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Primeira parte da fase de classificação mostra TeJanto, Abre o Olho e Wake ‘n’ Bake próximos do mata-mata; Mulekes dá sinais de recuperação, enquanto Guaxupé segue derrapando

Quatro rodadas já foram – mais da metade. Restam três. E parece tranquilo afirmar que TeJanto, Abre o Olho e Wake ‘n’ Bake dificilmente ficarão de fora do mata-mata, o que deixaria apenas três vagas para cinco agremiações saírem no tapa a partir da 5ª jornada. O palpite pode parecer arriscado quando se tem no páreo times matreiros como Guaxupé, MachuPichu e Condor´s, recheados de jogadores experientes. Sabemos que nosso esporte é cíclico e maluco, mas trata-se das três melhores equipes querendo atingir o protagonismo da próxima edição dourada.
 
O TEJANTO iniciou o torneio voando e causou uma hecatombe ao golear com muita autoridade o velho conhecido Guaxupé. Na sequência, passou apertado pelo Abre o Olho e não tomou conhecimento do bicampeão da Série Prata, o Condor’s. Com 9 pontos em três partidas, passar pelo Mulekes “em crise” seria o ápice para Monts, Zé Blois e cia. fincar sua bandeira e mostrar quem manda na parada, mas uma tática pra lá de suicida, quando apareceu em quadra sem banco de reservas, fez o tiro sair  pela culatra. Os famintos conheceram sua primeira derrota e, de quebra, acordaram o gigante, que pode crescer nesta reta final. (você tem alguma dúvida?)
 
No entanto, o tropeço não é o fim do mundo. Segue bem cotado para marcar presença no mata-mata, muito por conta do seu futebol agressivo e pelos talentos individuais que fazem a diferença na hora que o calo aperta. Grandão é um dos melhores goleiros desta edição; Monts, Allison e Rô formam um bom sistema defensivo (embora tenha levado sete da mulekada), enquanto ZB10 e Bruninho carregam o piano lá na frente. Sem falar de Gui Faria e Biulas, que também aparecem na hora que o time precisa. Cicarelli seria aquele extra a mais, o elemento para por o time no acima da média, mas o problema é ele ir aos sábados (de quinta à noite, deitou e rolou na Copa Roca). Seria o craque notívago?
 
Na teoria, a tabela faminta é boa, com Invictus dando sinais de queda livre, MachuPichu querendo ir para o “crime” e pegar uma das vagas, além de uma pedreiraça chamada Wake ‘n’ Bake. Se a teoria virar prática, dá para garantir pelo menos 6 ou 7 pontos, mas sabemos como funciona o riscado e qualquer vento muda a rota da embarcação.
 
Outra equipe que faz um bom campeonato é o ABRE O OLHO. Tirando a derrota para os tejantistas, a turma de Vander e Luan chegou aos mesmos 9 pontos e também causou tombo nas casas de apostas quando atropelou o Mulekes por 5 x 1. O triunfo apertado sobre o Wake ‘n’ Bake e a paulada em cima do Guaxupé na última rodada colocaram-no como um dos contenders na disputa pelo caneco. Só falta deixar de lado a fama de ir bem na fase de classificação e escorregar no mata-mata... A pecha de cavalo paraguaio assombra os olhudos...
 
O lado positivo atualmente supera o trauma. Entrosamento não falta para esta esquadra, que joga junto desde 2016. Além disso, tem a melhor defesa do certame, com apenas 4 gols sofridos. Zaga sólida com Andrade, Piotto, Shel e Coquinho; setor de criação voando com Vander, Beza e Mancini, além de dois atacantes que ligam o modo garçom como poucos: Luan e Guedes. Condor’s, MachuPichu e Invictus estão no caminho e resta saber se terminará em primeiro ou segundo. (tô cravando, hein)
 
Fechando esta trinca, o WAKE ‘N’ BAKE busca aquela sequência para embalar de vez. Aquele empate contra o Condor’s na estreia parece fazer falta nesta reta decisiva. Com 7 pontos, os padeiros estão de olho na liderança, fazendo valer o mantra de Luigi ao dizer sempre que passa por este repórter: “O Wake vai chegar!”.
 
Atual campeão da 8ª Copa Red & Blue, o WB também tem no entrosamento seu maior trunfo para conquistar os seus pontinhos. Seu setor defensivo é o segundo melhor, com 9 tentos sofridos (ao lado do Abre o Olho, os dois times que não sofreram dígitos duplos no quesito), graças à dupla Leite & Luigi, que mantém o cadeado protegido com senha, além do arqueiro/líbero Cutait. Nas casas de apostas não tem uma cotação alta como os dois primeiros, mas vai que chega e quebra a banca?!
 
Sua sequência é complicada, muito por conta dos momentos que Mulekes e Guaxupé atravessam, e ainda tem o duelo diretaço contra o Abre o Olho que pode mexer ainda mais o tabuleiro dourado. São dois desesperados e um voando. Você acredita no Wake ‘n’ Bake?!
 
Com eles avançando, sobrariam três vagas. Quem carimba o passaporte? A “eterna” crise do MULEKES deu uma acalmada graças à goleada aplicada sobre o líder TeJanto. Nada como um jogo grande para ter um pouco de paz, não é?
 
O que gera surpresa até o momento não é o resultado obtido nem a sua 4ª colocação na tábua de classificação. Para muitos, o time de Thiago Dacal, reforçado com nomes de peso como Interior, Paulinho, Luiz Minici e Tuco (certamente todos dentro do Top 10 que passaram pelo Chuteira nos últimos 4 anos), entre outros, nadaria de braçada e deixaria os demais times saírem no tapa, mas a questão ali é: quando todos estarão em quadra?
 
O comprometimento parece ainda ser o maior dos adversários desse Mulekes mais estrelado que noite no campo. Os tropeços diante de Abre o Olho e MachuPichu deixaram várias pulgas atrás da orelha geral. E deixam outra coisa clara: camisa sozinha não ganha jogo se não tiver quem a vista e corra com ela.
 
Entretanto, a vitória embalou e a mulekada deu um passo enorme para fungar no cangote dos primeiros colocados. É bom todos ficarem com os olhos arregalados, pois os tetracampeões da Série Ouro gostam de chegar e castigar seus oponentes. No mata-mata, pode apostar que a maioria vai aparecer. E aí sim reside o perigo aos adversários. Se agora, com quatro jogos (2v e 2d), o time já anotou 17 gols (mais de 4 por jogo, o melhor ataque), imagina quando for pra valer?
 
Se a situação da mulekada (50% de aproveitamento) é tida como surpresa, o GUAXUPÉ, então, é pura decepção (25%). Equipe entrosada, com muito toque de bola, ataque rápido e agressivo, porém, parece que os caras não se encontraram até o momento. Maurinho, China e Bilu tentam carregar o piano mineiro, mas não viram a cor da bola nas goleadas sofridas para os líderes TeJanto e Abre o Olho. Poderiam ter conquistado um pontinho diante do Mulekes, mas o tento de Leco no final complicou ainda mais a situação. Seu único triunfo veio contra o Invictus, pouco para um grupo qualificado e acostumado a colocar seus oponentes para dormir. Atualmente é o 7º colocado – estaria fora do mata-mata. Com MachuPichu, Condor’s e Wake ‘n’ Bake ainda pela frente, é possível esperar uma arrancada? Se quiser vida longa na competição, precisa ligar o despertador. Haverá ânimo e tempo para isso?
 
O início do INVICTUS foi empolgante, principalmente pela remontada em cima do MachuPichu na estreia, mas o momento do time de Moacyr Jr. é semelhante ao quando estamos numa montanha russa. Começo tranquilo, carrinho devagar, subindo a ladeira... Quando chega ao topo, tem-se diante de si aquela descida, em alta velocidade, que gera aquele pânico. Os amarelos tiraram pontos de peruanos e abutres, em teoria, concorrentes diretos para beliscar as últimas posições do G-6, mas a queda livre pode ser fatal caso não abra o paraquedas. Nos últimos dois jogos, 13 gols sofridos! Foram duas goleadas, a render-lhe o status de pior defesa do torneio (19 gols contra) e uma verdadeira interrogação na cabeça dos torcedores, analistas e comissão técnica. O ponto positivo é o garoto Enzo, que vem fazendo a diferença ao lado de Raphinha e Derek. O novato é o artilheiro da competição com 6 gols e 3 estrelas na corrida dos MVPs.
 
O MACHUPICHU mostra sinais de evolução. Rotulado no início como “time que toma virada”, a esquadra peruana tirou a zica contra o Mulekes, e se não fosse o pênalti desperdiçado por Marrom, teria feito outros três pontos diante do Condor’s. Os andinos fecham o G-6, contam com bons nomes como Tebas, Cesar Maia, Muk e Marrom (artilheiro da equipe com 3 gols), e seria uma grata surpresa caso chegasse ao mata-mata, porém, sua sequência é embaçada, com direito a confronto direto contra o Guaxupé e os líderes (TeJanto e Abre o Olho)  nas rodadas derradeiras.
 
Por fim, o lanterna CONDOR’S, de três empates em quatro partidas e ainda sem saber o que é vencer (o lado bom é que não sabe o que é perder). Até o momento não é surpresa, tampouco decepção. Era esperada essa situação muito por conta da junção de atletas de outras equipes com o elenco original – obter entrosamento é um desafio. Na meta, Gallego é um dos melhores arqueiros do campeonato e foi decisivo no embate da rodada passada, porém, o grande problema está no setor ofensivo. Bahia e Luan marcaram cinco dos oito tentos, pior ataque da competição. Se quiser fazer parte do G-6, os rapinas precisarão de uma arrancada digna de campeão, como foi na inesquecível campanha do título do XX Chuteira de Prata. Abre o Olho, Mulekes e Guaxupé estarão no seu caminho, e uma queda precoce na fase de classificação não seria surpreendente.
 
Enquanto isso na artilharia e corrida dos MVPs...
 
Após quatro rodadas, os prêmios individuais seguem tão acirrados quanto a situação das equipes. O estreante Enzo, do Invictus, lidera a tábua de artilheiros, com 6 gols. O camisa 11 passou em branco na goleada sofrida contra o Wake ‘n’ Bake e vê no retrovisor nada mais do que Interior (Mulekes, 5 tentos), quatro deles na reabilitação diante do TeJanto. Empatados na 3ª colocação estão Vander (Abre o Olho) e Raphinha (Invictus) com 4 bolas no balaio.
 
Na corrida dos MVPs, Luan Henrique e Vander, ambos do Abre o Olho, lideram com 6 estrelas douradas no peito e a tendência é que os dois disputem até o término da competição.  Nos calcanhares da dupla dinâmica olhuda está Marrom (MachuPichu) com 5 estrelas, mostrando que os peruanos seguem em evolução. Fechando a lista, Luigi (Wake ‘n’ Bake), Zé Blois (TeJanto) e Raphinha (Invictus) conquistaram 4 estrelas e correm por fora pelo prêmio.
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