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CHUTEIRA NEWS: 1ª RODADA VI CHUTEIRA DE PRATA

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Xoras 3 x 3 Só Canelas

XORAS FAZ TRÊS MAS SÓ CANELAS BUSCA O EMPATE


Em jogo bem disputado e nervoso, Rê e Ric fizeram dois gols para cada equipe

Por Carlos Eduardo Sâmia

Xoras e Só Canelas estreavam no Chuteira de Prata com um jogo que era da Bronze no semestre passado. Os alvinegros tinham alguns jogadores suspensos para a primeira rodada, por causa de uma confusão na semifinal da última temporada, contra o My Balls: Felipe Santos, Tony e Carlinhos. Com um bom número de faltas e alguns cartões amarelos, a partida foi bem disputado durante todo o tempo, com o Só Canelas melhor no primeiro e Xoras melhor no segundo tempo do jogo.

O primeiro gol veio logo no início, e quem saiu na frente foi o Só Canelas, com Rê. A zaga do Xoras tentou afastar a bola e o camisa 9 pegou rebote, de primeira, para abrir o marcador aos 3 minutos de jogo. Aos 7, o segundo golpe. Rê recebeu a bola de costas para o zagueiro, girou bonito e bateu no canto. 2 x0 Só Canelas antes dos dez minutos de partida. Nova goleada em vista, já que na Bronze o Só Canelas fez nada menos que 8 no adversário?

Negativo. O Xoras não se abalou e foi pra cima. Todas as jogadas passavam pelo capitão da equipe, Ric. O mesmo bateu falta de forma bisonha aos 10 minutos, mas compensou anotando o primeiro gol da equipe. Após jogada pela direita, ele chutou no canto e diminuiu. Enquanto Ric comandava o time no ataque, na defesa Alemão fazia muitos desarmes e segurava o ataque do Só Canelas de todas as maneiras.

O jogo ficou muito equilibrado. Aos 18, depois de um bate-rebate em cobrança de falta, a bola sobrou para Bisnaga encher o pé de longe, mas explodiu na trave. Aos 20, Ric bateu nova falta, mas a bola ficou na barreira. Aos 22 o empate saiu. Ric cobrou lateral e Dutra pegou de primeira para deixar tudo igual antes do fim do primeiro tempo. Rê ainda tentou sair para o intervalo com a vantagem, mas por pouco a bola não entrou.

O jogo ficou muito nervoso no início da segunda etapa, com alguns cartões amarelos em sequência. Dinho, do Só Canelas, fez falta dura e recebeu o primeiro do jogo aos 4 minutos. Cinco minutos depois o jogo ficou um bom tempo parado. As duas equipes ficaram discutindo dentro de campo. O resultado disso foi mais cartões amarelos – um pra cada lado, Thiago e Carioca foram os premiados.

No minuto seguinte à paralisação, Ric fez o terceiro do Xoras, gol muito comemorado dentro e fora de campo. Daí em diante o Xoras apostou nos contra-ataques e viu o Só Canelas ir pra cima. E a pressão rendeu o empate: Bisnaga deixou tudo igual para os alvinegros. Em um lance bem parecido ao que aconteceu no primeiro tempo e com o mesmo jogador, confusão na cobrança de falta, a zaga tentou tirar e mais uma vez o camisa 5 tentou emendar para o gol, mas desta vez com sucesso.

Após pedido de tempo por parte do Xoras, os dois times voltaram apostando na cautela até o fim do jogo, com medo de sofrer um gol que seria desastroso naquela parte final do jogo. Por isso houve apenas mais uma chance de gol para cada lado. Mingo saiu cara a cara com o goleiro Johny e tentou deslocá-lo, mas a bola passou à direita do gol. Aos 21, cruzamento na área do Xoras e Rê, que estava sumido na partida, apareceu para cabecear e quase fazer o gol da vitória.

O Só Canelas agora tem -1 ponto neste início de campeonato, já que começou com -2 por causa da punição sofrida em relação à confusão do jogo contra o My Balls. O próximo jogo, ela 2ª rodada, é contra o Camelo. Já o Xoras fica com um positivo e encara o Joga 13.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Rabeloska 4 x 3 Diabos Negros

RABELOSKA DOMINA JOGO MAS QUASE ENTREGA NO FIM


Parecia que seria fácil e sob o rótulo de goleada, mas eis que surgiu Boris a liderar reação do Diabos Negros e quase aguar a estreia do atual campeão da Bronze

Por Tamires Paulino

Com a expectativa de o Rabeloska impor seu jogo e golear, havia bom público para ver a estreia do grande campeão da Bronze do semestre passado. O adversário era o Diabos Negros, justamente outro campeão da Bronze, no caso a 1ª edição. De fato, os meninos do Mackenzie dominaram quase que todo o jogo, pressionando os diabos, mas ao fim surgiu Boris no time de preto e quase que a vida dos liderados por Dick Vigarista se complica.

A pressão do Rabeloska teve início logo aos 2 minutos, quando Barata cruzou para Chininha, cujo chute forte parou no goleiro Marco Antônio. Três minutos depois, em cobrança de falta, Ibraim marcava o primeiro gol da partida.

O maior inimigo do Rabeloska, no entanto, foi a pontaria. As tabelas funcionavam perfeitamente, mas quase sempre terminavam em defesas do goleiro ou em chutes pra fora. Uma triangulação entre Barata, Chininha e Ibraim acabou por cima da meta. O segundo gol do Rabesloska, aliás, veio de uma troca de passes até que Barata chutou em cima do goleiro mas, no rebote, Chininha marcou.

Pelo lado dos Diabos Negros, a primeira finalização s[o veio aos 15 minutos, confirmando o domínio adversário em campo. Até a chegada do segundo tempo, suas jogadas se resumiam a chuveirinhos na área e raras chegadas, pelo chão, à meta de Tássio. Felizmente para eles, o intervalo resolveria essa situação – não sem antes sofrer um pouco.

Logo aos 3 minutos, Juva, novato no Rabeloska, carregou a bola sozinho através da quadra toda e, na hora H, conseguiu chutar pra fora! Lance digno de Inacreditável FC. Pouco depois Maradona carregou a bola até a linha de fundo e cruzou para Vasko, que chutou por cima do gol. A partir daí começava a recuperação do Diabos, que naquela tarde vestiam amarelo por conta dos coletes.

Os chuveirinhos na área cessaram repentinamente e a equipe começou a colocar a bola no chão. Com essa atitude vieram as finalizações e o gol “ficou maduro”, como costumam dizer. Restava saber se o tempo seria suficiente para um empate tão difícil.

Aos 19 minutos, uma tardia reação aconteceu. Boris aproveitou desordem na área e marcou o primeiro de sua equipe. O Rabeloska pediu tempo, mas isso não apagaria a inspiração de Boris, que, em menos de 2 minutos, marcou mais dois gols seguidos. Ele nao contava que Dick aproveitasse rebote e fizesse o quarto de seu time, deixando o placar em 4 x 3.

Seria possível o empate com o jogo já nos 24 minutos? Não, a defesa do Rabeloska segurou as pontas e o jogo ficou nos 4 x 3 mesmo, com a primeira vitória do favorito ao título, mas também com um susto. Na 2ª rodada, o rabeloska encara o bom time do Obrigado Senhor, do matador Lucas Oliveira, enquanto o Diabos mede forças com outro oriundo da Bronze, o Só Canelas.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

Zenite 4 x 2 CAV

FAVORITO CAV É SURPREENDIDO POR ZENITE


Grande zebra da rodada, Zenite foi eficiente para converter chances criadas, enquanto o goleiro Ballestero segurou tudo atrás

Por Tamires Paulino

O CAV até podia ser favorito, mas o que se viu nessa partida foi um tanto diferente e surpreendente. Em um dos jogos mais agitados da tarde, os gols saíram logo no começo: aos 2 minutos, em cobrança de falta na entrada da área, Betoni abriu o placar para o CAV. A essa altura, as pessoas presentes acreditavam na confirmação de seus palpites – viria uma goleada. Entretanto, o que se viu foi um tanto diferente.

Em uma jogada pela lateral do Zenite, a bola acabou saindo, entregando o lateral de graça para o CAV. A cobrança foi ótima, deixando o atacante na cara do gol, mas ele perdeu o que seria o segundo do seu time. O Zenite, então, não perdoou: após cobrança do tiro de meta que deixou P.O na cara do goleiro adversário, foi fácil para ele empatar a partida. A partir daí, a disputa foi para decidir quem passaria à frente no placar – o que não aconteceria até a chegada do segundo tempo.

Alguns minutos após o empate, o CAV teve a primeira chance de marcar. Betoni, em nova ótima cobrança de falta, mandou a bola rente ao ângulo do goleiro. Iniciava-se aí uma pressão do CAV, que tentava a todo custo retomar sua vantagem no placar. Dois lances se seguiram a esse: Caio Fleischmann recebeu cruzamento da esquerda e desperdiçou com um chute cruzado em cima do goleiro. No outro, Marcel acreditou em jogada pelo meio de campo e carregou a bola até o gol, quando, após chute potente, viu Leo Ballestero, o goleiro do Zenite, usar todo seu reflexo para evitar o gol. Ballestero começava a se transformar na estrela do jogo.

A última chance do primeiro tempo também foi do camisa 10 Caio. Ele chutou de fora da área com endereço certo, o ângulo esquerdo de Ballestero, que garantiu o empate do primeiro tempo com uma ponte elástica.

Na segunda metade da peleja, a pressão do CAV não diminuiu – pelo contrário, foi até ajudada pela desatenção da marcação do Zenite, pelo menos nos primeiros minutos. Foram duas jogadas com chances claras de gol em menos de 2 minutos. Sorte que ao menos o goleirão-muralha Ballestero estava atento. Falando nele, foi de sua responsabilidade o repentino “acordar” do time: ele não parava de gritar o quanto a bola estava sobrando livre lá atrás. Sua equipe, então, fez a virada mais Rocky Balboa da tarde pelos próximos minutos.

Tudo começou com André, que roubou a bola pela lateral esquerda e chutou com força. 2 x 1. Logo em seguida, Betoni (ele mesmo!) cobrou falta em cima do goleiro. Paulinho Roberto, que estava na sobra, liderou o contra-ataque fulminante do Zenite, que, com seu chute forte, resultou no terceiro gol de sua equipe. Foi também a partir de uma sobra que saiu o quarto gol, marcado por Rodrigo.

Com 4 x 1, um CAV totalmente abatido em campo, sobrou diminuir o placar aos 21 minutos. O artilheiro Lele deixou o dele, mas era tarde demais e o placar ficou nisso mesmo – 4 x 2 e a primeira zebra da competição.

Após a partida, o CAV se reuniu para analisar os erros e seus jogadores chegaram a uma só conclusão: não foram falhas individuais, mas sim o coletivo que falhou. Algo a ser corrigido pelo técnico Roberto para o jogo contra o Bucets pela 2ª rodada. O Zenite, embalado pela primeira vez começar vencendo no Chuteira, encara o Ras Time, que vem de vitória contra o Canhedo na estreia.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

É Verdadeee 3 x 2 Cachorro Velho

FÚRIA MARCA NO FIM E GARANTE VITÓRIA DO É VERDADEEE


Gol aos 23 minutos deu a virada ao time de Gavião contra o sempre perigoso Cachorro Velho

Por Carlos Eduardo Sâmia

Foi um jogo disputado, daqueles em que qualquer detalhe poderia decidir a partida. Este detalhe foi acontecer no final do jogo, deixando eufóricos os jogadores do É Verdadeee. Ao Cachorro Velho, restou o sentimento de frustração.

O jogo começou com o Cachorro Velho mais ativo em quadra. Logo aos 2 minutos, Giggio chutou para bela defesa de muitas que viriam do goleiro Reyna, que fez outra boa defesa no minuto seguinte. Eram muitos os passes errados de ambos os lados. Reyna foi obrigado a fazer a defesa mais difícl do jogo aos 9 do primeiro tempo. Barbieri chutou no contrapé do goleiro, que se esticou para defender com os pés. Mas como já diz o próprio ditado futebolístico, quem não faz, toma. E foi aos 12 minutos que o É Verdadeee abriu o marcador. King correu pela direita e chutou rasteiro, cruzado, para fazer 1 x 0.

O gol abalou o Cachorro, tanto que o jogo ficou morno e a ter muitos passes errados. O É Verdadeee marcava somente do meio para trás da quadra, tática que funcionou. Ainda no fim do primeiro tempo, Bruno chutou e Botana pegou. A conversa no intervalo foi rápida, mas parece ter valido a pena, pois ao retomar a partida só deu Cachorro Velho. Isso até os 3 minutos, pois depois disso parecia que o time estava cansado. O É Verdadeee aproveitou e foi pra cima. Bruno chutou da esquerda, obrigando Botana a trabalhar. Começava aí o show de Fúria. O camisa 7 fez boa jogada, passou pelo meio de dois e sofreu falta. A cobrança foi feita por Gavião, que chutou no meio do gol.

Mais uma vez Fúria apareceu bem, chutando na saída do goleiro, que ainda relou na bola antes de explodir no travessão. Em seguida, o feitiço virou contra o É Verdadeee. Se no primeiro tempo a equipe sofria pressão do adversário e fez o primeiro gol da partida, desta vez foi o Cachorro Velho quem surpreendeu. Aos 7 minutos, boa jogada de Barbieri, Pedrinho disputou dentro da área e empurrou para as redes.

No minuto seguinte, Chuck cobrou escanteio e Barbieri, no segundo pau, fez o segundo e virou o jogo. Rodrigo tentou responder para o É Verdadeee logo no minuto seguinte. Saiu cara a cara com Botana mas desperdiçou grande chance. Tempo pedido pelo Cachorro Velho,mas quem voltou melhor foi o EV. Aos 18 minutos, Rodrigo pegou de primeira para empatar a partida. No lance seguinte, Thiaguinho saiu cara a cara com Reyna, que fez milagre. Daí em diante só deu É Verdadeee. Rodrigo chutou de longe e a bola raspou o ângulo. Aos 23, Pedrinho estava sozinho, dentro da área e pegou errado na bola, desperdiçando grande chance de vitória.

Porém, Fúria não fez o mesmo que seu companheiro. No mesmo minuto, Fúria pegou a bola no meio de campo, cortou para o lado e chutou no canto direito de Botana. Era a virada no finalzinho da partida! Festa no banco do É Verdadee e de toda a equipe, que vibrou como se fosse final de campeonato. Gavião, para variar, era o mais alterado.

O Cachorro Velho, que já deixa de pontuar no primeiro jogo do campeonato, encara o líder Acidus na 2ª rodada. Já o É Verdadeee chega empolgado para o jogo contra o forte My Balls. É a chance do time de Gavião surpreender outro favorito.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Elefantes Indomáveis 3 x 6 Joga 13

13 FAZ SEGUNDO TEMPO IMPECÁVEL E DOMA ELEFANTES


Com direito a bela atuação de Eduardo, 13 comprova boa fase e goleia Elefantes Indomáveis

Por Carlos Eduardo Sâmia

Joga 13 e Elefantes Indomáveis entraram em quadra em situação opostas. O Elefantes luta contra a más fase vinda desde a queda para a Prata; já o Joga 13, que perdeu suas estrelas após o torneio passado, trazia uma boa campanha no festival em julho. Era jogo entre dois times que sabem o que é jogar a Ouro e buscam retornar a ela. Porém, dentro de campo o Elefantes continua a ter problemas e, no segundo tempo, tomou um vareio do 13.

Apesar do primeiro lance de jogo ser dos Elefantes, numa cabeçada do camisa 9 Diego, quem começou melhor foi o Joga 13, que no minuto seguinte respondeu com um chute de Rafinha que passou à direita do gol. Eduardo pegou chute de primeira para bela defesa do goleiro Spiga. Aos 5 minutos, de novo Eduardo, e de novo Spiga para evitar o gol. Surpreendentemente, quem abriu o placar foi o Elefantes. Douglas lançou Diego, que só deslocou de Muralha para fazer 1 x 0, aos 8 minutos do primeiro tempo.

O Elefantes Indomáveis começou a marcar meia quadra e aos poucos ia incomodando o 13. Daniel cobrou falta de longe para boa defesa de Muralha. Aos 13 minutos, após confusão na zaga do Joga 13, a bola quase encobriu Muralha, que fez milagre e evitou o gol. No lance seguinte, Diego tentou de bicicleta e acertou a trave de Muralha. Quase um golaço.

Depois de muitas chances para o Elefantes, o Joga 13 tratou de ser eficiente. Gago cruzou para Eduardo empurrar para o gol e empatar. No minuto seguinte, o próprio Eduardo chutou cruzado para virar o jogo em apenas dois minutos. E o 13 dominava: Victor Hugo pegou de primeira, mas a bola passou por cima do gol.

Enquanto Eduardo ia se destacando pelo lado do Joga 13, Marcelo, número 5 do Elefantes, fazia uma bela sequência de desarmes, evitando o total domínio do adversário. Vinte minutos de jogo e saiu o terceiro gol do 13. Rafinha dominou, olhou para o gol e chutou colocado, no ângulo. Lindo gol do Joga 13.

Antes que a primeira etapa terminasse, o Elefantes diminuiu. Thomas chutou cruzado e Douglas desviou para as redes. Em seguida, uma dividida entre Diego e o goleiro Muralha quase entrou. Muralha salvou milagrosamente com os pés. 3 x 2 e intervalo.

A segunda etapa começou com Joga 13 de novo no ataque. Zoio, cara a cara com o goleiro, jogou em cima de Spiga. No minuto seguinte, o mesmo chutou de bico para outra boa defesa de Spiga. Enquanto isso, o Elefantes ia pra cima, mas não conseguia finalizar. Faltava aquele famoso último passe. Por isso pediu tempo aos 10. Com 11 minutos jogados, confusão após escanteio do Elefantes, e a zaga do 13 tirou em cima da linha.

Aos 14 minutos, porém, veio o empate. Cobrança de lateral e Otsuka fez contra. O jogo melhorou e muito, mas mais para o 13, que foi fulminante e matou o jogo em apenas 3 minutos. Fino marcou duas vezes e Victor Hugo, que ainda driblou o goleiro antes de marcar, fechou o placar.

Mesmo com bela atuação dos dois goleiros, a partida terminou com nove gols marcados. O Joga 13 conquista uma boa vitória e começa com o pé direito, ao contrário do Elefantes. Na rodada 2, o 13 enfrenta o Xoras, enquanto o Elefantes Indomáveis pega o Coringa num clássico cheio de rivalidade oriunda da 1ª edição da Prata.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

My Balls 5 x 4 Roleta Russa Olímpico

MY BALLS APLICA O VIRA-VIRA E DERROTA ROLETINHA


Jogo teve 9 gols, mas o destaque foi o tanto de gols perdidos por parte dos atacantes

Por Tamires Paulino

O penúltimo jogo da tarde foi também o dos lances inacreditáveis. Apesar dos 9 gols que já tornaram o placar bastante elástico, os lances desperdiçados com certeza poderiam ter favorecido ainda mais esses números.

Para começar, logo no primeiro minuto, Folha abriu o placar para o Roletinha. Minutos depois vinha a primeira chance perdida do My Balls: Magrão deu voleio de frente para o gol e acertou o zagueiro adversário. No contra-ataque, Kuminha marcou o segundo do Roleta.

A partir daí, a equipe vice-campeã da Bronze passada pareceu acordar. As chances foram aumentando consideravelmente, como no lance em que Pedrinho carregou a bola até o gol e chutou. Por cima – e bem longe – da meta! Mas a chance mais inacreditável (do primeiro tempo) viria logo em seguida: Magrão tocou para Lucas Bittencourt, que chutou na parte interna do travessão. A bola pingou no chão e saiu. Incrível. A falta de sorte não seguiu, pois, na jogada seguinte, Ordilei estava esperto e usou um potente chute no meio do gol para diminuir a diferença no placar: 2 x 1.

Esse gol era previsível, assim como o segundo: em cobrança de falta ensaiada, Pedrinho passou por cima da bola deixando para Ordilei empatar com chute no cantinho, longe do alcance de Edu. O My Balls finalmente tinha se encontrado em campo e passava a criar ótimas jogadas, principalmente com Ordilei. Não é à toa que ele foi o melhor de sua equipe em campo. Não foi à toa também que ele foi o responsável pela virada do My Balls: Paulinho Caieiro recebeu pela esquerda e cruzou para ele, que não perdoou. 3 x 2.

Agora era a vez do Roleta correr atrás do prejuízo, mas, no meio do caminho, acabaram percebendo que um dos integrantes do time tinha séria vocação para mudar de equipe. Esse “meio do caminho” foi especificamente aos 19 minutos. Troca de passes entre os atletas do Roleta deixou livre o atacante Folha, que driblou o goleiro e tinha o gol LIVRE para marcar. De repente, por muita sorte do zagueiro ou muita falta de mira do atacante, ele conseguiu acertar em cima do defensor do My Balls, que havia se esticado todo em um carrinho, tentando conter o que seria o empate do Roleta. E o pior: Folha errou DUAS VEZES o gol aberto! Temos um estreante para a camisa do Inacreditável F.C. do Chuteira! Que isso, Folha?

O primeiro tempo já havia rendido bastante, mas não terminou por aí: pouco antes do fim, Rafael Lopes recebeu passe e chutou forte na saída do goleiro, marcando o quarto do My Balls. De 2 x 0 o Roletinha levava o placar com 2 x 4 para os segundo tempo.

Ao começar o segundo tempo, foi o mesmo Rafael Lopes que marcou o quinto e último gol de seu time na partida, de modo semelhante ao anterior.

Com 5 x 2, O My Balls esfriou o jogo. As equipes concentraram-se no meio de campo. Só aos 10 minutos a equipe do Roleta finalmente faria seu terceiro gol, que viria da movimentação entre Kuminha, Folha e Ceron, sendo este último o responsável por um chute no ângulo. Golaço.

Novamente, após o tento o jogo voltou ao esquema anterior; mais uma vez esse esquema renderia um gol ao Roleta: Kuba carregou a bola, tocou para Kuminha, que deu passe para Catatau marcar o último da partida, aos 24 minutos – tarde demais para um empate.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Obrigado Senhor 7 x 4 Camelo

OBRIGADO SENHOR VOA NO SEGUNDO TEMPO E VIRA CONTRA CAMELO


Em jogo de camisas 9, Lucas Oliveira de um lado, Noal de outro, Camelo saiu na frente mas não resistiu e tomou de 7

Por Carlos Eduardo Sâmia

Era o segundo confronto do Grupo A pelo Chuteira de Prata. Camelo e Obrigado Senhor duelavam pela liderança, já que no outro jogo do grupo entre Só Canelas e Xoras terminou empatado. A equipe do Obrigado Senhor manteve a base da última temporada, enquanto o Camelo vinha de cara bastante renovada, sem o goleiro Johnny e os zagueiros Kazu e Renato Tadeu.

Foi o Camelo que começou melhor a partida. Foram várias as finalizações com Noal, Cássio e Rizzo, aos 2, 3 e 4 minutos respectivamente. Mas nada de marcar. O primeiro chute do Obrigado Senhor veio só aos 7 minutos, com Renatinho, mas o gol nao demorou a sair. No minuto seguinte, após cruzamento rasteiro de Cássio, Noal só teve o trabalho de empurrar para o gol.

O gol empolgou o Camelo, que ampliou o marcador, novamente com Noal, após lateral cobrado por Iago em que o camisa 9 desviou de cabeça e marcou o segundo dele.

O Obrigado Senhor aparecia pouco na partida, mas de forma eficiente. Aos 11 minutos, no segundo lance de ataque da equipe, Cássio bobeou e a bola ficou com Renatinho, que não perdoou e diminuiu. A partir daí houve maior equilíbrio, com um lance de perigo pra cada lado. Cabeçada na trave do goleiro Fernando e chute de fora da área de Noal, para boa defesa de Chalupe. Aos 17, o Camelo voltou a marcar. E, acreditem, não foi com Noal. Bate-rebate dentro da área, a bola sobrou para o capitão Henrique bater bonito.

Com 3 x 1 no placar, o Camelo controlava o jogo. Tática não muito eficiente, pois a equipe colorada ainda sofreu o segundo gol no final do primeiro tempo. Outra confusão na área e a bola sobrou para Lilo marcar e tentar animar as esperanças de virada do Obrigado Senhor. Parece ter funcionado, pois logo no começo da segunda etapa o time aproveitou o cochilo da equipe do Camelo, que parecia não ter voltado para quadra. Começava aí o show de Lucas Oliveira. O camisa 9 cortou para o meio, deixou o marcador no chão, e chutou colocado. Era o empate em 2 minutos. Aos 3, Fê deu lindo passe para Lucas Oliveira tirar do goleiro e virar a partida.

O Camelo reagiu e teve duas oportunidades, com Noal e Henrique, pare recuperar a igualdade. Em contrapartida, Cabe chutou de virada e a bola passou perto do ângulo de Fernando. O BS levava perigo. Aos 8 minutos, após linda troca de passes, Muniz encheu o pé para marcar o quinto do Obrigado Senhor. Quatro minutos depois, Cabe veio sozinho desde o próprio campo e chutou rasteiro, forte, no canto de Fernando. Era o sexto gol dos seguidores do senhor, que praticamente ratificavam a vitória.

O Camelo foi guerreiro e não parou de tentar o gol. Noal fez mais um ao cobrar falta por baixo da barreira e enganar o goleiro Chalupe. Rizzo quase fez o quinto do Camelo em chute de fora da área, mas a redonda foi para fora. Nos contra-ataques, a equipe do Obrigado Senhor perdia muitos gols. Aos 18 minutos, Lucas Oliveira chutou de fora da área e acerto a trave. No lance seguinte, Renatinho pegou bem na bola – mandou a pelota no ângulo. Golaço. O goleiro ainda chegou a tocar na bola, mas não deu pra evitar o gol. 7 x 4.

Agora sim sem muito ímpeto, o Camelo sossegou. O artilheiro Noal, em nova cobrança de falta, obrigou Chalupe a trabalhar. E ficou por aí, boa vitória do Obrigado Senhor, que larga bem outra vez. O Camelo, que namorou a Bronze semestre passado, terá de brigar muito para evitar o descenso. A próxima chance de sair do zero é sábado, contra o líder do grupo, o Maciota’s. O OS tem pela frente o Rabeloska.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

Ras Time 6 x 4 Canhedo Beppu

RAS MOSTRA FORÇA E DOMINA CANHEDO DO INÍCIO AO FIM


Novo time de Ritolê, que ainda não estreou, teve em Cipó e Rernanes os destaques da vitória sobre os engenheiros da Canhedo

Por Tamires Paulino

Dizem que quando o goleiro se destaca em uma equipe, é sinal de que ela não jogou bem. Temos, então, a nova exceção à regra: o Ras Time. A equipe do goleiro Cipó garantiu vitória contando com sua ajuda, que fechou o gol, e dos atacantes, que criaram boas jogadas e, mais importante, finalizaram bem. Foram eles, aliás, os responsáveis pelo primeiro gol: Tchelo chutou, o goleiro Papa defendeu, mas deu rebote. Rernanes estava lá para coferir e fazer 1 x 0.

O primeiro exemplo de que o goleiro do Ras estava em tarde inspirada viria aos 5 minutos, quando Fabinho, do Canhedo, atravessou o campo e seu chute forte acabou parando em bela ponte de Cipó. Os atacantes também logo mostraram serviço novamente, marcando o segundo gol após Tchelo parar na defesa do goleiro, que pegou e largou a bola. De novo, Papa? Desta vez era Leônidas seu algoz, que, de carrinho, colocou a bola para dentro. 2 x 0.

No entanto, Fabinho não deixaria barato. No lance seguinte, o camisa 17 marcaria com um chute cruzado. O empate, minutos depois, viria da mesma forma, mas dos pés (ou do carrinho) do matador Suzuki, que fazia tempo que não mostrava serviço. 2 x 2.

Na volta para o segundo tempo, logo no início, Kamura recebeu na cara de Cipó mas jogou para fora. No minuto seguinte, Leônidas chutou e a bola acabou resvalando na zaga e entrou, enganando Papa. O Ras voltava a liderar o placar.

É claro que um gol de diferença num jogo disputado como esse não era garantia de nada. O Ras tratou logo de pressionar mais e manter mais posse de bola. Enquanto isso, o Canhedo mantinha-se na defensiva e, vez em quando, atacava. Mas isso nao duraria muito, pois, aos 11 minutos, Rernanes voltou a aparecer bem ao seu estilo – pancada com força, indefensável para Papa.

O Ras tinha a vantagem e passou a defendê-la. Aos 19 minutos, em falta cobrada na entrada da área, Fabinho chutou rasteiro e Tande fez o corta luz, enganando o goleirão Cipó. O Canhedo encostava. Porém, só ficou no sustoo mesmo, pois nos próximos minutos – os derradeiros – só daria Ras. Rernanes carregou pela lateral e, ao chegar na linha de fundo, entrou na área e chutou cruzado. Gol. Em seguida, Tchelo roubou a bola no campo de defesa, carregou e ampliou.

O final do tempo regulamentar, por assim dizer, ainda reservaria uma surpresa para a equipe do Ras: Cipó cometeria erro bobo e faria pênalti na lateral, de carrinho. Suzuki cobrou no canto esquerdo e marcou 6 x 4, dando números finais ao jogo.

O Ras agora enfrenta o Zenite, a zebra da rodada, enquanto o Canhedo vai a campo contra o Roleta Russa Olímpico.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

Acidus 11 x 3 Bucets

ACIDUS ATROPELA BUCETS COM 6 GOLS DE CABALLERO


Centroavante, ex-Irado´s, foi destaque na maior goleada da 1ª rodada do Chuteira

Por Tamires Paulino

A melhor partida da tarde já começou dando indícios de tal. Com muita habilidade e velocidade, o Acidus aplicou a primeira grande goleada da Série Prata – 11 x 3 no renovado Bucets. Foi a desforra do time dirigido por Lucas P., que caiu no semestre passado e começa a luta para voltar à Ouro.

Logo no início, o estreante Flávio matou no peito a bola, atravessou o campo em diagonal e chutou no canto esquerdo. Seria um belo gol se a pontaria tivesse sido tão boa quanto a habilidade demonstrada. Mas não é hora de cornetar, pois o mesmo Flávio seria um dos destaques da partida ao lado do matador Caballero, justamente o autor do primeiro (de muitos) gols. Ele recebeu de Flávio na frente da área e bastou tirar do goleiro e correr para o abraço ao técnico, que aniversiara no dia anterior. 1 x 0.

Mal deu tempo de recomeçar e Flávio George, também chamado de Kuit pelos colegas de time, marcou o segundo. Apesar de nunca terem jogado juntos, Flávio e Caballero demonstravam entrosamento com tabelas e toque de bola envolvente. Enquanto o primeiro criava as jogadas, coube ao segundo marcar os gols. Às vezes esse papel se invertia, é bem verdade, mas independente de quem fazia o que, os gols foram saindo um atrás do outro, sem contar as diversas oportunidades desperdiçadas, como em lance em que tabelaram e o goleiro se viu forçado a dar bela ponte para defender o chute de Flávio.

No entanto, não foram só Flávio e Caba que deram o ar da graça quando o assunto era gol. Aos 15 minutos do primeiro tempo, após cruzamento interceptado, a equipe do Acidus armou contra-ataque e, após o Bucets salvar em cima da linha com um jogador deitado sobre ela, Cássio não perdoou: 3 x 0. 38 segundos depois, Flávio deixou mais um dele. A goleada estava armada.

O Bucets, sofrendo com a falta de entrosamento e a forte marcação da dupla Lói e Victão, ainda conseguiu diminuir no primeiro tempo: João recebeu passe na esquerda, dominou, parou, cortou para dentro para o pé direito e mandou no ângulo. Um golaço sem chances para Urso.

Porém, a tarde tinha dono e ela pertencia ao novo camisa 10 acidiano. Caballero aumentou a vantagem em mais um rebote do goleiro. Na verdade, Caba perdeu gol incrível debaixo da trave, mas a bola ainda bateu no goleiro e entrou,s salvando o artilheiro das críticas...5 x 1 e fim do primeiro tempo.

No segundo, logo aos 55 segundos, Leonardo, do Bucets, recebeu na frente e só teve o trabalho de tirar do goleiro. O Bucets mostraria forças para uma reação? Com Batata machucado, o Acidus nao tinha reservas e se segurava em campo, mas não o bastante para não fazer mais gols. Caballero recebeu na marca do pênalti, girou para se livrar da marcação e chutou forte, no meio do gol. Era o sexto de sua equipe. Menos de dois minutos depois foi a vez de Victão, de canhota, ampliar. 7 x 1. Flávio George, em seguida, carregou pelo meio, sozinho, e chutou no canto esquerdo, aproveitando o adiantamento do goleiro. Era o oitavo do Acidus.

O nono gol foi especial: após uma bicicleta na trave, Caballero – sempre ele – tentou de novo. Não foi bem uma bicicleta, talvez uma meia bicicleta, mas foi o golaço do jogo. Pouco depois, André Giorgi diminuía para o Bucets com um chute cruzado no canto direito. Contudo, a tarde era mesmo de Caballero, que marcaria mais dois gols: um aos 18 minutos e outro aos 21, fechando o placar elástico de 11 x 3 e dando a liderança pelo saldo de gols para o Acidus.

Estreia com pé direito do time que caiu e busca recuperar o tempo perdido. No sábado, tem pela frente o indigesto Cachorro Velho, que perdeu na abertura e busca a reabilitação. Enquanto isso, o Bucets busca mais entrosamento para evitar uma goleada similar diante do poderoso CAV, que foi surpreendido pelo Zenite e deve vir mordido.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Maciota’s 4 x 0 Coringa

MACIOTA’S GOLEIA E SE TORNA O LÍDER MOMENTÂNEO DO GRUPO


Dupla de frente do Maciota’s vai bem e garante a vitória na primeira rodada

Por Carlos Eduardo Sâmia

O placar mostra bem o que foi a partida. Chances de gol, desarmes e vontade de sobra de um lado, tudo o que faltou do outro. O Maciota´s foi melhor durante todo o jogo e, além de ser eficiente no ataque, teve um goleiro que, quando solicitado, foi muito seguro e garantiu o zero no placar do Coringa, que parece ressentir da habilidade de Cidrão, que se mudou para o Bufalos nesta temporada.

Logo no primeiro lance uma falta dura de Léo, do Maciota’s, em Farias, que ficou caído e o jogo parado durante dois minutos. Com bola rolando, Alê começou a dar trabalho para a zaga do Coringa. Aos 4 minutos, um chute sem muito perigo, mas um minuto depois saiu o gol. Alê tabelou com China e chutou cruzado para abrir o marcador. Em seguida, ele mesmo tentou mais um, bonito, de voleio, mas jogou pra fora. O Maciota’s era bem mais ativo em campo.

Evandro tentou de longe, no meio do gol. O goleiro deu rebote, mas o mesmo não alcançou a bola. Com 14 minutos, o golaço. Evandro cobrou falta no ângulo, com perfeição, sem chances para Elton. 2 x 0. O primeiro lance real de perigo do Coringa veio somente aos 16 minutos. Farias tabelou com Renatinho e chutou cruzado. A bola passou perto. Porém, o Maciota’s chegava sempre com mais ímpeto. Aos 20 minutos, após lateral cobrado, Alê tentou de cabeça e a bola passou raspando o travessão.

O goleiro Elton estava inconformado com a situação: “Cadê meu time? Nós não vamos jogar, não?”, esbravejava ele com os companheiros. Parecia ter tido efeito a bronca do camisa 17, pois o Coringa voltou com mais vontade no segundo tempo, enquanto a equipe do Maciota’s recuou e apostou nos contra-ataques. Tática, aliás, que funcionou. Logo aos 4 minutos China cortou para o meio e chutou rasteiro, sem chances de defesa.

Co m3 x 0, era hora de ver o que acontecia de tão errado. O Coringa pediu tempo e, ao voltarem, o jogo ficou mais equilibrado, com o Coringa atacando mais. Mas o lance de perigo seguinte foi em bela jogada de Jerry, que chutou e viu Elton espalmar. O troco veio com Renatinho, que chutou de dentro da área. O goleiro Cheik fez milagre.

O jogo estava aberto, lá e cá. Jogada ensaiada de falta e China quase ampliou para o Maciota’s, enquanto o Coringa respondeu com Farias chutando de fora, mas sem muito perigo. Foi aí que o Maciota’s abriu o olho e achou melhor matar o jogo de uma vez. Aos 13, China girou chutando e acertou com força o travessão; aos 15, em jogada de escanteio, Dé cobrou e Lê Pinholi, de volta à equipe, pegou bonito, de primeira, para liquidar a partida.

Definido o jogo, o Maciota´s seguia levando perigo. Dé chegou cara a cara com Elton e chutou pra fora. Em seguida, o goleiro Cheik se esticou todo para garantir um placar sem gols para o Coringa, que ainda tentou fazer o de honra aos 23, quando Rafinha, de dentro da área, conseguiu jogar a redonda para fora.

Uma vitória convincente do Maciota’s que, com os 4 x 0, lidera momentaneamente o Grupo A do Chuteira de Prata com quatro gols de saldo. Na 2ª rodada, encara o Camelo, enquanto o Coringa tenta se reabilitar contra o Elefantes Indomáveis, que também foi derrotado na primeira partida.
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