Em dia de garçom de Serjão, Penna e Jacobi marcam dois gols cada e ajudam garantir triunfo do Só Quem Sabe. Vuvuzelas coleciona mais uma derrota e agora é vice-lanterna
Por Gustavo Vasconcellos
Com as duas equipes em quadra, a partida inaugural do Grupo A da Série Bronze não tinha dúvidas quanto ao favorito. O confronto entre Só quem Sabe, terceiro colocado do grupo, mas que vinha de derrota para Os Mostarda, e Real Vuvuzelas, apenas décimo e com cinco derrotas na competição, tinha a equipe de Tessarin como ampla favorita.
Mesmo após um primeiro tempo disputado e sem gols, o SQS não desanimou, voltou jogando um bom futebol na segunda etapa e, com uma ótima apresentação de Serjão, dessa vez servindo seus companheiros, conseguiu um ótimo placar de 5 x 2 para garantir mais 3 pontos.
O apito inicial foi trilado e a bola começou a rolar debaixo de um fortíssimo sol. O Vuvuzelas começou mais com a bola. A equipe verde-limão trocava passes, mas não conseguia criar grandes chances. Norton, em chute de fora da área e em cobrança de falta, e Gian tentaram, mas viram suas chances serem desviadas pela zaga ou acabarem nas mãos do goleiro Arthur.
O SQS começou recuado, mas logo equilibrou as ações e chegou à meta de Dimy, mas igualmente sem tanto perigo. Tessarin arriscou de fora, a bola contou com leve desvio, mas o goleiro ficou com ela. Depois, Marquesl chegou batendo após sobra de bola, mas o chute saiu por cima.
O forte sol dificultava um ritmo constante na partida. As duas equipes dosavam o esforço. Assim, o primeiro tempo acabou não sendo dos melhores. Tanto SQS quanto Vuvuzelas até criaram algumas vezes ao longo dos 25 minutos iniciais, mas nenhuma delas chegou a levar grande perigo aos goleiros Arthur e Dimy.
Ao final do primeiro tempo, as equipes se entregaram um pouco mais, o jogo ficou mais pegado e corrido, mas nada que fizesse o zero sair do placar. Mas no segundo tempo não foi preciso mais de 40 segundos para isso. O SQS saiu com a bola e não deu chances para o adversário até marcar o primeiro tento. Jacobi recebeu na esquerda, levou para o meio e bateu no canto esquerdo. A bola tocou a trave esquerda e acabou entrando no outro canto. 1 x 0.
Não demorou muito e o SQS voltou a marcar. Antes, porém, o Vuvuzelas chegou com Norton, que tentou de fora, mas viu seu chute sair à esquerda. Aos 2 minutos, Serjão começou a servir os companheiros e o SQS ampliou. Penna tabelou com o camisa 9, que o deixou livre no meio para só escorar e marcar.
Pouco depois, Serjão colocou de novo Penna em boa condição de marcar, mas desta vez o camisa 30 desperdiçou. Mas na chance seguinte Penna não perdeu. Serjão tentou chute da direita, a bola desviou e sobrou para Penna, que dominou na área, tirou o goleiro do lance e só tocou para as redes.
Com a desvantagem, o Vuvuzelas teve de partir para cima. Entretanto, a boa marcação do SQS dificultava as chegadas. Somente aos 13 minutos, quando o SQS foi ao ataque e deixou a zaga aberta, o Vuvuzelas conseguiu aproveitar. Marcelo puxou contra-ataque e passou para Norton na direita. O camisa 3 deixou o goleiro para trás e diminuiu a vantagem do SQS: 3 x 1.
Aos 17 minutos, um banho de água fria nas expectativas de reação do Vuvuzelas. Jacobi tabelou com Paulinho pelo lado direito, levou para o meio, fintando um adversário e bateu para marcar o quarto. Nos cinco minutos finais, mais dois gols, um para cada lado. Primeiro, o Vuvuzelas marcou o segundo. Norton aproveitou bobeira da zaga e fez outro. Mas, aos 24 minutos, uma bela e rápida triangulação entre Penna, Serjão e Thiago acabou com finalização deste último, já na área, para um gol vazio, dando números finais para a partida: 5 x 2.
Com a vitória, o SQS chega aos 20 pontos, continua em 3º, apenas dois pontos atrás do novo líder, o Império Celeste. Já o Vuvuzelas continua com 7 pontos, mas caiu uma posição e agora é 11º. Na última rodada, o SQS tem jogo difícil contra o DPGamos, enquanto o Vuvuzelas cumpre tabela contra o Allianza Sagrado.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA
Derrubada 2 x 4 Bacaninha
BACANINHA VENCE E DÁ GRANDE PASSO PARA GARANTIR A CLASSIFICAÇÃO
Em jogo equilibrado, Bacaninha aproveita melhor as oportunidades e consegue derrotar e eliminar o abatido Derrubada
Por Bruno Viotti
Apesar de não ser a última rodada da Liga de Bronze, o clima de tensão estava presente na quadra 10. O Derrubada precisava vencer para chegar a 6 pontos e continuar com chances de classificação. Já o Bacaninha estava focado na vitória para consolidar o oitavo lugar e dar um grande passo rumo à vaga nas oitavas.
O jogo começou e o Bacaninha procurou manter a posse de bola. Tocava no meio-campo em busca de espaços para criar jogadas. No entanto, apresentava dificuldades para fazer a ligação com o ataque. Do outro lado, o Derrubada não aceitou de forma passiva o toque de bola do adversário e começou a marcar sob pressão. Foi assim que surgiu a primeira oportunidade do jogo. Telles interceptou passe e tabelou com Claudo pela esquerda, mas Gamito fechou o ângulo na finalização, para alegria de Núbia, do lado de fora só torcendo.
Em nova oportunidade, Cesar tentou marcar ao cabecear aproveitando cobrança de escanteio, mas o goleiro rebateu como pôde. Entretanto, apesar das oportunidades criadas, quem saiu na frente foi o Bacaninha. Aos 4 minutos, Simões recebeu passe de Walter no meio, passou por dois marcadores e chutou colocado no canto direito de Henrique.
Depois do gol, o Derrubada adiantou a marcação e passou a ser mais presente no campo ofensivo. Assim, diante da nova postura do adversário, o Bacaninha apostava nos contra-ataques para levar perigo. Walter criou três oportunidades, primeiro recebeu na lateral, cortou para o meio e chutou rasteiro à esquerda da meta. Na segunda, desarmou e mandou de bico, mas Henrique segurou. No entanto, na terceira chance, resolveu atuar como garçom e serviu Lê Leme, que completou de cabeça no canto esquerdo do goleiro para ampliar o placar.
Não demorou muito para que o Derrubada respondesse. E respondeu de uma forma bem efetiva. Telles dominou a bola no meio e, marcado por dois, arrumou espaço e chutou rasteiro no canto direito de Gamito, que caiu, mas não conseguiu realizar a defesa. 1 x 2.
O Derrubada apresentava maior volume de jogo, mas pecava nas finalizações. Já o Bacaninha criou menos chances, mas aproveitou melhor do que o adversário. No decorrer do primeiro tempo, a marcação ficou cada vez mais forte. As jogadas aconteciam para os dois times. Do lado do Derrubada, Cesar tentou aproveitar ao receber bom passe após cobrança de lateral, mas mandou por cima. Em outra oportunidade, Claudo tocou e encontrou Henricão na esquerda, que chutou forte, mas Gamito, atento, conseguiu espalmar. Já no último lance de perigo do time, Maldo fez boa jogada individual, passou pelo marcador e chutou forte, mas o arqueiro caiu para defender.
Já o Bacaninha também incomodou a defesa adversária. Simões dominou a bola no meio-campo e arriscou, mas seu chute passou à esquerda. Depois, Lê Leme desarmou o zagueiro na esquerda e chutou forte, mas Henrique saiu e rebateu. Por fim, Marcos tentou por cobertura, mas o defensor conseguiu tirar em cima da linha.
O segundo tempo foi marcado por muitos erros de passes dos jogadores no meio-campo, o que acabou deixando o jogo um pouco truncado no começo. O Bacaninha tentava lançamentos e chutes de longe, mas sem sucesso. Enquanto isso, o Derrubada continuou com a proposta de marcação na saída de bola. Assim, a primeira chance aconteceu com Larsson, que interceptou passe, passou pelo zagueiro e mandou de bico para fora. Em seguida, aos 3 minutos, Maldo recebeu perto da área pela direita e teve calma para tirar do goleiro e marcar um belo gol.
Com o empate, o Bacaninha viu a vitória escapar e foi para cima. Lê Leme tentava algumas jogadas individuais, mas encontrava dificuldades para passar pela marcação. Assim, Caio tentou resolver ao receber lançamento do goleiro, mas mandou por cima. De qualquer forma, mesmo marcado, Lê Leme brilhou para colocar o Bacaninha na frente de novo. O camisa 11 deu um lençol e avançou pela direita, chutou cruzado e Pedro Mé tentou cortar, mas acabou mandando contra o patrimônio.
Já na parte final do segundo tempo, o Derrubada perdeu um de seus principais jogadores. Larsson tomou cartão azul por reclamação e deixou o campo mais cedo. No entanto, seu time não parou de atacar e ainda levou perigo com Maldo, que recebeu passe na esquerda, passou pelo marcador e arriscou, mas Gamito caiu e espalmou.
Entretanto, o Bacaninha não tirou o pé do acelerador e criou uma nova chance com Caio, que fez grande jogada pelo meio, ganhou a disputa com dois zagueiros, mas não conseguiu ficar em pé para finalizar de cara com o goleiro. Por fim, ainda havia tempo para mais um. Caio avançou pela direita e arrumou espaço para tocar na esquerda e encontrar Márcio, que entrou em velocidade e completou, dando números finais ao jogo. 2 x 4.
Com a vitória, o Bacaninha chega a 10 pontos e precisa de um empate contra o NGM na próxima rodada para confirmar a classificação. É melhor torcer para que Caio Ribeiro não apareça! Já o Derrubada deu adeus às suas últimas chances de conseguir uma vaga nas oitavas e agora joga para cumprir tabela no próximo sábado contra o Basicus.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA
Irado’s 3 x 2 Toque Me Voy
IRADO’S VENCE NA RAÇA, MAS ESTÁ ELIMINADO
Mesmo com dois jogadores a menos em certo momento da partida, Irado’s freia ímpeto do Toque Me Voy. Porém, vitória mostarda deixa time sem chances de classificação
Por Felipe Vite
Sob um sol intenso, Irado’s e Toque Me Voy se enfrentaram pela décima rodada da Série Bronze. Tanto um como outro vinham de derrota e precisavam da vitória: se para o Toque era seguir pensando na liderança, para a equipe dos irmãos Eirado significava continuar sonhando com uma vaga no G-8. A vitória veio, mas combinada com a também vitória d´Os Mostarda acabou por deixar o time sem chances de classificação na rodada final.
Uma partida quente, fervente, tão intensa quanto o sol que escaldava a pele deste repórter (ao fim do dia, eu era um camarão, todo vermelho). O Irado’s, jogando de branco, começou em cima, com muita disposição, mas tropeçava nos erros de finalização. Entretanto, aos 9 minutos, enfim toda ofensividade foi premiada. Rodrigo Vendramini chutou rasteiro no meio do gol e o goleirão Zé Mário engoliu um frango não muito saboroso. A bola passou por baixo de suas axilas. 1 x 0.
A festa do Irado’s não durou muito, menos de 20 segundos para ser exato. Na saída de bola, Allan, do Toque Me Voy, recebeu passe e chutou dali mesmo, pegando o goleiro Alan de surpresa. Um belo gol de empate do Toque.
O jogo ficou equilibrado. Aos 13 minutos, Murilo cortou da direita para o meio e chutou no cantinho, gol que devolveu a vantagem ao Irado’s. O Toque não quis deixar barato e aplicou marcação pressão, dificultando a saída de bola do Irado’s. Aos 14 minutos, lance de Allan para Alan, um cabeceou e o outro defendeu. No minuto seguinte, Rene carimbou a trave esquerda de Alan e, aos 19 minutos, o Toque mandou outra no poste.
Era pressão total da equipe azul, mas toda pressão deixava espaços. Por um deles Will apareceu sozinho e ajeitou de peito para Jales, que dominou e chutou para vencer o goleiro aos 24 da primeira etapa. Intervalo de jogo com 3 x 1 para o Irado’s.
O segundo tempo seria um ataque contra defesa. O Toque Me Voy ficou praticamente os 25 minutos com a bola nos pés e pressionou bastante. O goleiro Alan trabalhou muito bem e ia defendendo tudo e mais um pouco. Quando parecia que o goleiro do Irado’s seria vencido, Jales apareceu para tirar a bola em cima da linha. Lance de muita comemoração e vibração da equipe branca. O Toque, mais uma vez, estava em um dia ruim. As finalizações não acertavam o gol e os passes errados impediam a criação de jogadas mais elaboradas. Aos 10 minutos do segundo tempo, após lance confuso, Robson e Will Eirado se desentenderam e bateram boca. Ambos levaram cartão azul, mas Will se alterou demais, foi pra cima xingando mais ainda e acabou premiado também com o vermelho. O Irado´s jogaria com um a menos até o fim.
O jogo estava nas mãos do Toque, com superioridade numérica que foi aumentada aos 19 minutos, quando o cartão amarelo foi mostrado para Rodrigo Vendramini. Com 4 na linha, mesmo que por 2 minutos, o Irado’s se fechou e recebeu forte pressão. Mesmo com dois a mais, o Toque não se encontrava e só conseguiu diminuir no fim, aos 23 minutos, com Benicio acertando belo chute de primeira da entrada da área. Final de jogo e, 3 x 2 para o Irado’s.
Com esse resultado, o Toque Me Voy caiu para quinto colocado e perdeu as chances de classificação direta para a Série Prata. Já o Irado’s ainda torcia por uma vitória do Allianza Sagrado sobre Os Mostarda para continuar sonhando, vitória essa que não veio e eliminou o time da competição.
Na rodada final, o Toque enfrenta o líder Império Celeste e tenta estragar a festa imperial. Já o Irado’s cumpre tabela contra o Mercenários, que ainda tem chances de classificação direta para a Prata.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA
Condor’s 4 x 1 Basicus
CONDOR’S VENCE BASICUS E SAI DE CAMPO LÍDER
Com boas atuações de Diony, Peli e Neno, Condor’s constrói placar elástico e assume a liderança
Por Bruno Viotti
Com certeza era o jogo mais esperado do grupo. Dois times respeitados e cheio de ambições no grupo. De um lado, o Condor’s estava empolgado com o empate do BDA e com muita vontade de vencer, já que uma vitória o colocaria no topo da tabela. Já o Basicus estava no meio da tabela e precisava da vitória para encostar nas primeiras colocações.
Com o apito inicial, o Condor’s fez valer sua vontade de ser líder e começou pressionando a saída de bola do adversário. O Basicus também focou seus esforços na marcação, só que no meio-campo. Dessa forma, a partida começou bem truncada, com muitos erros de passes. Assim, a primeira chance aconteceu com Mario, do Basicus, que chutou, mas a bola passou à direita.
O Condor’s levou perigo pela primeira vez com Kalzinho, que recebeu lançamento do goleiro na direita, girou e bateu rasteiro, mas Roland caiu e espalmou. Em seguida, Neno sofreu falta na entrada da área, mas mandou na barreira.
Do lado do Basicus, a impressão era de que o time não tinha poder ofensivo. Essa deficiência pode ter sido causada pela ausência momentânea de Puff, que não começou jogando. No entanto, o time ainda esboçava alguns lances de perigo, como fez com Veneza, que criou jogada pela lateral, mas foi desarmado. Starck também tentou avançar pela direita e conseguiu chutar forte, mas a bola acabou desviando e saiu.
Enquanto o Basicus tentava melhorar, o Condor’s seguiu com seu ritmo de jogo e as chances criadas eram cada vez mais perigosas. Peli fez grande jogada, deu um lençol no marcador e bateu forte, mas Roland conseguiu rebater.
No decorrer do primeiro tempo, o Basicus conseguiu se acertar em campo e aproveitou o bom momento para tentar abrir o placar. Primeiro com Starck, que recebeu passe na frente, ajeitou e finalizou, mas mandou por cima. Em seguida, após cobrança de lateral, Bolas raspou de cabeça na bola, mas não conseguiu mandar para o gol.
Entretanto, já no final do primeiro tempo, um lance infeliz marcou o confronto que, até então, era disputado de forma justa. Peli recebeu entrada dura no campo e levantou para tirar satisfações. No entanto, o camisa 11 perdeu a cabeça e realizou o movimento para dar uma cabeçada em Ladeira, que estava caído no chão. A reclamação foi geral. Os jogadores do Condor’s ficaram irritados e uma confusão maior quase começou. No entanto, os árbitros conseguiram separar a briga e evitar uma polêmica maior. Não é a primeira vez que Peli faz dessas. É melhor o atacante começar a mudar ou, caso contrário, poderá sofrer novas punições da Organização.
Depois do lance, Diony acordou para o jogo. O camisa 2 já realizou um primeiro lance de perigo ao avançar pela direita e chutar forte, mas o goleiro conseguiu espalmar. No entanto, aos 22 minutos, Kalzinho cobrou lateral no peito de Diony, que ajeitou e virou para dar uma linda bicicleta para abrir o placar. Um verdadeiro golaço.
No segundo tempo, o Basicus voltou inseguro. Talvez por ter tomado o gol no final da primeira etapa. Assim, Diony interceptou passe, avançou pela direita e bateu cruzado, mas Roland defendeu. Em seguida, Peli cobrou lateral, Neno devolveu de cabeça e Peli chutou cruzado para fora. Por fim, Kalzinho tocou para a esquerda e encontrou Neno, que finalizou e acertou o pé da trave esquerda.
Apesar da insegurança, o Basicus ainda levou perigo com Puff por duas vezes. Na primeira, aproveitou cruzamento de Kinho e mandou de cabeça por cima. Depois, o mesmo Kinho deu bom passe no meio para Puff, mas o camisa 23 pegou de canela e a bola se perdeu pela linha de fundo.
Dessa forma, se o Basicus não aproveitou as chances, o Condor’s conseguiu ampliar. Diony cobrou lateral e encontrou Peli, que conseguiu tirar do goleiro e marcar o segundo. Em seguida, em novo lance de Peli, o camisa 11 recebeu na direita, chutou e acertou a trave esquerda. Na sobra, Peli tentou novamente e acertou o travessão. No entanto, ele se redimiu: Diony arriscou de longe e abola desviou em Peli pouco antes de entrar, tirando qualquer possibilidade de defesa para Roland.
No decorrer do segundo tempo, Kinho tomou o segundo amarelo, o que acarretou na aplicação de um cartão azul para o jogador. No entanto, o Basicus partiu para cima com Veneza, que deixou Diego livre para chutar no pé da trave esquerda. Já em nova oportunidade, Veneza tocou e Puff apareceu na área para tocar na saída do goleiro e diminuir o placar aos 20 minutos.
Apesar das tentativas rosas, quem fez o movimento final foi o Condor’s. Adriano avançou pela direita e chutou na saída de Roland, que conseguiu defender, mas a bola sobrou para Bomba, que completou para definir o placar aos 24 minutos.
Com o resultado, o Condor’s assume a liderança, para a alegria de Gugu, o aniversariante do dia. Agora, o time só depende si para conseguir o acesso direto à Liga de Prata. No entanto, tem confronto direto contra o TCM. Do outro lado, o Basicus já está classificado para as oitavas e encara o já eliminado Derrubada em busca de melhor preparação.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA
Elite 3 x 4 Império Celeste
IMPÉRIO MARCA GOL NO ÚLTIMO LANCE E RETOMA LIDERANÇA
Em jogo muito movimentado, Elite mais uma vez faz boa partida, mas acaba derrotado no último lance
Por Felipe Vite
Quem acompanha o Chuteira de Bronze sabe bem da evolução do Elite. Equipe muito bem arrumada que merecia uma melhor colocação, pena que essa evolução começou tarde demais. O Império Celeste estava de olho na liderança e precisava de uma vitória e um tropeço do até então líder Mercenários.
A vontade do Império era tanta que logo no primeiro minuto abriu o placar: após cruzamento, Zukauskas desviou para o gol. A partir de então a equipe azul celeste deu uma segurada no ritmo e optou por um jogo mais cadenciado, de toque e posse bola. A estratégia deu certo, mas só até os 16 minutos, pois foi quando, após cruzamento, Luiz Carlos apareceu na área para marcar o gol de empate.
A partida então se equilibrou, com chances para os dois lados. Aos 22 minutos, novamente após cruzamento em cobrança de lateral, Guedes cabeceou firme para as redes e recolocou o Império na frente. No minuto seguinte, Gamarra defendeu mal chute e deu rebote para frente, bem onde estava Renan, que agradeceu e empatou de novo.
O segundo tempo seria ainda mais equilibrado. Novamente no começo o Império marcou. Quevas pegou sobra aos 3 minutos e mandou um belo chute no ângulo de Sardinha. 3 x 2. O Elite teve uma falta na entrada da área cuja cobrança foi muito bem defendida por Gamarra.
O jogo era lá e cá, mas com poucas chances reais de gol. Apenas nos 5 minutos finais que a coisa voltou a esquentar. Aos 21 minutos, Luiz Carlos igualou mais uma vez para o Elite, indicando que seriam minutos finais eletrizantes. Porém, um cartão amarelo para Sardinha aos 23 minutos decidiu o jogo. O goleiro do Elite saiu da área e cometeu falta, o árbitro puniu com o amarelo. Sem goleiro reserva, o Elite improvisou Rafael Ursaia. Improvisação que não deu muito certo. Aos 25, quando o árbitro já olhava para o relógio, Guedes foi para a área e cabeceou para o gol, aproveitando cobrança de lateral. A bola foi em cima de Ursaia, mas o mesmo não tinha intimidade com as luvas e aceitou. Era o gol da vitória do Império, festa imperial que seria completa com o empate do Mercenários no fim do dia e retomada da liderança.
Pela 11ª rodada o Elite, ainda com chances de classificação, precisa vencer o já classificado XTJ e ainda torcer por uma derrota do Allianza Sagrado ou d’Os Mostarda. O Império Celeste depende apenas de si para conseguir uma vaga direta na Série Prata – basta vencer o desanimado Toque Me Voy.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA
BDA 3 x 3 Pé de Pano
BDA EMPATA E VÊ LIDERANÇA ESCAPAR
Pé de Pano tem grande atuação e arranca empate contra o ex-líder do campeonato nos minutos finais
Por Bruno Viotti
O Pé de Pano estava empolgado. Na rodada passada, goleou o Roleta e o sonho da classificação estava mais vivo do que nunca. Entretanto, a tarefa do final de semana não era fácil, pois “apenas” precisavam vencer o líder da competição. Já o BDA protagonizou um grande jogo contra o bom time do TCM e precisava da vitória para não correr o risco de ser ultrapassado por Condor’s e o próprio TCM.
O jogo começou e o calor parecia não afetar os jogadores. As duas equipes exerciam uma marcação por pressão logo nos primeiros minutos. Assim, quem se deu bem foi o Pé de Pano, que criou a primeira chance de perigo com Lucas. Ele recuperou a bola após erro de passe da defesa adversária e finalizou à direita do gol.
No entanto, o jogo estava aberto. A marcação ocorria no campo ofensivo, mas quando alguém conseguia criar uma jogada, era um “Deus nos acuda”. Foi assim que aconteceu a primeira chance do BDA. Maca fez boa jogada pela esquerda, avançou e passou pelo marcador, mas chutou cruzado para fora. Em seguida, não deu outra: Bruno recebeu bom passe na frente e fez a função de pivô para conseguir dar bom passe e encontrar Maca, que ficou de frente para o gol e fez o primeiro.
O Pé de Pano não se intimidou e continuou jogando como se não tivesse nada a perder. E realmente eles tinham que arriscar, uma vez que poderia ser a última chance de chegar perto da zona de classificação. Dessa forma, Rafinha interceptou troca de passes do BDA, ficou livre e chutou forte no canto esquerdo, mas Rosinhole espalmou. Já em nova oportunidade, Tavogus arriscou de longe. O arqueiro conseguiu rebater, mas a bola sobrou no pé de Lucas Passamal, que completou para empatar.
No decorrer do primeiro tempo, Maca mostrou ser a principal arma ofensiva do BDA. As principais jogadas tinham participação do camisa 10. Logo após o gol, deu bom passe para Kavanha chutar cruzado, mas Bruninho fez grande defesa. No entanto, seus companheiros também protagonizavam lances cada vez mais perigosos. Bruno aproveitou cobrança de lateral na direita, mas mandou por cima. Por fim, em cobrança de escanteio, Camarão tocou para Kavanha, que pegou de primeira, mas errou a pontaria.
Já o Pé de Pano encontrava certa dificuldade para passar da marcação exercida pelo BDA na metade do primeiro tempo. Dessa forma, Dadá resolveu arriscar de longe e mandou uma bomba à meia altura. A bola sofreu um pequeno desvio no meio do caminho, mas foi o suficiente para dificultar a vida do arqueiro, que não conseguiu realizar a defesa. 2 x 1.
O BDA tinha maior volume de jogo, mas não conseguiu empatar no primeiro tempo. De qualquer forma, o time ainda criou algumas oportunidades com Maca e Dé. O primeiro cobrou falta sofrida por Kavanha e obrigou Bruninho a dar um tapinha por cima. Já Dé aproveitou o desarme feito por Cris Coppola, mas não conseguiu finalizar em direção ao gol.
O segundo tempo começou com o Bonde exercendo pressão em um ritmo alucinante. As primeiras oportunidades saíram com Camarão e Bruno. Em falta sofrida por Dé, Camarão cobrou na barreira e, no rebote, Bruno cabeceou por cima.
A pontaria não estava ajudando o BDA. Não “estava”, pois, aos 6 minutos, Maca arriscou do campo defensivo e mandou um grande chute para marcar um golaço e empatar a peleja.
Após o gol, o Pé de Pano precisou, novamente, correr atrás do resultado. E assim o fez com Tavogus, Rafinha e Peba. O primeiro chutou do meio-campo, mas a bola passou à esquerda. Já o segundo recebeu passe no meio e, marcado, conseguiu girar, mas a bola foi para fora. Por fim, Peba criou jogada pela esquerda e tentou tirar de Lula, mas o arqueiro conseguiu espalmar.
No final do jogo, ficou claro que o BDA tentava criar, mas errava no último passe. Assim, o Pé de Pano teve uma chance. Tavogus aproveitou cobrança de lateral e subiu mais do que a zaga, mas não acertou o gol. Todavia, o BDA superou suas dificuldades e, em um lançamento da defesa, Maca recebeu na frente, dividiu com o goleiro e conseguiu desviar a trajetória da bola para marcar seu terceiro tento na partida aos 22 minutos.
Só que o BDA não conseguiu comemorar muito, pois logo na saída de bola, Tavogus acertou belo chute do meio-campo e empatou o jogo aos 23, dando números finais ao jogo, para alegria do Condor’s, que torcia do lado de fora.
Assim, o BDA empata outra e perdeu a liderança após a vitória do Condor’s no jogo seguinte. O time agora não depende só de si para chegar à Prata. Precisa vencer Invictus e torcer para que não dê Condor´s na partida do time com o TCM. Já o Pé de Pano ainda tem chances de classificação, mas a tarefa ficou mais difícil, uma vez que o time precisa ganhar do empolgado TNT na última rodada e torcer por uma derrota do Bacaninha.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA
DPgamos 5 x 3 XTJ
DPGAMOS SE RECUPERA E VENCE XTJ
Time do agora técnico Denão espanta má fase e volta a vencer. XTJ mosdtra que instabilidade é seu nome
Por Felipe Vite
Depois da derrota para o Allianza Sagrado, o DPgamos estava muito longe do 1º lugar e só restava torcer por tropeços dos adversários (coisa que não aconteceu). A equipe vermelha estava em situação de risco e, caso perdesse para o XTJ, poderia botar sua classificação em xeque se o Elite vencesse o Império. O XTJ se encontrava na mesma situação, dependendo da derrota do Elite ou de uma vitória sobre o DPgamos para já garantir a vaga na próxima fase. Como o Elite jogou antes e perdeu, as duas equipes entraram classificadas, mas mesmo assim o jogo não ficou devendo em nada.
Já nos primeiros lances, o DP se mostrava mais à vontade e atacava com maior frequência. Aos 5 minutos, Richard cobrou falta no cantinho. A bola ainda bateu nos dedos de Kraudio, mas entrou. 1 x 0.
O XTJ avançou e tentava o gol em chutes de longa distância, mas Valentin estava em dia inspirado. Aos 11 minutos, nem toda inspiração do mundo poderia ajudar o goleiro. Grelo mandou um belo chute de canhota. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.
Os dois goleiros faziam bela partida, que seguia parelho, com muita disposição por parte dos jogadores debaixo do forte calor. Aos 23 minutos, Saure não quis nem saber do calor e fez o gol de desempate para esquentar ainda mais o time do DPgamos e dar um balde de água fria no XTJ. Intervalo de jogo e o placar marcava 2 x 1 em favor do DP.
O DP estava tão animado que fez mais um gol aos 30 segundos da etapa final, e com Carlitos em chute de longe. Aos 4 minutos, Clebão ampliou para 4 x 1 ao chutar caindo no cantinho da meta de Kraudio. O jogo parecia fácil, fácil até demais. Aos 6 minutos, o XTJ teve um pênalti a seu favor. Caio Landim bateu e marcou 4 x 2. Dois minutos depois, Bruno BB acertou a trave duas vezes seguidas. Era muito azar.
Depois de tanto azar, o XTJ deu uma sorte tremenda: na finalização rasteira de Kaká, a bola passou por baixo de Valentin. 4 x 3 e pressão do XTJ. Porém, a partir daí começou a brilhar a estrela de Paulo Gama. Ele estava em todas as jogadas, tanto na defesa quanto no ataque. Afastava vários chutes adversários e ainda puxava contra-ataques. Assim, aos 23 minutos, veio o gol para coroar sua bela atuação (que o Weinny não nos leia).
Os minutos finais foram de pressão do XTJ, mas Valentin garantiu o resultado. Na última rodada, o DPgamos enfrenta o Só Quem Sabe, que ainda briga pela vaga direta na Prata. Já o XTJ encara o esperançoso Elite.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA
Roleta Russa Clássico 4 x 4 Invictus
ROLETA DEMONSTRA PODER DE REAÇÃO E CONSEGUE EMPATE HEROICO
Invictus chegou a fazer 3 x 0 no primeiro tempo, mas tomou a virada na segunda etapa e foi salvo por um gol de Brunão no último minuto. Com empate, time está matematicamente sem chances de classificação
Por Bruno Viotti
O quarto jogo do dia certamente foi o mais emocionante do Grupo B. De um lado, o Roleta Russa Clássico, que já estava classificado e fazia sua despedida da fase de classificação. Assim, uma vitória era importante para garantir posições. Além disso, procurava defender o orgulho da família Roleta, ainda ferido após o rebaixamento do Roleta Russa na Série Ouro. Do outro lado, o inconstante Invictus, que disputava a última vaga da zona de classificação e viu seu sonho se acabar com o empate.
A bola rolou e o Roleta resolveu arriscar de longe. A primeira chance foi de Baru, que mandou a bola por cima. Em seguida, Flávio também tentou arremate e contou com um desvio no meio do caminho, mas Henrique, atento, segurou.
Do outro lado, o Invictus era um time diferente. Tirando algumas jogadas isoladas, o time parecia privilegiar o coletivo, ou seja, dar prioridade ao toque de bola ao invés da ligação entre goleiro e ataque. Desta forma, Bento e Marquinhos criaram as primeiras oportunidades. O primeiro fez boa jogada pela direita, chegou na linha de fundo e cruzou, mas ninguém aproveitou. O segundo aproveitou cobrança de escanteio feita por Brunão e cabeceou no primeiro pau, mas Machado defendeu. Por fim, aos 5 minutos, Douglas fez jogada pela esquerda e rolou para Ragazzo na frente, que fez o giro e chutou para abrir o placar.
O Invictus tinha mais volume de jogo e, consequentemente, mais chances. Bento chutou de longe e passou perto, à esquerda da meta. Douglas também teve sua chance ao receber passe na esquerda e chutar, só que Machado realizou a defesa. Já Ragazzo tentou por duas vezes fazer seu segundo gol. Na primeira, dominou livre na área, mas foi travado pelo goleiro na finalização. Já na segunda, Douglas cobrou escanteio na cabeça do camisa 99, que completou para o fundo da rede e ampliou o placar.
O Roleta não jogava mal, mas tinha dificuldade para criar jogadas e, por isso, tentava chutes de média e longa distância. Rafinha arriscou do meio e a bola passou à esquerda. Já Baru avançou do campo defensivo e mandou um belo chute, que passou rente ao travessão. Fifo também desperdiçou oportunidade ao receber bom passe de Nick na esquerda e finalizar para fora.
Apesar do esforço do Roleta, o jogo parecia ser mesmo do Invictus. Aos 18 minutos, Lucas cobrou lateral e Douglas apareceu na área, antecipando a movimentação da zaga para fazer o terceiro gol.
No final, o Roleta ainda teve duas novas oportunidades com Japa, que chutou por cima, e Nick, que fez boa jogada pela direita e passou pelo marcador, mas chutou rasteiro e Henrique defendeu.
O segundo tempo começou e o cenário pareceu ser o mesmo. Ao menos foi a impressão que ficou quando Ragazzo cabeceou na trave após cobrança de lateral. Entretanto, o Roleta voltou com uma postura diferente, com mais vontade, pressionando na marcação. Além disso, Giu e Affelay chegaram atrasados e ajudaram bastante.
Affelay teve duas chances logo no início. Primeiramente recebeu bom passe na esquerda, mas errou a pontaria. Depois, dominou no meio, girou, mas errou o alvo. Fifo também levou perigo ao aproveitar rebote, mas Paulo realizou a defesa.
Já o Invictus tentava manter o ritmo do primeiro tempo, mas o time parecia exausto. A queda de rendimento foi gritante. No entanto, ainda criou algumas oportunidades com Bento, que recebeu passe de Ragazzo e tentou tirar do goleiro, sem sucesso, e Brunão, que avançou pela direita e chutou forte para boa defesa de Machado.
Só que, como dito, a postura do Roleta mudou e, aos 10 minutos, deu resultado. Leandro Lima chutou de longe, a bola desviou na zaga e sobrou para Fifo, que apareceu para completar e fazer o primeiro. Dois minutos depois, Affelay recebeu belo passe de Fifo no meio e chutou no contrapé de Paulo, que nada pôde fazer. Segundo gol do Roleta e sinal de alerta ligado para o Invictus.
Bento tentou manter sua equipe ao dominar passe na esquerda e, marcado, tentar bater colocado, mas mandou à direita. No entanto, o Roleta estava empolgado e conseguiu o empate com Affelay. O camisa 17 avançou pela direita e chutou cruzado. Edgard colocou o pé na frente para cortar mas acabou marcando um gol contra. 3 x 3.
Era tudo ou nada, as duas equipes foram para cima e quem se deu melhor foi o Roleta. Em cobrança de escanteio, Giu ganhou no alto e cabeceou no ângulo esquerdo de Paulo para virar o jogo. Entretanto, no último lance da partida, Ragazzo foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Brunão bateu forte no canto esquerdo do goleiro e salvou o Invictus de uma derrota memorável.
Com o empate, o Roleta fica tranquilo com 14 pontos na tabela e aguarda a próxima fase. Entretanto, vai para as oitavas confiante após a reação. Já o Invictus, como tem apenas uma vitória, não tem como chegar nas 3 do Bacaninha, que tem 10 pontos contra 7 do time de Lucas. Assim, o Invictus está matematicamente eliminado e cumpre tabela contra o Bonde dos Abelhas, que luta pela vaga na Prata na 1ª fase.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA
Allianza Sagrado 1 x 4 Os Mostarda
OS MOSTARDA VENCE MAIS UMA E ESTÁ PRÓXIMO DA CLASSIFICAÇÃO
Em partida marcada pelos três tentos de Biel, Os Mostarda mostra que má fase é passado, faz grande jogo e está a um empate do mata-mata
Por Felipe Vite
Era o confronto do sétimo contra o oitavo, Allianza e Os Mostarda selariam seus destinos nesta partida. Ao vencedor, a possibilidade da próxima fase, ao derrotado restava a sombra, a sombra do Elite. Duas equipes que vinham de vitória na 9ª rodada e ambas com boas chances de classificação.
O jogo começou com tudo, com os dois goleiros trabalhando. Logo aos 5 minutos, Bruninho cruzou e Biel mandou para as redes para abrir o placar para alegria da Torcida Jovem Mostarda, que anda calada recentemente. Aos 7 minutos, Polito devorou (mais) um galináceo. Flavito chutou de longe e o goleirão d’Os Mostarda aceitou. Que beleza! Na rodada anterior Polito também havia “frangado”, mas sua equipe venceu. Será que aconteceria o mesmo?
Se depender de Biel, sim. O camisa 22 amarelo estava com a macaca e marcou o seu segundo tento, desta vez de cabeça após cruzamento de lateral. Como já dizia o ditado, “não adianta chorar pelo frango devorado” ou algo do gênero, Polito recebeu apoio dos colegas e se redimiu diversas vezes ao longo da partida, principalmente na segunda etapa.
No começo do segundo tempo, o Allianza ensaiou uma pressão, mas deixava espaços para os contra-ataques. Aos 6 minutos, após bela trama, a bola foi rolada para trás e Biel, sempre ele, chegou soltando um rojão. 3 x 1, os três de Biel. O gol deu mais tranquilidade à equipe amarela, que encaixou uma marcação meia quadra que ajudou a neutralizar o adversário.
O Allianza parecia nervoso e errava muitos passes. Aos 19 minutos, George liquidou a fatura e marcou o quarto tento d’Os Mostarda, que ainda mandou uma bola na trave em bela cobrança de falta de Cadú. Destaque da partida para os três gols de Biel e mais uma vez para o sistema defensivo mostardanse. A equipe vem fazendo ótimos jogos graças a sua defesa, que, além de defender bem, liga as jogadas com o ataque rapidamente. Polito vem comendo seus frangos rotineiramente, mas o time vem ganhando. A tática do camisa 01 é a velha máxima de que em time que está ganhando não se mexe...
Na 11ª rodada, tanto Os Mostarda quanto o Allianza Sagrado dependem apenas de um empate contra seus respectivos adversários para se classificar. Os Mostarda enfrenta o lanterninha e eliminado Futsampa, já o Allianza enfrenta o também eliminado Real Vuvuzelas.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA
TCM 1 x 4 TNT
TNT DERRUBA LÍDER E MOSTRA QUE ZICA É COISA DO PASSADO
Liderado por Caio Stangarlin, TNT não tomou conhecimento do, até então, líder do grupo e venceu com boa atuação
Por Bruno Viotti
Era o último jogo do dia, mas também era um dos mais importantes. O TNT vinha de uma grande vitória sobre o Invictus e procurava manter a arrancada para chegar com moral nas oitavas. No entanto, mesmo em boa fase, seria capaz de desbancar um dos líderes do grupo? Do outro lado, o TCM precisava vencer para recuperar a liderança, que estava com o Condor’s após a vitória sobre o Basicus no jogo anterior.
A bola rolou e o placar logo foi alterado. Em uma das primeiras jogadas de ataque do TNT, o time avançou e a bola sobrou na área para Galinho, que escolheu o canto e completou para o fundo da rede. Logo em seguida, o TNT teve duas novas oportunidades. Na primeira, Tuiu recebeu bom passe na esquerda, correu e chutou forte no travessão. Depois, Nardone arrancou pelo mesmo lado do campo e cruzou para encontrar Luiz Pane, mas o camisa 10 cabeceou para fora.
O TCM conseguiu amenizar a pressão do adversário e criou sua primeira chance com Guga, que recebeu passe na direita e, marcado, chutou para fora. Em seguida, após dividida, a bola sobrou para Alemão mandar por cima. Por fim, Guel avançou pelo meio e chutou forte, mas também errou o alvo.
Mesmo assim, o volume de jogo do TNT era maior. Dudu aproveitou cruzamento na área e cabeceou, mas Johnny estava bem posicionado e conseguiu rebater. Depois, Nardone recebeu passe na direita e chutou, mas Johnny, novamente, conseguiu defender ao cair e espalmar. Por fim, Chicão fez tabela e recebeu de frente para o gol, mas chutou por cima.
Entretanto, o TCM não está no topo da tabela à toa. Mesmo em desvantagem, o time conseguia surpreender o adversário com algumas boas jogadas, fruto da criatividade de Guel e Guga. O primeiro criou jogada pela esquerda e bateu cruzado, mas Coqueiro defendeu. O segundo ganhou dividida com o zagueiro e chutou, mas o arqueiro conseguiu segurar. Porém, quando ninguém esperava, Alemão fez lançamento do campo defensivo e Sugus tentou cortar, mas acabou mandando contra o próprio patrimônio. Era o empate.
Mesmo com o gol, Nardone continuava infernizando a vida de Johnny. O camisa 18 tentava de todos as formas colocar o TNT na frente, mas Johnny e a trave seguravam o placar. Já o TCM tentava aproveitar a velocidade de Guel pela ponta e a presença de Guga para chegar ao ataque, mas a defesa azul era sólida e dificultava a vida dos dois.
O placar foi alterado logo no início do segundo tempo. Com dois minutos de jogo, Caio Stangarlin cobrou uma falta na gaveta esquerda do goleiro, que nada pôde fazer. Depois, logo aos 4 minutos, Tuiu tocou para Nardone na direita que chutou cruzado, mas Johnny conseguiu espalmar. Em seguida, a zaga deu bobeira e Nardone roubou a bola para ficar de frente com o goleiro, escolher o canto e marcar o terceiro do TNT.
O TCM não podia perder e apostou nas cobranças de falta para tentar diminuir a diferença. Guel arriscou de longe e mandou à esquerda. Depois, em nova cobrança, o mesmo Guel rolou e Matheus chutou no canto direito de Coqueiro, que espalmou. Por fim, Matheus foi derrubado perto da área. Ele mesmo cobrou a falta e mandou no travessão.
Mesmo com dois gols de vantagem, o time que vem numa recuperação incrível não diminuiu o ritmo e continuou no ataque. Nardone avançou pela direita e bateu cruzado, Johnny pegou. Em nova tentativa do camisa 18, ele passou pela marcação e chutou, obrigando Johnny a se esticar todo para defender.
No final da partida, Guel tentou aproveitar boa enfiada na direita, mas dividiu com Coqueiro, que conseguiu abafar e impedir o sucesso da última chance real de perigo do TCM. Já pelo lado do TNT, ainda havia tempo para mais um. Aos 22 minutos, Tuiu dominou a bola no meio-campo, avançou e chutou rasteiro no canto esquerdo de Johnny, colocando um ponto final na partida.
Com a derrota, o TCM fica em segundo lugar no grupo e perde a liderança para o Condor’s. No entanto, a próxima rodada prepara um jogo de tirar o fôlego. TCM e Condor’s jogando para garantir o acesso direto à Série Prata. O Condor´s depende só de si, mas o TCM precisa vencer e torcer por Invictus contra o BDA. Do outro lado, o TNT, já classificado, faz seu último jogo na primeira fase contra o Pé de Pano e procura ultrapassar Basicus e Roleta Russa Clássico na tabela.
III CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA
Mercenários 4 x 4 Futsampa
FUTSAMPA SAI DO COMA E TIRA A LIDERANÇA DO MERCENÁRIOS
Time chegou a abrir 4 x 1 ainda na primeira etapa, mas recuou na segunda e sofreu o empate. Resultado pode custar a Mercenários a vaga direta na Prata
Por Felipe Vite
Inexplicável, espantoso, inacreditável, incrível e inimaginável são apenas algumas das milhares de palavras que podem descrever o que aconteceu nesta partida. O Futsampa, que até a 10ª rodada possuía 2 empates, 7 derrotas e incríveis zero pontos devido a um W.O., enfrentaria nada mais e nada menos que o líder do Grupo A, o poderoso Mercenários. Era de se esperar uma goleada, mas parece que os jogadores do Futsampa acordaram naquele dia em que estragariam a festa de alguém. O time jogou como nunca se viu nessa Bronze, com show de Joãozinho e Negão. E torcida não faltou: eram jogadores do Império Celeste, do Toque Me Voy, do DPgamos, do Só Quem Sabe... Era, na verdade, a torcida “Anti-Mercenários”.
Para contrariar qualquer previsão ou aposta, o Futsampa começou em cima, mordendo, com uma bola na trave com 1 minuto de jogo. O time vermelho do Futsampa corria demais, se dedicava, mas, aos 5 minutos, o Mercenários chegou ao gol... Opa! Gol anulado, pois foi assinalada falta de Diego no lance.
Aos 10 minutos, Dezinho abriu o placar para o Mercenários, com direito a dancinha na comemoração. O Futsampa aceitou o convite e também entrou na dança, só que em um ritmo muito mais frenético. No minuto seguinte, Joãozinho fez bela jogada, limpou o zagueiro e bateu firme para igualar o marcador. O Futsampa estava gostando mesmo dessa dança toda e aos 13 fez mais um, com Negão, virando o jogo, para delírio da galera do lado de fora, que até escalava o alambrado para comemorar.
O Futsampa realmente estava leve em campo, jogadas rápidas e diretas, com Mau, Negão e Joãozinho dando muito trabalho. Aos 17 minutos, Joãozinho deixou sua marca mais uma vez. Fome de gol o garoto e 3 x 1 para o Futsampa. O Mercenários não se encontrava em campo e mal via os movimentos do trio ofensivo vermelho. Era a partida da vida do Futsampa. A torcida também não acreditava. Aos 25 minutos, Joãozinho fez mais um com um tiro cruzado rasteiro da direita e levou o jogo para o intervalo com três gols de vantagem.
A segunda etapa foi completamente diferente. O Futsampa tentou fazer aquilo que não sabe fazer de melhor – se defender. O time recuou muito, coisa que não se pode fazer com uma defesa que levou 50 gols em 10 jogos, uma média de 5 gols sofrido por jogo. O jogo, então, ficou na mão da esquadra agora branca do Mercenários. Aos 2 minutos, Rodrigo bateu cruzado e diminuiu a vantagem para 4 x 2.
Aos 6 minutos, Guto marcou de cabeça e deixou a diferença em um gol. Aos 10, Guto novamente. Ele chutou caindo e empatou a partida. Foram 3 gols em 10 minutos, deixando o Mercenários com 15 minutos mais os acréscimos para virar o jogo. Porém, aí pareceu que a torcida entrou em campo e jogou com o Futsampa. A virada quase aconteceu, mas Negão apareceu bem e salvou bola em cima da linha.
O Mercenários pressionava de todas as maneiras, em laterais, escanteios, chutes de longe. As tentativas não surtiam efeito e o tempo ia passando cada vez mais rápido. Nada aconteceu e o empate prevaleceu. Um 4 x 4 amargo ao time de Kazu e Bollito, e festa do Império, que assume a liderança e basta vencer o Toque para estar na Prata ano que vem.
Com o resultado, o Mercenários caiu para segundo lugar e está um ponto atrás do Império. Joga na última rodada contra o eliminado Irado’s e, mais do que ganhar, se preocupa em ver o Império tropeçar. O Futsampa tenta sair da competição com uma vitória contra o embalado Os Mostarda.
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