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CONTRA-ATAQUE # 34 – QUESTÃO DE ESTILO

           

Uns jogam pra frente, a maioria prefere ficar atrás; no mata-mata, tem duelo de estilos a todo gosto!
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Ao término das nove rodadas, finalmente os confrontos da segunda fase foram definidos e, dentre eles, alguns encontros curiosos: Abre o Olho e Catado voltam a se encontrar, Condor’s e Império Celeste farão duelo de inimigos íntimos, além de Cachorro Velho versus Belini agitando a Aço – e outros confrontos que prometem ser interessantes. Contudo, outros jogos deverão ser de estilos parecidos, que colocarão frente a frente times ofensivos se encarando ou equipes defensivas se digladiando.
 
Talvez o mais escancarado seja TáLigado x Torce Contra, confronto inédito tanto na Ouro quanto no Chuteira. O TL joga ofensivamente a maioria de suas partidas – adaptando-se apenas em confrontos cujo adversário é considerado favorito, caso recente no triunfo sobre o Peneira. Zaidan continua sendo a principal referência, mas Lukinhas e Ritolê fazem uma temporada positiva e, junto ao talento da estrela da equipe, realizam um campeonato promissor. Pena somente a suspensão automática que Ritolê terá de cumprir nas oitavas de final.
 
O atual campeão da Prata também joga pra frente a maioria de suas partidas. O toque de bola é seu principal triunfo, além de contar com as inspirações de Renan e Xavier. Outro destaque é Duarte, vice-líder na corrida dos MVGs. O arqueiro sustenta o estilo de jogo do TC, este sempre buscando o ataque. Pode ser perigoso para o confronto do próximo sábado. Mesmo o TáLigado sendo ofensivo, sabe bem os caminhos da Ouro e os momentos certos de se defender. O Torce Contra terá de buscar a sabedoria para enfrentar um estilo parecido, mas com outros recursos.
 
Na mesma Série Ouro, outro duelo que salta aos olhos é Peneira x Guaxupé. Muitos esperavam este confronto nas quartas de final, mas acabou ‘antecipado’ devido à campanha de altos e baixos do atual campeão da divisão – que só confirmou passagem à fase final na última rodada. O estilo aguerrido, aliado à habilidade e entrosamento dos jogadores, deverá fazer a diferença. Bruno e Negueba são os expoentes de um time repleto de vontade de levantar o bicampeonato. Para isso, enfrentará primeiro um time que também conta com jogadores ‘cascudos’.
 
O Guaxupé fez uma campanha consistente para um estreante de divisão e se classificou com certa tranquilidade. Quis o destino que o Peneira entrasse em seu caminho tão cedo. Para evitar o avanço do atual campeão, o Guaxu deverá contar com bastante gente do elenco, mas terá em China, Maurinho e Jé seus principais nomes rumo às quartas de final. Se estiverem inspirados, o trio poderá dar calor, mas é bom o alerta: o Peneira já tem a experiência de terminar em 6º e subir no lugar mais alto do pódio ao término da competição.
 
Nas outras divisões, o cenário de estilos parecidos é representado, por exemplo, em Ras Time x Spartacus, na Série Prata. Ambos apostam na defesa como melhor ataque; ambos possuem grandes goleiros (Cipó e Velame, respectivamente); ambos terão de apresentar mais do que fizeram na primeira fase. Na Bronze, Olimpo e HidroNG se encontram e têm na habilidade de seus jogadores seus triunfos – a questão aqui será elenco, já que o Olimpo é jovem e costuma aparecer com jogadores suficientes para revezar.
 
Até o Chuteira Master colocará dois estilos parecidos em busca da semifinal. Tanto SNG quanto AFC sabem que se classificaram com desconfiança. Porém, o que os assemelham são os jogadores. Neste caso, o confronto deverá ser decidido no psicológico. Caio Balbino e Rapha são as esperanças do AFC – que começou promissor o certame, mas caiu de produção quando estava com a vaga quase assegurada. O SNG foi o contrário: oscilou no início, mas nas baladas de Biro, Allan, Tejeda e Léo, entre outros jogadores experientes, saiu do limbo à classificação. Na primeira fase, vitória do SNG por 5 x 0, mostrando que cada estilo deve ser colocado em prática antes de qualquer falatório.
 
Revanche antes do imaginado – Talvez não vejamos em vida o Brasil ter uma revanche com a Alemanha nas mesmas condições às quais apanhamos de 1 x 7 no Mineirão em 2014. Diferentemente, o torcedor do Fúria terá a oportunidade de ir à forra nas oitavas de final da Aço. Cinco meses depois de perder para o mesmo Futeloucos por 9 x 2 (relembre como foi o jogo clicando aqui), justamente na mesma fase, os times voltarão a se encontrar.
 
À época, o favoritismo era todo do Furinha – muitos, inclusive, já projetavam o duelo da equipe ante o Baixada de Munique nas quartas de final. O destino, porém, foi implacável, e o Futeloucos assombrou os corredores do Playball com uma goleada até então inimaginável. Agora, Douglas Luiz e sua trupe terão a oportunidade da vingança, mas sempre com o fantasma de Barbieri rondando o time.
 
COLETES! – A partir da fase final, o uso de coletes no banco de reservas será obrigatório para quem quiser participar do mata-mata. A medida está na regra da competição e será colocada em prática sem precedentes. Durante a fase de classificação, apenas um colete era necessário para cada equipe. Agora, o suplente só poderá estar em quadra se tiver o seu próprio colete. Quem se adiantou não terá problema extra durante a semana – caso do Cachorro Velho.

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