Depois de 4 anos de Chuteira de Ouro, enfim teremos um tricampeonato. Afinal, a grande final do dia 19 de junho colocará frente a frente o bicampeão do III e IV Chuteira, o SNG, diante do bicampeão do VII e VIII Chuteira, o Bengalas. Mais do que isso, será a oportunidade de revanche do SNG, já que este perdeu justamente na final passada para o branco e amarelo de Bizu.
O SNG vem de uma campanha de apenas uma derrota e dois empates em 10 jogos. No mata-mata, eliminou Arouca e Estudiantes de la Vila em jogos muito equilibrados e decididos no final (no caso do segundo, na prorrogação). “Enfrentamos dois ótimos times e sabíamos que o jogo seria decidido nos detalhes”, afirma Renê. Sobre os placares cada vez mais apertados, Renê é taxativo: “Nunca tivemos placares elásticos pelo SNG. Pode pegar nossos históricos. Principalmente na quadra grande onde é mais difícil sair gols”.
O Bengalas ainda não perdeu e passeou na fase de classificação, com 8 vitórias e apenas um empate. Porém, no mata-mata, tem tido vida duríssima: foram dois empates conquistados no fim do jogo (Joga 13 e Fiorella Brasil) com vitória na prorrogação.
Sobre os “tropeços”, o técnico Bizu, pensativo, não conseguiu dar uma explicação plausível. O máximo que chegou foi: “Provavelmente porque respeitamos demais Joga 13 e Fiorella. Não tem explicação”, bradou ele. Tendo isso em mente, já deu o aviso: “Não vamos respeitar o SNG como respeitamos o 13 e o Fiorella. Vamos jogar o futebol que jogamos na primeira fase e no mata-mata do ano passado”.
Se o Bengalas não vai respeitar o SNG, Renê não encara como uma revanche da final do torneio passado, apesar de não ter como não ser. “Não tem gosto de revanche, mas sim gosto de querer ser campeão, de ser o primeiro tricampeão do Chuteira e se distanciar ainda mais no Ranking Geral do Chuteira”, apontou o artilheiro. “É o jogo mais importante do ano para o SNG. Espero que o time entre em campo com o mesmo pensamento que o meu, afinal somos uma família e um precisa do outro”, finaliza ele.
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