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A segunda rodada da Copa dos Campeões foi marcada por passeio, equilíbrio e curiosidades que só a “vibe” explica. Zero 13 e Futsamba pegaram a onda positiva e passaram por Panela, Catimba e Baixada de Munique (oi?!)

O raio caiu pela segunda vez no mesmo lugar. Cahé comandou o Futsamba, dobrando suas estatísticas de gol – se contra o Loloverpool ele marcou duas vezes, desta vez foram quatro! Sim, e com um 5 x 1 o Sambão chega à final e despacha o Catimba, que não jogou absolutamente nada. Pouco produziu ofensivamente e sofreu com os contra-ataques sambistas. O time está n a final porque o Baixada de Munique avisou que não jogará a semifinal neste sábado, deixando a honra da Baixada Santista nos pés do Zero 13, que soube sofrer para se classificar para encarar o Mulekes na disputa de shoot outs ante o Panela.
 
A defesa santista funcionou, com CEF e Ferro nos desarmes e o goleiro Cacá nos dias mais inspirados. No meio, Kaue e Theo chamaram a responsa e imprimiram velocidade para abrir 3 x 1 e sofrer o empate – só não perder no tempo regulamentar porque Cacá salvou shoot out de Joninhas. Aí a defesa foi para a loteria (?!) dos shoot outs, que não é loteria nenhuma, é habilidade e competência! Falemos de tudo um pouco a respeito abaixo, pelo viés de cada um dos quatro times, no relato sempre pessoal e passional do nosso repórter Rodrigo Hirochi.
 
Round 2 – Panela 3 (1) x (2) 3 Zero 13
 
PanÉla de Pressão – Eu não queria estar na pele de Joninhas, o 10 que foi 14 nesse jogão de sua equipe ante o Zero 13. ÉEEEE! A ilustre, solitária e parceirona torcedora do rapaz marcou presença com o “vai, amor!”, pagou geral para o banco da própria equipe e representou para combater a torcida rival. Será que o rapaz sentiu a pressão na panela? Os amantes de relatos julgariam assim, mas você decide, ó leitor, diante dos fatos. Essa, sem dúvida é a primeira das tantas curiosidades dessa matéria.
 
O Panela impôs o seu conhecido jogo pelos flancos, tocou rápido, abriu espaços e, sim, fez gols diante da barreira da baixada. Eu escrevi “da” e não, “do” Baixada. Acompanhe com atenção! Esse é time que impõe dificuldade para o repórter escolher o melhor, o destaque, porque os caras são parecidos. Todos são habilidosos e parecem ter a mesma estatura, fora que estavam todos com o mesmo uniforme, sabe (déeerrrrr)?! Só que aos poucos eu destaco aqui:
 
“Como joga esse Matheus!”. Palavras proferidas pelo ilustre mesário LP (vou chamá-lo assim). Eu concordei e paguei pau, também. O rapaz é o cadência da defesa e adora subir para arriscar umas pancadas ao gol. O tal do Bruninho, outro elogiado pelo mesário pelo que fez no Round 1 ante o 2 Tok´s, empatou o placar em 1 x 1 e acionou o fogão com um chute no cantinho de Cacá. Quer mais uma curiosidade?! O Panela estava atrás no placar em dois tentos e Cabeça mandou de... SIM! SIM! Cabeçada nela após escanteio no minuto final da primeira etapa. 2 x 3! Certeza que a nossa torcedora, assim como LP, ainda “profetizavam” uma virada da equipe.
 
A segunda etapa foi de muita, mas muita pressão e só deu Panela. “Vai, Andrey!”. Esse foi o pedido da torcida, num tom bem diferente dessa gentileza que vos escrevo. E assim, esse carismático rapaz que eu já conhecia de outros carnavais em pleno carnaval, o meu (sinto muito se não gosta dele) sempre Gabriel Jesus do Chuteira, Profetaaaaa, representou e acalmou o time de Joninhas e cia. O cara que usa a 20 mas deveria usar a 9, o pivozão que chegou para apertar a borracha da tampa da panela colocou números iguais no jogo. FOGOOO! FOGOOO! 3 x 3! E acreditem... Ele saiu! Num tendi nada!
 
ÉEEEE! Os mistérios do futebol! Menos pior que eu ainda podia ver o Joninhas em ação. O cara por quem me apaixonei em 2019 quando cobri um de seus jogos. O 10 que vestia a 14 assistiu ao adversário chegar à tal esperada SEXTA FALTA. Shoot out neles! Joninhas nela (na bola)! Profeta de fora e profetas lá fora. Será que LP e a nada agitada namorada que assistia finalmente acertariam a tal da virada?! Que nada! PERDEEEUUU! É! Eu não queria estar na pele do rapaz. Na verdade, Cacá pegou! Mas péra aê! Ainda tem os shoot outs para a redenção. E decisão é sangue frio. Antes disso, vamos escrever sobre o seu adversário: o Zero 13.

 

Esse É o time da baixada! – Na tônica do título, o meu destaque vai para o KauÉ! É o nome do jogo, mesmo com tantos destaques do adversário. E foi ele que já no segundo minuto de partida saiu em disparada do centro para a direita para chutar no canto esquerdo de Diego e... abrir a conta??? Panela toda aberta e na verdade o bicão da festa Keiji chegou em cima da linha para escorar. Ladrãozinho de gol, hein?! 1 x 0 para o Zero 13! É a dupla do bigodeee! E bote paredão na estrada. Como resistiu essa barricada, mano! O Panela bateu e voltou demais! Sorte do Zero 13 que Cacá estava debaixo da meta. Esse lindU e elogiado goleirão, viu?
 
E pegou bem dois chutes sequenciais de Vitinho. O primeiro com ponte e o segundo abafando dentro da área. Monstro! Monstro! É o goleiro da tarde! Mais um elogiado de LP foi o CE(É)F. Que garra e catiguria tem esse rapaz! O segundo gol partiu dele com roubo no meio e rápido toque para Kaue (KauÉEEE) na esquerda. O 9013 (entendeu?!) tocou no meio da área para Ton escorar e desempatar o placar, já que o Panela Bruninho já tinha aprontado minutos atrás. 2 x 1! A vantagem foi ampliada somente um minuto mais tarde. Aos 22, o Panela cobrou lateral ridínnnchulo nos pés de Kaue (KAUÉEE), em seu campo de defesa, que só teve o trabalho de avançar e adicionar mais ingredientes para o caldo. 3 x 1! Bela vantagem que você já sabe! Foi desconstruída no segundo tempo! O Panela pressionou e CEF com Ferro seguraram as pontas lá atrás até o primeiro vomitar literalmente e deixar o campo, voltando minutos depois já com o placar igualado. O jogo foi para a temida e tensa...
 
... Decisão nos shoot outs! É pura PRESSÃOOO! – Voltando lá em cima na matéria... 3 shoot outs pra cada lado, jogador x goleiro. Cacá mostrou que é monstro e desviou chute de Pivete antes de ver Ton dar um toque pra frente e isolar de dedão! O Profeta partiu com calma, toque longo na bola e batida de chapa por entre as pernas de Cacá! 1 x 0! O empate saiu em seguida, com o Narcos Kaue chutando no alto. 1 x 1. Aí veio a derradeira cobrança, e o especialista Joninhas disparou com ela para, diante de Cacá, o monstro, tirar do goleiro e ver o mesmo defender novamente! Sim, meu Joninhas, o da torcida, perdeu o seu SEGUNDO shoot out em minutos! Calma que ainda tem bambu! Ou tinha até Theo sair com a canhota calibrada e colocar a redonda no alto, rente a trave, sem chance pra Vini! Uau! Zero 13 na semifinal!
 
“INACREDITÍVEL... TAVEL... TÓVEL... TÉVEL!”. Sei lá! Só sei que só tive coragem de chegar perto da moça depois de alguns minutos para a despedida. A ela coube o veredicto da tarde: “Esse goleiro cata muito, viu!”.
 
É! É! O Catimba tem Pelé! – E só! Ainda mais porque o tal do Alemão não é AlepÉ! Se fosse, talvez o cansado e viciado time do Catimba não levasse o samba que levou do adversário. Estariam eles jogando um futevôlei com o Bob, antes dessa decisão?!
 
PelÉ falou o jogo todo com tudo e todos, menos com a torcida. Tarimbado, o rapaz. Experi! Ninguém tira o homi do centro. E que balaço que ele mandou no cantinho esquerdo do gol de Ferrugem, depois de receber passe lááá do outro lado da quadra de AlepÉ, sim, o Alemão. Não foi passe de lateral. Só sei que Pelé deu o cat (miau) na direita, ajeitou cortando pra dentro, lambeu e mandou a sapatada de canhota. Que golaço de empate aos 17 minutos. 1 x 1! O gol de honra do Catimba.
 
Na parte de curiosidades, Helinho levou cartão dando tapa. OI?! Tapa de Helinho! INACREDITÍVEL! Foi sem querer, mas estalou. Outra mão em ação foi a de Alemão. Não! AlepÉ! Não! AleMÃO mesmo! E essa foi a la Maradona, o mão “mais santa” (xafadu) de todas do futebol. O juiz não caiu na dele e amarelou o mal intencionado avante catimbeiro que desejou roubar o posto de La Mano de Dios do craque argentino, quando a Argentina derrotou a Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986.
 
No resumo, o Catimba assistiu ao show de CahÉ (já te conto) e viram Kiko entrar mordido em quadra, literalmente! O rapaz estava com uma faixa na perna depois de receber marcação forte de um dog (grrr) nas redondezas do recinto. Encontrei ele no dia seguinte e, sim, ele foi ao médico. UFA! Bom... Carnaval e o ritmo é de SAMBA! Vamos lá!

 

É! É! O Futsamba tem CahÉ! – “Marca um gol aí, hein!”. A cobrança já vinha (ou ia) de um torcedor que vira Cahé perder gol decisivo no baile da manhã. Pressão da torcida... NOTAAAA... DEZ! E eu dei ONZE para o Cahé! E olha que o rapaz dos gols “horribles” (vide matéria de 21.02.2020 – CAMPEÕES #1 – A tradição do Eta... Eita!) fez o gol da torcida e mandou juros que contribuíram para a dívida externa. Acho que não vai ter carnaval ano que vem, pelo menos para o Catimba não teve. A conta chegou mais cedo!
 
CahÉ VEZES QUATRO! E faço questão de descrever todos os gols do menino que travara belo duelo com PelÉ. Até conversaram em quadra:
 
PelÉ: “Você não samba nada!”.
 
CahÉ: “Ah é!? Então vai!”.
 
GOL 1: Jorge Melki mandou passe em profundidade para CahÉ completar de calcanha! 1 x 0!
 
GOL 2: O chute bomba que foi um passe saiu dos pés de ZÉ. ÉEEEE, o zÉ do Gol! CahÉ escorou a lá Renato Gaúcho, só que... Mais pra baixo da barriga. Sim... Um pouco mais baixo. Aí! Aí! ÉEEEE! 2 x 1! Para desempatar a partida, já que PelÉ tinha feito aquela golaçu!
 
GOL 3: Já na segunda etapa, gol aos três minutos. E CahÉ recebeu no pivô para anotar seu hat trick. Giro lindo e batida no canto de Yamada. 3 x 1!
 
GOL 4: “Vem, PelÉ! Vem comer poeira!”. O avante apostou corrida com o Catimba 2 e bateu rasteiro, aos quatro minutos. 4 x 1! ÉEEEE! Show do Futsamba 7! Quase um solo!
 
Daí... Pó completou a goleada aos 24. 5 x 1 e agora É NÃO ENCARAR o Baixada de Munique, já que – ACREDITE – o último campeão da Ouro já confirmou ausência.
 
Neste sábado, portanto, tem Mukeles x Zero 13 para ver quem encara o Sambão na final. O Zero 13, sim, é o time da baixadaaa!
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