets, era o jogador mais acionado no ataque da equipe preta. Em jogada pelo meio, ele ficou cara a cara com Dimy, que executou defesa providencial, mandando a bola para a lateral. Aos 17 minutos, Alemão sofreu falta e pediu para cobrar. Com o pedido atendido, o avante da equipe preta cobrou falta por fora da barreira e carimbou o pé da trave esquerda de Dimy.
Para não dizer que o Vuvuzelas não teve oportunidades de gol, aos 22 minutos Gian recebeu pela meia e rolou para Norton, que chegou fuzilando, mas com pouca pontaria. Um final de primeiro tempo melancólico, com as duas equipes errando muitas finalizações. Com a troca de lados no intervalo, veio a troca de ânimos.
A segunda etapa foi muito mais pegada, mais movimentada e, principalmente, mais animada. Logo no primeiro minuto, Dimy foi obrigado a fazer duas defesas em sequência. O lance pareceu ter animado a equipe do Vuvuzelas, que avançou a marcação e trocava passes no campo de ataque. Aos 5 minutos, Marcelo recebeu passe pelo meio e chutou forte de longe, fazendo o primeiro do Vuvuzelas.
O gol não abalou o Allianza, que seguiu com as melhores chances. Alemão continuava tentando marcar seu gol, mas esbarrava em Dimy, com aos 6 minutos, quando, após limpar um zagueiro e bater rasteiro, viu o arqueiro fazer a defesa com os pés. Aos 12 minutos, após cobrança de lateral, ele de novo subiu mais alto que toda a zaga do Vuvuzelas e testou para as redes, igualando o placar.
O ímpeto do Allianza dava a entender que uma virada estava por vir. Porém, pouco depois, Gian deu belíssima assistência para Léo, que chegou chutando pela direita e colocando o Vuvuzelas novamente em vantagem. Mais uma vez, o Allianza estava atrás no placar, e novamente não se intimidou. Cesinha descolou belo passe para Rods chegar batendo. A bola foi no cantinho e ainda bateu no pé esquerdo de Dimy antes de entrar.
Com pouco menos de 10 minutos restantes, o jogo era franco, mas Dimy esfriava os ânimos com suas defesas. E assim ficou, no 2 x 2, resultado que garantiu a classificação do Allianza Sagrado. Na próxima fase, o Allianza, que terminou em oitavo no Grupo A, enfrenta o forte Bonde dos Abelhas, já classificado para a Série Prata com a primeira colocação do Grupo B.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 11ª RODADA
NGM 5 x 6 Bacaninha
LÊ LEME MUDA JOGO E BACANINHA VIRA CONTRA NGM
Equipe perdia por 4 x 0 quando camisa 11 entrou na partida e marcou 4 vezes para virar jogo e classificar o time para pegar o Império Celeste nas oitavas. NGM tem pela frente o Só Quem Sabe
Por Gustavo Vasconcellos
Um jogo que não chamava tanta atenção, pois não envolvia a luta por quase nada se analisássemos a tabela. De um lado, o NGM, que folgou na décima rodada e com a quarta posição, poderia brigar no máximo até o terceiro posto. Do outro lado, o Bacaninha, que vinha de vitória sobre o Derrubada e, mesmo com o oitavo lugar, três pontos a mais que o nono, já tinha a classificação encaminhada, precisando apenas de um empate.
Porém, sorte daqueles que chegaram ao PlayBall cedo. Em um jogo no qual cada time dominou um tempo de jogo e que Lê Leme foi o destaque da partida, ao entrar já no final do primeiro tempo, o Bacaninha conseguiu uma virada espetacular após estar perdendo por 4 x 0.
Incrivelmente, as duas equipes já estavam em quadra com dez minutos de antecedência, mas mesmo assim o jogo demorou a começar. Quando começou, parecia que o time que precisava do empate era o NGM. Fazendo uma marcação meia-quadra, a equipe laranja dava a entender que ficaria na retranca. Mas nada disso aconteceu e logo na sua primeira chegada, o NGM abriu o placar. Com um minuto jogado, lance rápido pela direita e Gerson conseguiu bater a gol. Memé, dentro da área, só protegeu da zaga para a bola entrar.
O Bacaninha tentou não desanimar. Eles tinham a posse de bola, mas com uma ótima marcação do NGM, as grandes chances não apareciam. Felipe Arbix e Renato tentaram de fora da área, mas sem sucesso. Até aí o NGM também não aparecia no ataque. Mas, quando começou a aparecer, aos 8 minutos, foi com muito perigo. Em lance pela esquerda, a bola tinha o caminho da linha de fundo, mas Gerson se esforçou e conseguiu uma puxeta que só não virou gol por conta de uma boa defesa do goleiro Kiko.
Mas as chances não ficaram só no perigo. Aos 11 minutos, Bruno Cesar apareceu pela esquerda e centralizou para Gerson ver a bola passar por toda a zaga para completar para o gol. 2 x 0. Depois, aos 17 minutos, o NGM voltou a marcar. E duas vezes. Primeiro, ótimo lançamento do goleiro Fernando, passe de primeira de Memé, para bela virada de jogo para direita, e finalização sem deixar a bola cair de Nariga. Menos de um minuto depois, Bruno Cesar levantou na área e Edmar, em uma quase voadora, desviou no segundo pau para as redes: 4 x 0 NGM.
A vitória do NGM era questão de tempo, só segurar o resultado, administrar a vantagem. Mas nada disso ocorreu, e muito por culpa de Lê Leme, que entrou em quadra no final do primeiro tempo e mudou a partida. Pouco depois de entrar, o camisa 11 já marcou o primeiro gol de seu time, que deu esperanças de uma virada. Aos 23 minutos, Simões cobrou lateral para área e Lê apareceu para desviar de cabeça lá em cima. Voou alto o menino.
O primeiro tempo acabou e esse gol de Lê acordou a equipe do Bacaninha para uma possível reação. No início do segundo tempo, isso ficou ainda mais evidente. Com menos de 40 segundos, Lê voltou a marcar, agora em cobrança de falta forte no canto do goleiro, que não conseguiu fazer a defesa. Mas um gol inesperado de Memé parecia que iria parar essa reação. O artilheiro camisa 9 do NGM bateu quase dividindo com o goleiro e a zaga pelo lado direito e viu a bola ir para o fundo das redes.
O Bacaninha sentiu o golpe, mas não demorou muito para se recuperar e ir para cima. Lê Leme chamava o jogo e era a principal arma da equipe. Mas quem acabou marcando para o Bacaninha foi Simões, que aproveitou bola afastada da zaga e pegou de primeira da intermediária para marcar. Agora, 5 x 3.
O Bacaninha não queria a derrota para não depender de outros resultados e por isso foi com tudo para cima. Aos 8 minutos, o quarto gol. Pedro Velardo tentou passe para Murilo, mas sem ninguém desviar, a bola acabou indo para o gol. Pronto, uma grande reação e mais 15 minutos de jogo para tentar a virada. E foi exatamente isso que aconteceu. O Bacaninha era todo ataque, enquanto o NGM levava perigo nos contra-ataques com Memé e Fefe, que quase marcou o sexto aos 15 minutos. Ele bateu rasteiro e viu o goleiro Kiko defender com as pernas. Porém, para piorar para o NGM, na sequência do lance, contra-ataque para o Bacaninha e Lê Leme apareceu pela direita e bateu cruzado, rasteiro. A bola tocou a trave e entrou, sem chances para o goleiro Fernando.
O NGM então saiu para o jogo, mas quem marcou novamente foi Lê Leme. Aos 18 minutos, a zaga lançou para a área, Lê desviou levemente de cabeça, dificultando a defesa de Fernando, que soltou no pé do menino. Ligeiro, ele tocou para o fundo das redes antes do goleiro retomar a bola. Era a virada.
No final do jogo, o NGM foi atrás do empate, mas em vão. Com a vitória, o Bacaninha garantiu a classificação para a próxima fase em oitavo lugar e pegará o ainda invicto Império Celeste, primeiro colocado do Grupo A. Já o NGM, acabou a fase de grupos na sexta colocação e enfrenta nas oitavas de final o Só Quem Sabe.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 11ª RODADA
Pé de Pano 3 x 10 TNT
TNT SOBRA NA SEGUNDA ETAPA E GOLEIA PÉ DE PANO
Em jogo de treze gols, TNT goleia com cinco gols de Nardone e se classifica em quinto. Pé de Pano está eliminado
Por Felipe Vite
Em confronto pelo Grupo B, o TNT, mesmo já classificado para as oitavas, queria uma vitória para melhorar sua classificação contra o Pé de Pano, que entrou em campo já eliminado devido à espetacular virada do Bacaninha sobre o NGM, que chegou aos 13 pontos e à 8ª colocação, deixando o Pé de Pano em 9° com 7 pontos, sem chances de classificação.
Mesmo eliminado, o Pé de Pano foi duro na queda, pelo menos no primeiro tempo. Nos primeiros minutos, as chances foram bem distribuídas, com as duas equipes levando perigo. Aos 5 minutos, Tuiu fez bela jogada, limpou dois zagueiros e bateu firme da entrada da área no canto inferior esquerdo do goleiro Caio para fazer 1 x 0 em favor do TNT.
O Pé de Pano não deixou barato e reagiu dois minutos mais tarde, no belíssimo gol de Dadá. O camisa 17 dominou bonito e bateu de voleio do meio da rua. Um gol de empate com estilo. Mesmo assim, a equipe azul do TNT não se assustou e continuou pressionando, criando as melhores oportunidades. O jogo seguiu, mas foi ficando cada vez mais amarrado até que, no final do primeiro tempo, aos 23 minutos, Caio Stangarlin aproveitou rebote do xará Caio Haick e marcou o gol da vantagem do TNT ainda antes do intervalo de jogo.
O segundo tempo foi mais agitado, podemos até dizer que foi em ritmo de festa. O TNT voltou com tudo e foi dono do campo, criando mais chances de gol e finalizando mais. Aos 6 minutos, Cabelo, que não tem cabelo, chutou da entrada da área pra fazer 3 x 1. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.
O Pé de Pano acusou o golpe e se perdeu em campo. No minuto seguinte ao terceiro tento do TNT, Nardone encontrou espaço e bateu sem marcação para marcar o quarto. Aos 11 minutos, Dudu, camisa 9 do TNT, recebeu sozinho dentro da área e dominou de costas para o goleiro, que saiu numa “senhora” tesoura para cometer pênalti. O próprio Dudu cobrou e aumentou a vantagem para 5 x 1.
E só dava TNT. Nardone arriscou chute de longa distância e marcou o sexto. Era realmente uma festa azul, mas havia um penetra. Dadá tentou estragar a festa aos 14 minutos, pegando sobra e chutando na saída do goleiro Coqueiro, diminuindo para 6 x 2. Mas como “uma andorinha só não faz verão”, Nardone recebeu sozinho e chutou firme de peito de fora da área. 7 x 2.
O jogo estava resolvido, mas a esquadra explosiva queria mais e anotou dois gols relâmpagos com Igor e Nardone, totalizando 9 x 2. Dadá ainda marcou mais um, mas o placar já era bem dilatado. Aos 23 minutos, Nardone fechou a festa com chave de ouro e marcou seu quinto tento na partida. Foram 10 gols só na segunda etapa, uma enxurrada de gols.
Com o resultado, o TNT ganhou duas posições na tabela, passando o NGM no saldo de gols, terminando a fase de grupos em quinto lugar, tendo o DPGamos como adversário pelas oitavas de final. E pensar que até a metade do campeonato o time do Luiz Pane era o lanterninha...
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 11ª RODADA
Elite 4 x 7 XTJ
XTJ ENTERRA CHANCES DE CLASSIFICAÇÃO DE ELITE
Velocidade e entrosamento foram fundamentais para os três pontos do XTJ, que fecha fase de grupos em 5º lugar
Por Bruno Viotti
O primeiro jogo da última rodada da Liga de Bronze já demonstrava o clima de decisão que tomaria conta do PlayBall ao longo do dia. De um lado, o Elite apostava todas as suas fichas em uma vitória, ao mesmo tempo em que torcia por uma derrota do Allianza Sagrado. Do outro, o XTJ buscava uma melhor colocação para não encarar os líderes do Grupo B logo nas oitavas.
O jogo começou e o Elite não deu muita sorte. Com um minuto de jogo, Fava chutou do campo defensivo. A bola viajou o campo inteiro e entrou no canto esquerdo do goleiro Sardinha. Sorte ou não, o fato é que o placar estava aberto a favor do XTJ.
Depois de um gol relâmpago, o retrato do jogo começou a aparecer. O XTJ passou a dominar o meio-campo e, consquentemente, o jogo. Graças à velocidade de seus jogadores, o que fez grande diferença contra um time mais lento como o do Elite, que não conseguia trocar passes de forma efetiva. Dessa forma, os primeiros lances de perigo foram do XTJ. Vini dominava o lado esquerdo do campo e quase aumentou o placar ao acertar belo chute, mas Sardinha espalmou. Caio também teve sua chance após jogada individual, mas chutou no pé da trave esquerda.
Se a troca de passes não funcionava, o Elite tentava levar perigo com alguns lançamentos de seu goleiro para Rafael Ursaia, que fazia o papel de pivô no ataque, mas o camisa 9 só foi realmente efetivo em uma cobrança de lateral, onde recebeu na frente, girou e chutou rasteiro para Kraudio espalmar. Além disso, Luis Carlos também tentou marcar após cobrança de lateral, mas mandou por cima.
À medida em que o tempo passava, o Elite ficava mais solto em campo, mas o XTJ continuava melhor. Assim, as oportunidades apareciam com maior frequência. Caio tocou para Bruno no meio da área. O camisa 7 tentou colocar e mandou no travessão. Já em nova oportunidade, Bruno recebeu livre na área e teve tempo para escolher o canto e ampliar a vantagem aos 17 minutos. E não demorou muito para o terceiro. Como o Elite errava muitos passes, Felipe Ferreira aproveitou um erro na saída de bola do time adversário e recuperou a bola para ficar de cara com o gol e marcar.
O Elite ainda tentou no final do primeiro tempo com Rafael Gomes e Luis Carlos. O primeiro recebeu bom passe na direita e tentou marcar de carrinho, mas mandou para fora. Já Luis Carlos dominou pela direita, tirou do goleiro, mas mandou no pé da trave direita.
No segundo tempo, o cenário parecia o mesmo. O XTJ começou a tocar a bola para arrumar espaço diante de uma defesa fechada. No entanto, o Elite tratou de colocar fogo no jogo. Rafael Ursaia dominou na frente e chutou. Kraudio deu rebote, que sobrou para Marcio bater colocado e fazer o primeiro de seu time. Só que, no minuto seguinte, enquanto o Elite preparava-se para sair jogando, Kaká apareceu em velocidade, recuperou a bola para ficar de frente com o goleiro e marcar o quarto do XTJ.
Mesmo com o gol, o Elite não se deu por vencido. Em cobrança de escanteio, Rafael Ursaia cabeceou na primeira trave e fez o segundo aos cinco minutos. E, logo em seguida, aos 6 minutos, Fábio estava marcado no meio e conseguiu arrumar espaço para mandar um belo chute no canto de Kraudio, que estava com a visão prejudicada e não conseguiu defender. 3 x 4 e uma reação fantástica.
A alegria ficou ainda maior aos 10 minutos. Rafael Ursaia desarmou o zagueiro adversário, ajeitou na frente e chutou cruzado para empatar a peleja e contagiar o time inteiro. Depois desse gol, a partida ficou equilibrada durante 6 minutos, com direito a um chute de Marcio no travessão, mas o conjunto fez a diferença para o XTJ. Felipe Ferreira foi derrubado perto da área. Na cobrança de falta, Fava mandou na barreira mas, no rebote, Vini acertou no canto esquerdo e marcou o quinto.
Já aos 20 minutos, Felipe Ferreira fez jogada pela direita e tocou para o meio da área. Kaká apareceu e completou para o gol com o goleiro caído. Mesmo com poucos minutos restantes, ainda havia tempo para aumentar a vantagem. Em contra-ataque, Ricardinho encontrou Bruno livre para escolher o canto e marcar o sétimo do XTJ na partida.
Assim, já sem chances, a última oportunidade do Elite no campeonato saiu dos pés de Marcio, que chutou de longe à esquerda do gol e ouviu o apito final do árbitro.
Com a vitória, o XTJ classificou-se em quinto e encara o perigoso Basicus nas oitavas de final. Já o Elite dá adeus à competição e aguarda até o ano que vem para entrar em campo pelo Chuteira novamente.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 11ª RODADA
Derrubada 1 x 6 Basicus
BASICUS JOGA 35 MINUTOS PARA FAZER SALDO EM DERRUBADA
Era pra ser WO, mas Basicus optou por jogar e fazer gols em um meia boca Derrubada, que mostra que o forte do time não é mesmo o comprometimento
Por Felipe Vite
No confronto entre o eliminado Derrubada e o classificado Basicus, o primeiro mostrou que a falta de jogadores no time é um problema crônico. Afinal, não é a primeira nem a segunda nem a terceira vez que o time não tem jogadores suficientes para começar um jogo e acaba por iniciar com menos do que os 6 de linha. Quem mais sofre com isso é o goleiro Henrique, que apanha de todo lado com um time desfalcado e inferior numericamente. O desânimo do arqueiro foi sentido em todo decorrer da partida.
O jogo em si começou mesmo aos 15 minutos, pois o relógio foi solto com a decisão do Basicus de jogar mesmo assim. Com dois jogadores a mais, o Basicus tomou conta das ações ofensivas. Kinho dominou sozinho na área e, com muita tranqulidade, bateu rasteiro no canto direito de Henrique para fazer o primeiro. No minuto seguinte, o camisa 9 do Derrubada, Pedro Mé, chegou para diminuir a vantagem numérica do Basicus, o que não ajudou muito. A equipe rosa do Basicus tocava a bola livremente, sem sofrer grandes investidas do Derrubada. Com a posse de bola, era possível abrir a zaga do Derrubada com apenas alguns toques. Aos 23 minutos, Fefê avançou pela esquerda e bateu colocado no canto inferior esquerdo de Henrique. 2 x 0.
O jogo estava tão fácil que, no minuto seguinte, Fefê apareceu novamente, desta vez aproveitando passe de Bocha e ficando livre na área para marcar 3 x 0. Logo veio o intervalo e o segundo tempo, mas o cenário continuou o mesmo. O Derrubada não tinha forças para reagir. Com um toque de bola envolvente, aos 6 minutos, Puff recebeu sozinho na entrada da área e bateu colocado no ângulo direito de Henrique.
Não demorou muito tempo para que o Basicus marcasse novamente. Em cobrança de escanteio, Puff colocou a bola na cabeça de Ladeira, que testou livre para as redes. 5 x 0. Parecia jogo-treino, o goleiro Roland era mais um espectador do que um jogador. A equipe rosa não precisava de muito esforço para marcar, mas, aos 17 minutos, Telles aproveitou confusão na área de Roland e empurrou a pelota para o gol, marcando o gol de honra do Derrubada.
Ainda havia tempo para mais um gol rosa. Bolas roubou a bola no meio de campo e chutou dali mesmo para fechar a conta em 6 x 1. Triste e melancólico fim do Derrubada, que se despede na lanterna da competição.
O Basicus se classificou em 4º lugar, com 17 pontos, para as oitavas de final e enfrentará o XTJ na próxima fase.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 11ª RODADA
DPGamos 3 x 3 Só Quem Sabe
SQS MOSTRA PODER DE REAÇÃO E ARRANCA EMPATE COM DPGAMOS
Time perdia o primeiro tempo por dois gols, mas no segundo conseguiu o empate. Ambos se classificaram
Por Bruno Viotti
Nada melhor do que encerrar a primeira fase com um confronto dessa magnitude. Só Quem Sabe e DPGamos passaram o torneio inteiro brigando no topo pela primeira colocação. Para o primeiro, ainda restava uma esperança. Para isso, precisava vencer e torcer para as derrotas de Império Celeste e Mercenários. Do outro lado, o DP já não tinha chances de conseguir a vaga direta, o que não significou corpo mole em campo. A rigor, era a 3ª posição que estava em jogo.
A partida começou e o Só Quem Sabe enfrentou grande dificuldade para sair jogando graças à forte marcação exercida pelo DPGamos no meio-campo. Assim, o DP saiu atacando. As primeiras chances surgiram com Zeca, que arriscou de longe para defesa de Arthur, e Richard, que procurou testar o goleiro adversário, mas mandou à direita da meta.
Não é costume do Só Quem Sabe jogar de forma defensiva, ainda mais com o artilheiro Serjão em campo. Dessa forma, não demorou muito para que o time criasse oportunidades perigosas. Na primeira, Tessarin avançou pela direita e chutou fraco, fácil para Valentin. Em seguida, Serjão recebeu a bola no ataque, girou e bateu colocado à direita do gol. Por fim, Thiago lançou e Marquesl cabeceou para fora.
Com o desenrolar do primeiro tempo, as equipes conseguiram colocar em prática o que demonstraram durante todo o campeonato, ou seja, um futebol ofensivo e bem jogado. O Só Quem Sabe continuou atacando com Thiago, que dominou na esquerda e chutou forte, mas Valentin fechou o ângulo e espalmou. Depois, Zeca recebeu no meio e chutou à direita da trave adversária. No entanto, efetivo mesmo foi Carlitos, do DPGamos. O camisa 5 chutou, a bola desviou no meio do caminho e matou o goleiro, abrindo o placar aos 9 minutos.
Com o gol, o DP ficou empolgado e continuou no ataque com João, que dominou de peito após cobrança de lateral e tentou uma bicicleta sem muito sucesso. Assim, não demorou muito para sair o segundo gol do time. Richard ganhou a bola na direita, tocou para o meio e encontrou João, que aproveitou para empurrar para o gol e ampliar o placar.
Só que do outro lado não estava qualquer time. O Só Quem Sabe não aceitou a diferença e logo tratou de diminuir a vantagem adversária. Aos 12 minutos, Serjão fez o trabalho de pivô e a bola sobrou para Zeca completar de primeira, no meio das pernas de Valentin. Entretanto, a alegria durou pouco. Aos 14 minutos, João – ele de novo – recebeu bom passe na direita e chutou cruzado para fazer o terceiro do DPGamos.
Já no final do primeiro tempo, o jogo continuava igual. As principais chances saíram dos pés de Serjão, que avançou pela esquerda e bateu colocado para boa defesa de Valentim, e Richard, que fez boa jogada individual, passou por 2 marcadores, mas Arthur saiu bem do gol e abafou o lance.
No segundo tempo, o cenário era o mesmo. O DPGamos sabia que não podia dar bobeira e o Só Quem Sabe precisava de gols para manter viva a esperança da vaga direta. Assim, depois de uma chance desperdiçada por Clebão, do DPGamos, que estava muito marcado e chutou fraco, o jogo mudou. Aos 6 minutos, Tessarin apareceu pelo meio e avançou para chutar no canto direito de Valentim e marcar o segundo do Só Quem Sabe.
Empolgado, o time de Tessarin foi para cima e quase marcou com Thiago ao tabelar com Tessarin e chutar forte, mas o camisa 6 não contava com uma grande defesa de Valentin. No entanto, o empate saiu de qualquer jeito. Em nova oportunidade, Tessarin cobrou lateral na segunda trave na cabeça de Thiago, que cabeceou no ângulo. Valentin ainda tentou defender, mas não evitou o empate.
O equilíbrio em campo refletia a igualdade no placar. Na metade do segundo tempo, o DPGamos quase marcou por três vezes com Clebão. Na primeira, tabelou com João e recebeu, mas Arthur saiu bem do gol e abafou. Na segunda, recebeu bom passe na direita e mandou por cima. Por fim, chutou forte de longe e o arqueiro conseguiu segurar. Além disso, o DPGamos teve um gol anulado quando Zeca cabeceou após cobrança de escanteio. O árbitro afirmou que houve falta no lance.
A nota infeliz do jogo fica por parte da expulsão de Daniel Fischer no final do segundo tempo. Segundo o árbitro, o camisa 13 teria proferido palavras de baixo calão a ele, o que causou sua expulsão. Além disso, após o cartão, Daniel ficou enfurecido e tentou partir para cima do árbitro, mas foi segurado por seus companheiros até que fosse tirado de campo. Tem gente que não muda mesmo, né?
Com o final do jogo, o Só Quem Sabe dá adeus à vaga chegar na final do torneio. Antes, precisa vencer o NGM no próximo sábado, que ficou em 6º no Grupo B. Já o DPGamos tem confronto contra o embalado TNT em busca de uma vaga nas quartas de final.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 11ª RODADA
TCM 2 x 2 Condor’s
CONDOR’S EMPATA NO FINAL, MAS PERDE VAGA DIRETA NA PRATA
Em jogo faltoso, truncado e com muita emoção, Condor’s perde a primeira colocação e vaga direta na Prata para BDA
Por Felipe Vite
A até então equipe líder do Grupo B, o Condor’s, precisava apenas de si mesmo para conseguir uma vaga direta na Prata. Os três pontos garantiriam o primeiro lugar à equipe. O TCM, também com chances de chegar à primeira colocação, precisava vencer o Condor’s e torcer por um tropeço do BDA perante o já eliminado Invictus. Ao fim, o TCM conseguiu apenas acabar com o sonho do time do Neno de subir já para a Prata.
O jogo começou fervendo, com cada dividida de bola soltando faísca. Ninguém aliviava na hora de disputar a pelota, mostrando a grande disposição física das duas equipes. O Condor’s começou arriscando mais chutes de longa distância. Aos 7 minutos, Peli avançou pela esquerda, invadiu a área e fez uma jogada fantástica, tentando o chapéu no goleiro Johnny. O toque acabou saindo muito forte, mas na sobra Diony chegou correndo e mandou um canudo no gol e fez 1 x 0.
A partida seguiu no mesmo ritmo quente e nervoso. Aos 17 minutos da primeira etapa, os números comprovavam a falta de chances de gol e o clima quente. O Condor’s já havia cometido 6 faltas, enquanto o TCM, 3. Foi aí que começou a brilhar a estrela de Johnny. O goleirão do TCM estava em um dia inspiradíssimo, pegando até pensamento. Faltando um minuto para o final da primeira etapa, Guel avançou pela lateral direita e chutou com precisão para empatar a partida. No último lance do primeiro tempo, Johnny defendeu chute de Peli com uma ponte maravilhosa, deixando apenas uma amostra do que seria o segundo tempo.
Ao reinício da partida, o TCM voltou mais ligado e foi logo ao ataque. Aos 2 minutos, Matheus acertou chute de longe e surpreendeu o goleiro Ivan Carlos, que ficou estático. Era o gol da virada. Porém, o gol despertou o Condor’s, que pressionou impiedosamente a equipe amarela e preta. Era a vez de Johnny agir. O goleiro foi fuzilado pelo ataque do Condor’s inúmeras vezes, defendendo todas com uma plasticidade incrível, arrancando aplausos da torcida. Eram pontes, defesas de mão trocada, defesas com os pés, defesa de soco. O repertório era vasto.
Aos 11 minutos, um lance de infelicidade de Peli, que fazia bela partida, ao perder um gol na cara do goleiro Johnny. Peli não se intimidou e continuou forçando Johnny a exercer belas defesas, uma atrás da outra. A pressão era tanta que o TCM foi obrigado a abandonar o ataque para preencher os espaços por onde Peli fazia suas jogadas. A partida ia se arrastando para o final e jogadores do TCM caíam em campo alegando câimbras. O árbitro foi descontando o tempo de cada paralisação, incluindo o tempo que Johnny ficou no chão até ser atendido. Ao final foram dados 4 minutos de acréscimo.
Com os 6 jogadores de linha no campo de defesa, o TCM já não atacava mais, enquanto o Condor’s arriscava de qualquer maneira. Aos 29 minutos da etapa complementar, Peli arriscou chute de fora da área, a bola desviou em Alemão e finalmente venceu o goleiro Johnny. Era o empate no último lance. Final de jogo em 2 x 2.
O empate foi bom para o BDA, que venceu o Invictus por 6 x 2 e garantiu o primeiro lugar do grupo e uma vaga direta na Série Prata. O Condor’s se classificou em segundo lugar e pega Os Mostarda pelas oitavas de final, enquanto o TCM terminou a fase de grupos na terceira colocação e encara o Toque Me Voy.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 11ª RODADA
BDA 6 x 2 Invictus
BDA VENCE E GARANTE ACESSO DIREITO À PRATA
Abelhas precisavam vencer Invictus e secar o rival Condor’s. A torcida funcionou e agora encaram as oitavas com a certeza de jogar a prata no próximo semestre
Por Bruno Viotti
O dia era de apreensão para o BDA. Depois de um empate contra o Pé de Pano, os abelhudos viram a liderança do grupo escapar e ficar nas mãos do Condor’s. Faltando uma rodada, o time precisava vencer e torcer para um tropeço do rival para recuperar o topo e garantir a vaga na Prata. O adversário era o Invictus, já eliminado, mas que pretendia jogar com honra e, quem sabe, dificultar a vida do aspirante ao título.
O jogo começou e o BDA logo dominou o campo ofensivo e exerceu marcação sob pressão na zaga adversária. Dessa forma, não demorou muito para sair o primeiro gol da partida. Bruno tabelou com Kavanha e recebeu em condições de chutar forte no canto do goleiro improvisado Marquinhos para abrir o placar.
Com elenco reduzido, o Invictus tentava se defender de todas as maneiras. Quanto ao ataque, conseguia criar jogadas com alguns lançamentos do goleiro procurando o pivô Lucas P. No entanto, a primeira oportunidade mais perigosa saiu dos pés de Bento, que avançou pelo meio e chutou de bico à esquerda da meta.
Na primeira metade do primeiro tempo, graças à dedicação defensiva do Invictus, o BDA não conseguiu criar tantos lances como em outros jogos. Todavia, a pressão continuava forte, principalmente com Maca, Camarão e Guarulhos. O primeiro conseguiu mandar a bola na trave três vezes. O segundo chutou do meio-campo e Marquinhos conseguiu boa defesa em dois tempos. Por fim, Guarulhos recebeu bom passe no meio, girou e chutou rasteiro. Marquinhos caiu e defendeu com a perna.
Já no final do primeiro tempo, o Invictus conseguiu estabilizar o jogo e até levou certo perigo em jogadas protagonizadas por Bento e Douglas. Na primeira, o camisa 23 avançou pela esquerda, arrumou espaço e chutou rasteiro na trave esquerda de Lula. Depois, em cobrança de falta, Lucas P. rolou e Douglas chutou por cima com desvio. Entretanto, em nova oportunidade, Marquinhos lançou para Lucas, que não alcançou, mas Douglas surgiu na área para desviar de cabeça para o gol e empatar o jogo.
Empolgado, o Invictus quase virou com Brunão, que recebeu bom passe após o trabalho de pivô de Lucas P. e chutou forte para boa defesa de Lula. No entanto, a alegria não durou muito. No último lance da primeira etapa, aos 25 minutos, Brunão tocou errado na defesa, Kavanha interceptou e ficou livre para tirar do goleiro e colocar o BDA na frente.
O segundo tempo começou e o Invictus quis passar a impressão de que a história seria diferente. Para isso, Nego saiu errado e Bento recuperou a bola. Em seguida, o camisa 23 deu grande passe para Danilão dominar e chutar no meio das pernas de Lula aos 2 minutos e empatar a peleja.
Só que, mais uma vez, o BDA tratou de jogar um balde de água fria no ânimo do Invictus. No minuto seguinte, Camarão rolou na direita e encontrou Maca, que emendou uma bola rasteira para colocar o BDA na frente. Para evitar novos sustos, o Bonde continuou no ataque e logo ampliou o placar. Aos 5 minutos, Dé fez bela jogada pelo meio e tocou para Camarão na esquerda. O camisa 7 recebe sem marcação e mandou no canto esquerdo de Marquinhos. 4 x 2.
Já na metade do segundo tempo, o Invictus conseguiu uma boa sequência de chances e quase marcou seu terceiro. Primeiramente, Brunão aproveitou sobra de escanteio e bateu cruzado, mas a bola tocou no pé da trave e saiu. Depois, Bento arrancou pela direita e chutou cruzado. Lucas P. estava no caminho e dominou, mas girou e finalizou longe. Por fim, Bento resolveu arriscar direto e obrigou Lula a realizar uma defesa difícil em dois tempos.
Do outro lado, Maca continuava a ser o principal nome do BDA. Boa parte das jogadas passava por seus pés, assim como uma cobrança de falta perigosa que passou à direita do gol. No entanto, aos 17 minutos, o quinto gol do BDA não teve participação do camisa 10. Dé chutou de média distância. Marquinhos defendeu e a bola sobrou na direita para Vi chutar. O goleiro ainda chegou a tocar na bola, mas não evitou o gol.
Com o resultado praticamente certo, ainda havia tempo para mais um gol de BDA. Desta vez com ele, Maca. O jogador deu um grande elástico para sair da marcação e tocou para dentro da área. Vi estava lá e completou para fazer seu segundo na partida, o sexto do BDA e dar números finais ao jogo.
Vitorioso, o BDA conquistou por antecipação a vaga para a Liga de Prata, pois contou com um empate entre Condor’s e TCM. Assim, terminou a primeira fase no topo da tabela, mas agora volta as atenções para a disputa do título, que começa no próximo sábado contra o Allianza Sagrado. Já o Invictus encerrou sua participação no torneio e agora espera até o ano que vem por uma nova oportunidade na Liga de Bronze.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 11ª RODADA
Os Mostarda 7 x 6 Futsampa
MOSTARDA SOFRE PARA GARANTIR VITÓRIA CONTRA FUTSAMPA
Os Mostarda continua a série de bons resultados e chega com moral nas oitavas
Por Bruno Viotti
Depois de um início ruim, o Os Mostarda deu a volta por cima e emplacou uma série de vitórias que garantiu uma melhor colocação para o time. Após vencer o Allianza Sagrado na rodada anterior, nada melhor do que enfrentar o lanterninha do grupo para coroar a classificação para a próxima fase. Entretanto, enganou-se quem pensou que seria tranquilo. O Futsampa conquistou um empate contra o poderoso Mercenários na última rodada e, mesmo sem vencer no torneio, deu trabalho para a equipe do capitão Cadú.
O jogo começou truncado, o Os Mostarda encontrava certa dificuldade para sair e as primeiras chances foram do Futsampa. Zaka tabelou com Riqueto e mandou por cima. Em seguida, PC recebeu passe no meio e, marcado, chutou para a defesa de Polito.
Com 5 minutos de jogo, o Mostarda decidiu adiantar a marcação, o que ajudou na contenção dos ataques do Futsampa e tornou a peleja mais equilibrada. Assim, as principais oportunidades do time nos primeiros dez minutos aconteceram com George, Flavinho e Bedicks. O primeiro dominou a bola após cobrança de lateral, girou e mandou para fora. Depois, Flavinho fez jogada pela direita, mas também errou o alvo. Por fim, o camisa 23 recebeu bom passe no meio e chutou por cima.
Se o jogo estava difícil, nada melhor do que um gol para aliviar a tensão. Aos 14 minutos, Gabri aproveitou lançamento na esquerda, avançou em velocidade e chutou firme para abrir o placar.
Depois do gol, o Futsampa não se intimidou e voltou a levar perigo com PC, que bateu de longe e obrigou Polito a realizar boa defesa. No entanto, o dia parecia ser do Os Mostarda. Tatá teve ótima chance ao receber a bola dentro da área, mas Léo conseguiu rebater dois chutes do camisa 7. Já aos 17 minutos, novo lance ofensivo. Polito lançou a bola para frente e, o que parecia ser uma defesa tranquila para Léo, transformou-se em pesadelo. O arqueiro rebateu e a pelota sobrou livre para Tatá fazer o segundo.
O Futsampa continuava com seu ritmo de jogo, marcando a saída do adversário. Assim, quase marcou seu primeiro com Joãozinho, que avançou pela direita, finalizou e viu Polito realizar excelente defesa. Em seguida, Raphinha perdeu a bola para Mau na esquerda. O camisa 6 avançou e fuzilou a meta adversária para diminuir a vantagem.
Já no último lance do primeiro tempo, Negão recuperou a bola para o Futsampa, tocou no meio e encontrou Zaka, sozinho, que teve tempo para escolher o canto e marcar o tento de empate.
A segunda etapa começou com um Mostarda arrasador. Logo com um minuto de jogo, Cadú chutou de longe e encontrou Raphinha, que antecipou à zaga e chutou no contrapé do goleiro para colocar seu time em vantagem. Sem dar tempo para respirar, Cadú criou nova jogada que resultou em gol. O camisa 10 avançou pela direita e rolou a bola para o meio. Tatá, sem marcação, aproveitou o passe e completou tirando do arqueiro com tranquilidade.
No minuto seguinte, mais um gol do Os Mostarda. Lê recebeu bom passe e, mesmo marcado, ficou frente a frente com o goleiro e mandou a bola no canto direito de Léo para fazer o quinto. Jogo decidido? Nada disso. O Futsampa partiu para o ataque e criou quatro lances ofensivos. No primeiro, Negão cobrou falta e Polito espalmou. Depois, Joãozinho cobrou falta, o arqueiro rebateu e PC perdeu de frente para o gol. Em seguida, a redenção. Joãozinho avançou pela direita e chutou. Polito conseguiu rebater, mas, na sobra, PC apareceu e fez o terceiro do Futsampa aos 11 minutos.
O Futsampa continuou pressionando e obrigou Polito a realizar defesas milagrosas. A pressão foi tanta que o time estava recuperando as bolas com certa facilidade no meio-campo. No entanto, coube ao capitão d´Os Mostarda a tarefa de tranquilizar o jogo. Cadú roubou a bola na entrada da área. Tatá dominou e devolveu para que o camisa 10 finalizasse e fizesse o sexto.
No entanto, a alegria durou pouco. Aos 18 minutos, Joãozinho aproveitou bom passe no meio, girou e chutou no canto esquerdo de Polito para diminuir a diferença. Mesmo com a vantagem, o Os Mostarda não quis saber de esperar o apito final e conseguiu marcar seu sétimo. Flavinho avançou pela esquerda, driblou o marcador e mandou no canto direito do goleiro para marcar um belo gol aos 20 minutos.
Com cinco minutos, a diferença era de três gols. Impossível? Não. Aos 22, Mau arriscou um chute pela esquerda, a bola passou entre George e Polito e morreu no fundo da rede. Por fim, em uma saída de bola errada, Zaka recuperou a bola para o Futsampa e emendou no contrapé do arqueiro para dar números finais à peleja. 7 x 6.
Com o resultado, o Os Mostarda segue com a sequência de bons resultados e termina a primeira fase na sétima colocação. Nas oitavas, enfrenta o perigoso Condor’s em busca de uma vaga nas quartas de final. Já o Futsampa dá adeus à competição sem conseguir uma vitória e agora aguarda o ano que vem para voltar com mais força.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 11ª RODADA
Império Celeste 3 x 1 Toque Me Voy
EM JOGO PEGADO E FALTOSO, IMPÉRIO VENCE E CONFIRMA A VAGA NA PRATA
Comandados por Guedes, atletas do Império demonstram muita raça em quadra e passam pelo último desafio da primeira fase
Por Bruno Viotti
O último jogo do dia também era um dos mais esperados. A quadra 10 estava lotada. O Império trouxe uma torcida de peso para apoiar o time no jogo decisivo para a classificação e chegou cedo para acompanhar o restante da rodada e realizar uma preparação adequada. Já o Toque Me Voy não tinha tanto apoio, mas, com muita raça demonstrada em campo, pretendia estragar a festa dos imperiais.
Logo no início já ficava nítido que esse não era um jogo normal. Assim, a marcação dos dois era muito forte. A primeira chance foi do Toque Me Voy, com Renê. Após falta sofrida por Allan, Papai Dedé rolou e Renê chutou por cima. Entretanto, a troca de passes entre os jogadores estava muito prejudicada devido à falta de espaço. Assim, os times procuravam arriscar de longe ou em uma bola parada. E foi justamente assim que o Império abriu o placar. Guedes cobrou falta na barreira e ganhou escanteio. Na cobrança, o próprio camisa 7 subiu mais do que a zaga e mandou de cabeça para o fundo da rede aos 6 minutos.
Depois do gol, a postura tática do Império mudou. A equipe marcava na saída de bola com quatro homens ocupando o campo defensivo do Toque. Desta forma, o time de Allan passou a encontrar grande dificuldade para sair, o que resultou em melhores oportunidades para o Império.
Zukauskas e Quevas, por duas vezes, deram uma amostra do poder de fogo dos celestes. O primeiro avançou pela esquerda, pedalou e chutou para boa defesa de Zé Mario. Já Quevas recebeu bom passe de Allan na direita, mas Zé Mario conseguiu abafar o lance antes de sua conclusão. Depois, em nova oportunidade, o mesmo Quevas avançou pela esquerda e chutou rasteiro para uma defesa tranquila do arqueiro.
Do lado do Toque Me Voy, a alternativa era explorar o talento de Renê e a velocidade de Allan. Em uma bela jogada individual, o camisa 10 quase marcou, mas foi desarmado na hora da finalização. Já Allan chutou de longe, mas Gamarra caiu e segurou. Depois, Renê achou bem o camisa 7 que entrava em velocidade. O jogador girou, chutou e o arqueiro do Império realizou a defesa demonstrando muito reflexo.
No final do primeiro tempo, o Toque Me Voy ainda teve uma chance em cobrança de falta de Renê, mas Quevas tirou no meio do caminho. Na segunda etapa, o Toque Me Voy continuou a exercer certa pressão sobre o Império. Em nova cobrança de falta, Silas mandou na barreira. No rebote, Healey pegou mal e mandou longe. Já Allan utilizou o que tem de melhor: a velocidade para incendiar o jogo. O camisa 7 recebeu na frente, arrumou espaço e mandou por cima.
Do lado do Império, o time passou a ser dependente de Guedes. O camisa 7 criou, mas o Toque estava bem postado e não facilitou a vida do jogador. Em sua primeira oportunidade, Guedes dominou a bola no meio e chutou colocado, mas a bola raspou a trave esquerda e saiu. Depois, interceptou passe, mas pegou mal na hora da finalização. Além de Guedes, o Império quase marcou com Zukauskas, que contou com um desvio para quase enganar Zé Mario, e Quevas, que cobrou falta à direita da meta adversária.
Na metade da segunda etapa, a torcida do Toque Me Voy ficou maior. Não se tratava de simpatizantes, mas sim de jogadores do Mercenários, que foram enfrentar a barulhenta torcida celestial. No jogo, Guedes continuava a infernizar a zaga adversária. O camisa 7 tabelou com Zukauskas, entrou em velocidade, mas mandou por cima. Depois, Zen cobrou escanteio, mas o mesmo Guedes não conseguiu cabecear.
Já no final do jogo, um pedido de tempo foi feito e mudou o destino do jogo, pois logo em seguida, aos 19 minutos, o Império encaixou um bom ataque e obrigou Zé Mario a realizar grande defesa. Entretanto, no rebote, Daniel apareceu para fazer o segundo e inflamar a torcida.
Só que a comemoração não durou muito, pois o Toque Me Voy não seria derrotado facilmente. Papai Dedé recebeu bom passe na direita e tocou na medida para encontrar Allan no meio da área. O camisa 7 completou e diminuiu a vantagem aos 20 minutos. 2 x 1.
Após o gol, muitos esperavam uma pressão do Toque, mas o que aconteceu foi a redenção do Império. Em uma cobrança de falta perto da área, Guedes cobrou e marcou seu segundo na peleja, o terceiro do império, e deu números finais à partida.
Com a vitória, o Império confirmou o acesso direto à Liga de Prata com direito a fogos e muita festa dos jogadores e torcida. Agora, o time chega empolgado para a disputa do título e encara o Bacaninha nas oitavas. Já o Toque Me Voy também se classificou e espera o próximo sábado para realizar um grande confronto com o TCM em busca de uma vaga nas quartas de final.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 11ª RODADA
Irado’s 1 x 7 Mercenários
MERCENÁRIOS FAZ SUA PARTE MAS FICA MESMO EM SEGUNDO
Com direito a gol de goleiro, o Mercenários venceu com facilidade Irado´s e agora tenta a vaga na Prata no mata-mata
Por Felipe Vite
O último jogo da rodada na quadra 6 trazia o confronto entre o eliminado Irado’s e Mercenários, que ainda tinha chances de assumir a liderança caso o Império Celeste tropeçasse no Toque Me Voy. Com o segundo lugar já garantido devido ao empate do Só Quem Sabe com o DPgamos mais cedo, o Mercenários entrava em quadra leve, sem obrigações. O Irado’s honradamente cumpriu tabela e, mesmo com alguns desfalques, a equipe se fez presente e conseguiu complicar a vida do Mercenários, pelo menos nos primeiros 13 minutos de jogo.
A partida começou em ritmo lento, com poucas finalizações e muitos erros de passe. A chance mais clara de gol veio só aos 11 minutos, quando Henrique deu rebote em finalização da equipe preta e Yuri chegou afastando para evitar o pior. Aos 13 minutos, o momento Chilavert, Rogério Ceni, Márcio... Podem escolher. Falta para o Mercenários bater na risca do meio campo, o goleiro Allyson se posicionou para a cobrança e mandou um chute espetacular no ângulo direito de Henrique, uma cobrança magistral de Allyson, o goleiro que abriu o placar do jogo.
Podemos dizer que o gol de Allyson “abriu a porteira” para a equipe preta. Em porteira que passa um boi, passa uma boiada. No final da primeira etapa, com dois gols seguidos, o Mercenários ampliou sua vantagem. Primeiro aos 20 minutos com Dezinho, que chutou de longe, a bola desviou no meio do caminho e entrou. No minuto seguinte, Diego aproveitou chute cruzado e escorou sozinho para as redes. 3 x 0. Os minutos restantes da primeira etapa não apresentaram lances de perigo e a partida foi para o intervalo.
O segundo tempo parecia mais uma danceteria do que uma quadra de futebol. Logo aos 3 minutos Thiaghinho rolou a bola para deixar Diego na boa, marcando seu 14° gol na competição e se isolando na artilharia do Chuteira de Bronze. Dois minutos mais tarde, após bate-rebate e muita confusão, Guto apareceu para mandar a bola para as redes, comemorando com dancinha. O placar poderia ser maior se não fosse a ação rápida de Rafa Hornero, que salvou uma bola em cima da linha.
O Irado’s estava perdido em campo. Aos 15 minutos, a dancinha atacou novamente. Guto fez jogada pela esquerda e rolou para Dezinho, já dentro da área, marcar o sexto gol. Dá-lhe mais dancinha! Aos 21 minutos, a pintura do jogo saiu dos pés de Guto, que driblou dois marcadores e bateu firme para fazer 7 x 0.
Sem conseguir organizar jogadas, o Irado’s chutou apenas 3 vezes contra o gol de Allyson. Só aos 24 minutos, Big Folha foi para a área e desviou cruzamento de escanteio, marcando o gol de honra do Irado’s, que se despediu da competição com um gosto amargo na boca, mas de cabeça em pé. Final de jogo, Mercenários 7 x 1 Irado’s.
Com a vitória, o Mercenários foi secar o Império Celeste, que ainda jogava com o Toque Me Voy. O sorriso amarelo de Bollito já indicava o resultado: a secada não surtiu efeito e a equipe azul celeste venceu o Toque Me Voy por 3 x 1 e garantiu a primeira colocação do Grupo A e uma vaga direta na Série Prata. Com isso, o Mercenários manteve a segunda posição e enfrentará o Roleta Russa Clássico pelas oitavas de final em busca da Prata.
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