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Enquanto o Inflação sofreu para bater o Zenite, o Mulekes mostrou ao Nois Que Soma a fórmula de um time tricampeão


A final da II Copa Apertura está decidida. Mulekes e Inflação entram em campo neste sábado, às 14h30, na quadra 14, para definir quem será o primeiro campeão de 2015 do Chuteira.
 
O Mulekes defende uma campanha de 100% de aproveitamento. Nas semifinais, o time teve o Nois Que Soma pela frente e esperava-se muitas dificuldades diante do esquadrão que vem se mostrando imbatível nas divisões de baixo do Chuteira. Pois o Mulekes mostrou a Bollito e cia. que ainda falta comer muito feijão com arroz para chegar num patamar tal qual o do tricampeão.
 
Meio de campo do NQS não teve sossego e pouco conseguiu produzir diante da marcação da mulekada

A mulekada abriu o placar com Matheus com menos de dois minutos de jogo. O NQS não conseguia jogar e seu meio de campo era facilmente desarmado, o que começou a irritar muito seus jogadores. Quando começou o segundo tempo, logo Matheus anotou 2 x 0. Parecia decidido, até porque nas poucas vezes que o NQS chegou ao gol de Alemão, este fez duas grandes defesas. Foi só aos 22 minutos do segundo tempo que o NQS chegou ao seu gol – com Thales, girando no pivô. Parecia que o jogo estava aberto, mas aí apareceu o craque. Após a saída de bola, Gian recebeu, driblou dois e mandou na gaveta para fazer 3 x 1 e liquidar os ânimos adversários. Já derrotado, o NQS ainda viu Maza anotar 4 x 1 nos acréscimos e garantir o Mulekes na final.
 
A outra semifinal foi repleta de emoção e polêmica. A bola rolou para Inflação e Zenite e com menos de 10 minutos o placar já indicava 3 x 0 para o Inflação. Foram dois gols de Bahia e um golaço de Canibal. O Zenite começou bem a partida, buscando se impor no ataque, mas sofreu o revés e se perdeu em campo. O goleiro Léo Ballestero, em tarde pouco inspirada, falhou em dois gols. O jogo era quente e o primeiro tempo parecia o típico jogo de que a bola do Zenite não entraria, tamanho o número de chances desperdiçadas. O goleiro Sandrinho saiu consagrado do tempo parcial, com muitas defesas realizadas à queima roupa. Quando não era ele, era a trave a impedir o Zenite de marcar.
 
Perto do fim do primeiro tempo, uma pintura de Canibal. Ele recebeu na lateral esquerda, matou de primeira, adiantou a bola até a saída de Ballestero, que tentou no carrinho chegar na bola antes mas sofreu um corte fenomenal. O camisa 7 tirou do goleiro e tocou para o fundo do gol em 4 x 0.
 
Zenite, de Brunão (ex-CAV), não soube converter  as inúmeras chances criadas e amarga nova eliminação em semifinal

Tudo indicava que o jogo estava decidido, mas o segundo tempo foi muito mais eletrizante, e o Zenite passou a acertar mais e marcou dois gols rapidamente, com Rapha e Brunão. Porém, na saída de bola, o jogador do Inflação pisou na bola e Lucas Tadeu mandou de cobertura, pegando Ballestero adiantado, ainda comemorando o gol fora da área. Aí veio a polêmica: os jogadores do Zenite reclamaram que seus jogadores ainda não tinham todos voltados do campo de ataque, além de alegarem que o chute foi dado diretamente, sem um toque de outro jogador antes.
 
Discussões, reclamações, técnico expulso, mas o jogo seguiu quentíssimo! A pressão era toda azul, com o Inflação aceitando o domínio adversário e deixando seus jogadores de velocidade no banco de reservas. Aos 15, Rapha marcou o terceiro gol e incendiou. O Zenite seguiu perdendo gols até Fê Rampazo anotar o quarto gol! Incrível!
 
No fim do jogo, o Zenite teve a chance do empate num shoot out, que Rapha viu Sandrinho defender

Com o Inflação pendurado em faltas, o shoot out era questão de tempo! E não demorou! Rapha foi pra bola, adiantou e tocou por cima de Sandrinho, que milagrosamente tocou na bola e desviou para fora! O Zenite perdia mais uma chance inacreditável! E o placar ficou no 5 x 4 mesmo, com o Inflação na final!
 
Neste sábado, dia 28, teremos a grande final da II Copa Apertura. Mulekes e Inflação, as duas melhores campanha da competição, se encaram para saber quem será o primeiro time a levantar um caneco em 2014. De quebra, um duelo particular entre Matheus, do Mulekes, e Bahia, do Inflação, pela artilharia. 
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